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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

À Procura de Alaska - Opinião

À Procura de Alaska
(Looking For Alaska)

Sinopse: «À Procura de Alaska conta a história de Miles Halter, um jovem fascinado por «famosas últimas palavras» e cansado de viver no aconchego caseiro. Quando Miles vai para um colégio interno em busca daquilo a que o poeta François Rabelais chamava a «Grande Incógnita», encontra um outro universo do qual faz parte uma jovem chamada Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante, Alaska atrai Miles para o seu labirinto e catapulta-o para essa «Grande Incógnita» tão desejada. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas quando a tragédia lhe bate à porta, ele descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional. Nunca mais nada será como era.»

Nome do livro: À Procura de Alaska
Nome original do livro: Looking For Alaska
Nome no Brasil: Quem é Você, Alasca?
Nome do Autor: John Green
Editora: ASA (em português), Speak (em inglês)
Número de páginas: 247 páginas (em português), 221 páginas (em inglês)
Opinião: À procura de Alaska foi um livro que me surpreendeu de todas as maneiras possíveis. 
O livro segue maioritariamente quatro amigos, a Alaska (uma rapariga completamente maluca), o Miles (o narrador, também chamado de badocha), o Chip (chamado sempre de Coronel) e o Takumi (a personagem menos explorada do grupo) enquanto eles tentam acabar a escola e vivem uma vida bem agitada em que tentam, constantemente, fugir às regras do Águia, o diretor. 
Quando comecei o livro eu sabia que, muita gente, o considera o mais fraco do John Green e, como tal, eu não esperava grande coisa dele. O livro começou e foi-se mostrando sempre um livro de umas sólidas três estrelas. Não é um mau livro, não é uma leitura que se arraste, mas também não é uma obra-prima. Houve alguns momentos em que me ri com as personagens sim, mas não foram muitos. 
O Miles foi uma personagem que me irritou muito ao ser alguém que simplesmente se deixava levar e a Alaska, por várias vezes, mostrou ser uma pessoa demasiado explosiva e egocêntrica. Por outro lado, gostei bastante do Coronel e do seu sentido de humor. 
Apesar do facto de o livro não ter as minhas personagens preferidas, era um livro que eu estava a gostar. Senti neste livro o mesmo que senti noutros do John Green, que o autor faz a sua pesquisa relativamente a certos temas e que não se importa de fazer reviravoltas que possam gerar tristeza e/ou raiva nos leitores, no entanto, continuava a ser um sólido três estrelas. 
Tudo mudou na segunda parte do livro. Primeiro temos as personagens a lidar com temas complicados como o sofrimento e a culpa (especialmente aquela culpa do "será que eu podia ter evitado o que aconteceu?) onde eu acho que o autor atuou muito bem. E depois temos uma aceitação tão bem feita por parte das personagens relativamente ao destino que me pareceu extremamente realista. Esta segunda parte fez-me querer aumentar a minha nota do livro, mas o que realmente me levou a subir a cotação para 4 estrelas foi o final. Os dois últimos parágrafos do livro, além de transmitirem uma mensagem incrível, transmitem uma sensação de paz relativamente ao livro e às personagens tão boa que me deixou a sentir-me realmente bem, o que eu não estava à espera num livro que, até aí, se tinha mostrado médio. 
Acabou por ser um livro que eu recomendo muito.
Boas leituras.
(4 em 5 estrelas)
Quotes/Melhores Momentos: 
  • «Se as pessoas fossem chuva, eu seria um chuvisco e ela um furacão.» - Página 103
  • «Quando os adultos dizem que "os adolescentes pensam que são invencíveis", com aquele sorriso matreiro e parvo no rosto, não sabem a razão que têm. Nunca precisamos de não ter remédio, porque nunca podemos estar irremediavelmente quebrados. Achamos que somos invenciveis porque somos. Não podemos nascer e não podemos morrer. Tal como toda a energia, apenas podemos mudar as formas, os tamanhos e as manifestações. Eles esquecem-se disso quando envelhecem. Ficam com medo de perder e de falhar. Mas essa parte de nós que é mais do que a soma das nossas partes não pode começar nem acabar, protanto, não pode falhar.» - Página 247
  • «As últimas palavras do Thomas Edison foram: "Ali está muito bonito." Não sei onde fica ali, mas sei que é algures, e espero que seja bonito.» - Página 247

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Cidades de Papel (Paper Towns) - Livro vs Filme

 vs 

(Antes de ler isto, aconselho que leia o livro e/ou veja o filme pois o texto a seguir vai conter spoilers de ambos)
Cidades de Papel é realmente um livro espetacular e o filme é muito bom, se o virmos sem ler o livro. Mas, para leitoras como eu, que o filme é preciso ter pelo menos grande parte dos factos do livro, este filme esteve muito mal. 
Não me interpretem mal, nem achem que nem eu tenho a certeza se gostei ou não, porque eu realmente gostei do filme, só não o achei nada fiel ao livro. 
A princípio as alterações nem são assim muitas. Acontece que em vez de 11 coisas para fazer no plano de vingança, no filme passam para 9, ou pelo facto de eles no livro irem ao Sea World e no filme não (o que, a propósito, no livro é um ponto bastante interessante). 
Depois as alterações começam a ser ligeiramente maiores. Como pelo facto de que no livro ele demora imenso a perceber essa história de uma cidade de papel ser uma cidade que um cartógrafo pôs no mapa para o caso de alguém copiar o seu mapa. Pois no livro, ele demora imenso a descobrir isso, e chega uma altura em que ele realmente acha que a vai encontrar morta numa "cidade de papel", ou seja, numa urbanização que nunca foi acabada, que era onde ele antes achava que ela estava. 
Mas a 2/5 do final, o filme muda a história toda. 
A princípio, quando eles descobrem onde ela está, eles sabem até que horas é que ela lá vai ficar porque ela referiu isso no comentário que fez na página desse sítio, o que não acontece no filme. 
Então, quando o Quentin decide ir, ele vai buscar os amigos à formatura na van que a mãe lhe deu, não no carro da mãe. Além disso, eles vão todos com a roupa da formatura e sem nada vestido por baixo devido a uma promessa que tinham feito. Isso é realmente um momento engraçado do livro que foi ignorado. O que me meteu mais confusão foi o facto de a Ashley ir, ela no livro quase nem nunca aprece, e definitivamente não vai na viagem. 
A pior mudança é no fim, quando eles chegam à Cidade de Papel e ela não está lá, quando no livro ela está. E no filme, eles abandonam o Quentin e voltam para o baile de finalistas, enquanto que no livro eles ficam sempre juntos. 
Separadamente, o filme é muito bom, mas comparando ao livro, passa completamente ao lado. 
Então, recomendo que leiam o livro e vejam o filme, e façam a vossa própria opinião.

Resenha do livro AQUI
Resenha do filme AQUI

Paper Towns (Filme) - Resenha

Paper Towns


Info: A história é centrada em Quentin Jacobsen e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a ela invade o seu quarto a meio da noite e propõe que ele participe num engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – deixando pistas sobre o seu paradeiro.

Nome do Filme: Paper Towns
Nome em Português: Cidades de Papel
Duração: 01:50:00h
Género: Comédia, Drama, Mistério, Romance
Ano de Lançamento: 2015
Resenha: Sendo eu uma amante do livro Cidades de Papel, o livro na origem deste filme, eu tinha realmente bastantes esperanças de que fosse adorar o filme.
Por um lado, adorei bastante, mas pelo outro, não o suficiente.
Sendo Cara Delevigne e Nat Wolff duas personalidades que eu simplesmente adoro, eu esperava realmente uma dupla principal de ouro, e acho que ficámos pelo bronze. Nat Wolff, na minha opinião, esteve muito melhor no filme a Culpa É das Estrelas, onde brilhou. Por outro lado, a Cara surpreendeu-me, mostrando que tem jeito para a representação, mas não imenso jeito, só algum.
O filme por si só tem momentos bastante engraçados, e é bastante bonito, com várias lições de vida.
O que me irritou mais foi definitivamente o facto de o livro e o filme não terem quase nada em comum, tirando o enredo principal, eles estão muito diferentes, até o final foi alterado, mas vocês podem saber tudo sobre isso no artigo livro vs filme (AQUI brevemente).
Quanto ao Ben, interpretado por Austin Abrams, eu esperava que fosse diferente, não o imaginava tão novo nem com aquela aparência, mas isso é algo que não serviu para reduzir o rating do filme na minha opinião.
Por outro lado, o papel interpretado por Justice Smith foi, na minha opinião, perfeito, sendo que ele é exatamente como o imaginamos no livro.
Tal como disse com o livro, adoro simplesmente este título e o motivo do nome, então esse é um ponto a favor para o filme e para o livro. Embora o poster de apresentação não seja o meu preferido, não desgosto de todo e o trailer está realmente bem feito, mostrando as melhores partes do filme mas sem mostrar demasiado.
Alguns momentos são bastante engraçados, e o filme é bom sim, embora a interpretação não seja a melhor de todas, até que é boa no geral, e para quem não leu o livro, provavelmente ainda irá dar um rating melhor do que o meu, mas eu simplesmente não consigo.
Recomendo sim que o vejam, porque não é, nem perto, um mau filme, mas não esperem um filme do melhor que há. 




Quotes/Melhores Momentos:
  • «É uma cidade de papel. Casas de papel e pessoas de papel. Tudo é mais feio de perto.»
  • «Talvez ela amasse tanto mistérios que se tornou num.»
  • «Uma cidade de papel para uma rapariga de papel.»
  • «Que mania de se acreditar que uma pessoa é mais do que uma pessoa.»


Resenha do livro AQUI
Minha opinião do livro vs filme AQUI

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Cidades de Papel - Resenha

Cidades de Papel


Sinopse: "Quentin Jacobsen e Margo Roth Spiegelman são vizinhos e amigos de infância, mas há vários anos que não convivem de perto. As suas personalidades não podiam ser mais opostas, e foram justamente a irreverência e o espírito de aventura de Margo que sempre seduziram um Quentin muito mais tímido e reservado. Agora que se reencontraram, nas vésperas do baile de finalistas da escola que ambos frequentam, as velhas cumplicidades são reavivadas, e Margo consegue convencer Quentin a segui-la num engenhoso esquema de vingança. Mas Margo, sempre misteriosa, desaparece inesperadamente, deixando a Quentin uma série de elaboradas pistas que ele terá de descodificar se quiser alguma vez voltar a vê-la. Só que, quanto mais perto Quentin está de a encontrar, mais se apercebe de que desconhece quem é verdadeiramente a enigmática Margo. Um romance entusiasmante, sobre a liberdade, o amor e o fim da adolescência.»


Nome do livro: Cidades de Papel
Nome do Autor: John Green
Editora: Editorial Presença
Número de páginas: 298 páginas
Resenha: Não podia estar mais longe de concordar de quem diz que a A Culpa É Das Estrelas é melhor do que este livro. Achei este livro muito melhor e considero este o melhor livro do John Green até agora. Antes que me matem, deixem-me explicar, A Culpa É Das Estrelas gira muito em volta do aproveitar o momento e fazer com que os outros se lembrem de nós, e tem uma boa mensagem sim, mas acho que este tem uma mensagem ainda melhor. Este livro gira em torno da amizade e do amor, de como os sentimentos se conseguem manter mesmo anos depois, de nos descobrirmos a nós próprios e de descobrirmos os outros, é um livro incrível. E o motivo que dá título ao livro é simplesmente genial (vejam nas quotes). 
Este livro segue a história de Quentin, um rapaz que vive ao lado de Margo Roth Spiegelman, a rapariga incrível de quem ele gosta desde a infância quando eram amigos muito chegados, mas de quem se afastou com os tempos. Um dia, Margo entra no seu quarto durante a noite e pede a sua ajuda para algo que é uma das partes mais engraçadas e bem pensadas do livro. É nesse momento que percebemos o quão inteligente é a Margo. Mas quando a Margo desaparece, ele, os seus dois melhores amigos, e a ex melhor amiga de Margo juntam-se numa viagem para a tentar encontrar. 
O livro é simplesmente sensacional, sem palavras. 
Algo que eu achei super engraçado na escrita do autor foi o facto de que quase sempre que o Quentin diz o nome da Margo, ele diz Margo Roth Spiegelman, como se ela fosse uma super estrela daquelas que as pessoas dizem sempre o nome completo. 
Pelo trailer, parece que a viagem de carro para encontrar a Margo é o ponto principal do livro e não é, isso acontece muito mais para o fim, mas estou muito ansiosa pelo filme. 
Recomendo muito este livro. Boas leituras. 


Quotes/Melhores Momentos:
  • «Margo sempre adorou mistérios. E em tudo o que se seguiu nunca consegui deixar de pensar que se calhar ela adorava tanto os mistérios que acabou ela própria por se tornar num mistério.» - Página 17
  • «Sabias que, praticamente ao longo de toda a história humana, a esperança de vida média era inferior a trinta anos? Dava para contar com uns dez anos de vida adulta, certo? Não havia planeamento de reforma. Não havia planeamento de carreira. Não havia planeamento. Não havia tempo para planeamentos. Não havia tempo para o futuro. Mas depois a esperança de vida começou a aumentar, e as pessoas começara a ter cada vez mais futuro, e por isso passaram a pensar cada vez mais nele. A pensar no futuro. E agora a vida passou a ser o futuro. Mas depois a esperança de vida começou a aumentar, e as pessoas começaram a ter cada vez mais futuro, e por isso passara, a pensar cada vez mais nele. A pensar no futuro. E agora a vida passou a ser o futuro. Todos os momentos da nossa vida são vividos em função do futuro... vamos para o secundário para podermos ir para a faculdade, para podermos arranjar um bom trabalho para podermos arranjar uma boa casa, para podermos mandar os nossos filhos para a faculdade, para eles poderem arranjar um bom trabalho, para eles poderem arranjar uma boa casa, para eles poderem mandar os filhos deles para a faculdade.» - Página 40
  • «-O meu coração está a mil à hora - comentei. 
    • -É assim que sabemos que nos estamos a divertir.» - Página 50
  • «Tudo é mais feio ao perto.» - Página 62
  • «Daqui, não se vê a ferrugem, nem a tinta a pelar, nem nada disso, mas consegue perceber-se o que este sítio é realmente. Vê-se o quão falso tudo isto é. Nem sequer é suficientemente forte para ser feito de plástico. É uma cidade de papel. Quer dizer, olha bem: olha para aquelas ruas sem saída, aquelas ruas que se viram sobre si mesmas, todas as casas que foram construídas para caírem de podres. Todas estas pessoas de papel a viverem nas suas casa de papel, queimando o futuro para se aquecerem. Todos os miúdos de papel a beber cerveja que um vagabundo qualquer comprou para eles numa loja de conveniência de papel. Toda a gente enlouquecida com a psicose de possuir coisas. Tudo fino como papel e frágil como papel. E todas as pessoas também. Vivo aqui há dezoito anos e nunca, nem sequer uma vez na vida, me cruzei com alguém que se preocupasse com qualquer coisa realmente importante.» - Página 62
  • «E de repente sabia o que sentia Margo Roth Spielgman quando não estava a ser Margo Roth Spielgman: sentia-se vazia. Sentia os muros incontornáveis que a rodeavam. (...) O erro fundamental que sempre cometera, e que, em abono da verdade, ela sempre me levara a cometer, fora o seguinte: Margo não era um milagre. Não era uma aventura. Não era uma coisa maravilhosa e preciosa. Ela era uma rapariga.» - Página 199
  • «É difícil ir embora... até nos irmos embora. E depois é o raio da coisa mais fácil do mundo.» - Página 226
Trailer da adaptação do livro para o cinema:


«You will go to the paper towns and you will never come back»

Resenha do filme AQUI
Minha opinião do livro vs filme AQUI

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

12 livros para ler em 2015

Olá. Então, hoje eu decidi trazer uma postagem que muita gente está a fazer. Isso consiste em fazer uma lista de 12 livros para ler durante 2015, o que dá um livro por mês. Achei que a devia fazer porque assim vou finalmente ler os livros que deixo parados na estante. Assim sendo, a minha lista é:
  • Finale
  • Os Homens Que Odeiam as Mulheres
  • Leviatã
  • Às Vezes o Mar Não Chega
  • Guerra e Paz I
  • O Código da Vinci
  • Maximum Ride I: O Regresso de Angel
  • Cidades de Papel
  • A Rapariga no Comboio
  • Prometes?
  • Uma Família Inglesa 
  • Diários de Havana


     

          Leitura Atual    

            

          

Aqui está a minha lista de livros para ler em 2015. Este post vai sendo atualizado consoante os livros forem lidos. 

Livros lidos (6/12):
  • Diários de Havana - Wendy Guerra (Resenha AQUI)
  • O Código Da Vinci - Dan Brown (Resenha AQUI)
  • Cidades de Papel - John Green (Resenha AQUI)
  • Maximum Ride 1: O Resgate de Angel - James Patterson (Resenha AQUI)
  • Leviatã - Scott Westerfeld (Resenha AQUI)
  • Finale - Becca Fitzpatrick (Resenha AQUI)
  • A Rapariga no Comboio - Paula Hawkins (Resenha AQUI)
  • Uma Família Inglesa - Júlio Dinis (Resenha AQUI)
  • Às Vezes o Mar Não Chega - Sofia Marrecas Ferreira (Resenha AQUI)
  • Os Homens Que Odeiam as Mulheres - Stieg Larsson (Resenha AQUI)
  • Prometes? - Diana Carvalho e Pedro Barbosa (Resenha AQUI)
  • Guerra e Paz I - Lev Toslstói (Resenha AQUI)

sábado, 26 de abril de 2014

The Fault In Our Stars (A Culpa é das Estrelas) - Resenha

The Fault In Our Stars 
(A Culpa é das Estrelas)
Sinopse: "Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrada do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio aos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente rescrita."
Nome do Livro: The Fault In Our Stars (A Culpa é das estrelas)
Nome do Autor: John Green
Resenha: Antes de tudo devo dizer que o John Green conseguiu colocar num só livro um pouco de tudo: um romance incrível e apaixonante, muito drama mas sem se tornar ridículo, muita comédia, um pouco de humor negro e uma nova perspectiva para as pessoas que lêem o livro. 
Não vou dizer que o livro não é um bocado pesado para quem é instável emocionalmente, porque o livro é, mesmo que saibamos que retrata a cruel realidade. 
No livro nós seguimos a vida de Hazel, uma paciente com cancro nos pulmões, que se encontra com Augustus, um rapaz de 17 anos com uma perna falsa. Augustus apaixona-se por Hazel e, esta é uma das coisas que mais amo neste livro, ele tem uma forma incrível de o mostrar e diz que a ama sem problemas nenhuns, sendo direto, sem redeios, simplesmente a verdade. E o romance entre eles é só das coisas mais fofas de sempre. 
Depois existe o Isaac, e oh como eu amo esta personagem. Isaac é o amigo dos dois que ficou cego e que tem um humor incrível. Foi através de esta personagem que o autor conseguiu me fazer rir mais. Isaac é tão cheio de vida, é tão humorístico, é tão fofo, nem sei, só me apetece conhecê-lo.
O autor demonstra um bocado de humor negro, mostrando que os próprios doentes sentem-se mais à vontade a fazer piadas sobre a situação do que as pessoas ao verem pessoas assim.
Já tinha ouvido falar muitas vezes deste livro, e na verdade já me tinham dito o final, talvez por isso ele não me tocou tanto como ao resto das pessoas. Mas termina com uma carta que simplesmente me partiu o coração de imensas formas.
O livro é mesmo muito bom e vai sair agora um filme que espero/parece-me que seja tão bom como o livro.
É dos livros que eu mais recomendo, sem dúvida nenhuma.
Este livro tem frases e momentos muito bons e copiei-as para a lista que vem a seguir. Mas, como eu li o livro em inglês, achei melhor dar-vos as frases em original e depois a tradução à frente:

Quotes/Best moments:

  • «There will come a time when all of us are dead. All of us. There will come a time when there are no human beings remaining to remember that anyone ever existed or that our species ever did anything. There will be no one left to remeber Aristotle or Cleopatra, let alone you. Everything that we did and built and wrote and thought and discovered will be forgotten and all of this will have been for naught» (Vai chegar uma altura em que vamos estar todos mortos. Todos nós. Vai chegar uma altura em que não vai haver seres humanos para se lembrarem que qualquer pessoa já existiu ou que a nossa espécie alguma vez fez alguma coisa. Não vai sobrar ninguém para se lembrar de Aristóteles ou Cleópatra. Tudo o que fizemos e construímos e escrevemos e pensámos e descobrimos vai ser esquecido e tudo isto vai ser por nada.)
  • About cigarettes: «The don't kill you unless you light them - he said as Mom arrived at the curb. - And I've never lit one. It's a metaphor, see: You put the killing thing right between your teeth, but you don't give it the power to do its killing» (Sobre os cigarros: Eles não te matam a não ser que tu os acendas - ele disse enquanto que a mãe chegava à curva - E eu nunca acendi um. É uma metáfora, vê: Tu pois a coisa que mata mesmo no meio dos teus dentes, mas não lhe dás o poder para te matar.)
  • «-But you don't even have my number - he said. / -I strongly suspect you wrote it in the book. - He broke out into that goofy smile. - And you say we don't know each other.» (-Mas tu nem sequer tens o meu número - ele disse. / -Eu suspeito fortemente que tu o escreveste neste livro. - Ele começou a fazer aquele sorriso amoroso. - E tu dizes que nós não nos conhecemos um ao outro.)
  • «That's the thing about pain - Augustus said, and then glaced back at me - It demands to be felt» (Essa é a coisa sobre a dor - Augustus disse, e sorriu de volta para mim - Foi feita para ser sentida.)
  • «It would be a privilege to have my heart broken by you» (Seria um privilégio ter o meu coração partido por ti)
  • «Some infinities are bigger than other infinities» (Alguns infinitos são maiores do que outros infinitos.)
  • «I cannot tell you how thankful I am for our little infinity. I wouldn't trade it for the world. You gave me a forever within the numbered days, and I'm grateful» (Eu não te consigo dizer o quão agradecida eu estou por este pequeno infinito. Eu não o trocaria pelo mundo. Tu deste-me um para sempre em um número de dias, e eu estou agradecida.)
  • «Nothing gold can stay» (Nada dourado pode permanecer.)
  • «The marks humans leave are too often scars.» (As marcas que os humanos deixam são muitas vezes cicatrizes.)
Trailer da adaptação do livro para o cinema: