domingo, 21 de outubro de 2018

Mamma Mia! Here We Go Again - Opinião

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Há cerca de dez anos atrás, eu vi, pela primeira vez, o filme Mamma Mia. Rapidamente, e apesar de inicialmente as minhas expetativas serem baixas (musicais nunca foram muito um género de filmes que eu gostasse), fiquei completamente apaixonada pelo filme - as paisagens, as cores, os atores incríveis e, sobretudo, a história e músicas divertidas cativaram-me como nunca outro filme o tinha feito. Desde aí, eu e a minha melhor amiga (outra amante do filme) criámos a tradição de assistirmos o filme juntas para celebrar basicamente tudo. Então, ao longo de dez anos, vimos o filme muitas vezes, sempre sem esperança de ser realizado um segundo. 
Imagem relacionadaQual a nossa surpresa quando, um dia e sem estarmos de todo à espera, descobrimos que vai ser feita uma sequela. Por coincidência (ou destino, quem sabe), a data de lançamento coincidiu com a altura do meu aniversário e, para não fugir à tradição, lá fomos nós ver o Mamma Mia, mas desta vez a sequela. 
Ver a continuação de um filme que gostamos é sempre complicado: o segundo tende a ser mais fraco mesmo quando o cast de personagens se mantém e quando fazem o primeiro filme já a contar fazer um segundo, o que não foi o caso para este filme. Então, e apesar de, por um lado, termos as esperanças altas, por outro, estávamos cheias de medo. E se a continuação de um filme tão bom fosse horrível?
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Mas qual não foi a surpresa mal o filme começou - não foram precisos nem 5 minutos para ficarmos cativadas. Iniciamos logo com uma música importante para o primeiro filme (ah, a nostalgia) e, de seguida, somos apresentadas à Donna mais nova, na sua formatura, e é aqui que se inicia a primeira música verdadeiramente dita, a When I Kissed The Teacher, que ficou das minhas favoritas. A partir daí, vamos constantemente alternando entre dois cenários: por um lado, temos a Sophie a preparar a reabertura do hotel da mãe e a sua relação com as personagens do primeiro filme; por outro, temos a Donna no passado a decidir o que quer da vida e a viver os seus três grandes amores. 
A forma como a edição do filme foi realizada, e a passagem entre cenas, ficaram extremamente bem feitas: passávamos do presente para o passado e do passado para o presente sem qualquer corte brusco. Os editores estão, sem dúvida, de parabéns. 
Resultado de imagem para mamma mia here we go again bill harry andComo já seria de esperar, temos, mais uma vez, paisagens incríveis, repletas de cor. 
Agora os que são, para mim, os grandes três pontos positivos deste filme: cast, história e músicas. 
Relativamente ao cast, já sabemos que eu amo as personagens clássicas (as do primeiro filme) e temos, mais uma vez e como seria de esperar, uma representação incrível de todos eles, com destaque para duas novas personagens que se juntam às personagens clássicas no presente, e que, apesar de terem um papel mais pequeno, o fizeram bastante bem: a fantástica Cher e o ator Andy Garcia. Quanto ao cast que atua como as personagens mais novas, eu também fiquei completamente apaixonada por todos eles. Quem me conhece sabe que, já tem alguns anos, que a Lily James é, juntamente com a Meryl Streep, a minha atriz favorita, e, como eu esperava, nenhuma das duas desiludiu. Um forte destaque deve ir para as atrizes que fizeram de Tanya e Rosie mais novas, a Jessica Keenan Wynn e a Alexa Davies, respetivamente, e para os atores que representaram também a versão mais nova dos três pais, Hugh Skinner (Harry), Josh Dylan (Bill) e Jeremy Irvine (Sam), que foram cinco personagens que conquistaram.
Já quanto à história em si não tem muito que se lhe diga além de que foi absolutamente incrível. Enquanto que, no primeiro filme, temos todo um cenário mais denso e profundo, neste segundo temos uma vibe bem mais divertida, marcada por uma história mais leve mas, ao mesmo tempo, com alguns momentos importantes e marcantes (posso dizer-vos que chorei que nem um bebé no final do filme). 
Resultado de imagem para mamma mia here we go againPor último, e relativamente às músicas, eu fiquei apaixonada. Neste segundo filme temos músicas que apareceram no primeiro filme, como os clássicos Dancing Queen e Mamma Mia, outros grandes sucessos dos Abba, como Fernando e Waterloo e músicas que, apesar de eu desconhecer até ver o filme, fiquei completamente fã. Sendo as minhas músicas favoritas deste filme, a When I Kissed the Teacher, como já referi, que além de ser uma ótima música, tinha uma coreografia e cenário incrível, a Angel Eyes, uma música que eu não conhecia e que, protagonizada pela Sophie, Tanya e Rosie foi muito engraçada, e as músicas I've Been Waiting for You e My Love, My Life, duas músicas que me fizeram (e ainda fazem) chorar muito. 
Verdadeiramente, não tenho muito mais a dizer. Termino apenas por dizer que, como já devem ter percebido, Mamma Mia: Here We Go Again é um filme incrível, uma ótima sequela, e eu recomendo completamente. 
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domingo, 30 de setembro de 2018

Guilty Book Tag

Olá! Aqui estou eu para responder a mais uma tag. 
Desta vez, é a Guilty Book Tag, criada pela Mariana do blog Banal Girl
Como já tem sido costume, estou a responder a esta tag juntamente com a Tânia do blog Thinking Like a Fangirl (podem ver as respostas dela aqui), que foi quem fez estas imagens lindas! 
Vamos à tag: 
Culpada de comprar um livro apenas porque estava com desconto
Resultado de imagem para o segredo do meu marido asaEu sou, sinceramente, culpada de fazer isto imensas vezes. No entanto, por norma, só compro livros que estejam já na minha wishlist. O único livro que me lembro, assim de repente, de ter comprado apenas porque estava com desconto, foi o Segredo do Meu Marido... culpada!
Culpada de comprar um livro só pela hype
Resultado de imagem para 5ª vagaComo bloggers literários, acho que todos nós acabamos por ser culpados de comprar um livro pela hype. Um que eu, sem dúvida, corri para comprar por causa da hype foi o a 5ª vaga (muito também por causa do filme). Ironicamente, corri para o comprar e agora ele ainda está na minha estante à espera para ser lido. 
Culpada de comprar a trilogia/coleção inteira de uma vez
Resultado de imagem para bedwyn sagaBem, isto eu verdadeiramente nunca fiz. No entanto, comprei a saga dos Bedwyn da Mary Balogh (exceto o 5 e 6 livros que ainda não tinham saído) em 2 dias diferentes todos na mesma semana - primeiro os três primeiros livros, depois o 4º livro e os dois livros que são acompanhantes da série. Sou culpada, mas sou uma culpada feliz.
Culpada de assistir um filme/série antes de ler o livro
Resultado de imagem para pride and prejudice 2005Aqui, de uma maneira geral, acho que nunca o fiz a não ser num caso: Orgulho e Preconceito. Um dia, estava a decidir um filme para ver e apareceu-me um filme de que nunca tinha ouvido falar (na altura era ainda nova e não conhecia quase clássicos nenhuns). Vi o filme, amei, revi uma data de vezes e, só quase um ano depois é que, estando na livraria, vi o livro. Comprei e também amei. Então, sou culpada sim, mas sou uma culpada involuntária. Entretanto, ainda são um dos meus livros e um dos meus filmes favoritos da vida. 

Culpada de irritar uma pessoa até ela ler um livro que amas
Resultado de imagem para the deal elle kennedyBem... para ser honesta, eu disse tantas vezes à Tânia que ela tinha de ler o The Deal, que ela leu. Então sim, culpada, mas ela gostou do livro, então sou só uma boa amiga 😂
Culpada de ler/comprar um livro por causa da capa
Acho que nesta não sou culpada. Claro que já me interessei por livros por causa da capa, mas nunca aconteceu comprar um livro só por causa da capa, eu vejo sempre a sinopse primeiro e, só se me interessar, compro. Então aqui estou inocente. 

Culpada de ter um livro por ler na estante há mais de um ano
Aqui eu sou completa e absolutamente culpada. Tenho demasiados livros e pouco tempo, então, mais de metade dos meus livros por ler na estante estão lá há mais de um ano, nem dá para escolher um. 100% culpada. 

Culpada de não gostar de um livro que toda a gente gosta
Resultado de imagem para alice's adventures in wonderlandAqui até tenho uma resposta bastante atual, um livro que li em Agosto: Alice no País das Maravilhas. Não gostei nada, dei 2 estrelas, e não foi uma leitura nada boa. Realmente fiquei bastante desiludida depois de ver opiniões tão boas. Assim sendo, culpada!

Culpada de saltar páginas
Aqui sou culpada apenas de saltar páginas para ir ver o que vai acontecer ou quando é que um problema qualquer se vai resolver, mas volto sempre para onde estava. Se começo um livro, termino sempre, e não salto palavra nenhuma, muito menos páginas. Logo, só sou culpada a metade.

Culpada de não terminar um livro
Nop. Não. Se eu começo um livro, termino sempre, demore um ano, dois anos ou três anos, mas eu termino sempre. Por vezes o fim compensa e não acho que, enquanto blogger, consiga dar uma boa e fundamentada opinião sobre um livro que não terminei. Portanto, termino sempre e sou completamente inocente nesta acusação. 

E assim termina a tag. Devo dizer que até estou orgulhosa de mim própria, não fui muitas vezes culpada (apesar de terem havido ali duas situações a meias), mas ainda houveram crimes nos quais sou inocente. 
Esta tag é extremamente divertida e, apesar de não marcar ninguém, recomendo bastante que experimentem responder a esta tag. 
Boas leituras! 

sábado, 29 de setembro de 2018

Leituras do Mês - Agosto/2018 (Wrap Up - August/2018)


08/07/2018
148
★★

Alice no País das Maravilhas do Lewis Carroll

Opinião
Livros lidos: 1
Número de páginas lidas: 148
Rating geral: 2
Filmes vistos: 1
Temporadas de séries terminadas: 0

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Hotel Transilvânia 3 - Opinião

Imagem relacionada
Como amante de filmes de animação, e tendo uma melhor amiga que partilha o meu gosto, decidimos, no aniversário dela, ir ver um filme e, na hora da escolha, o Hotel Transilvânia 3 foi o grande sortudo. 
Resultado de imagem para Hotel Transilvânia 3Para quem não conhece ou nunca viu filmes desta franquia, em Hotel Transilvânia temos como personagens principais um grupo de monstros, que gerem um hotel, e que procuram viver o seu dia-a-dia, de preferência, longe dos humanos, apesar de que isso não é tão fácil de acontecer. Como personagens centrais dos filmes, temos sempre um grupo de amigos  completamente diferentes e extremamente engraçados, do qual se destaca o grande dono do hotel, Drácula.
Como dá para ver os filmes independentes e, mesmo assim, perceber a história, não vou revelar nada da história do 1 ou 2 filme. Já neste terceiro, e devido ao Drácula se sentir sozinho, a sua filha Mavis decide levar a sua família toda, ou seja, todos os que ajudam a gerir o hotel, para um cruzeiro. O que eles não sabem, é que a capitã do barco é a sobrinha de um homem que passou a sua vida toda a tentar apanhar e matar o Drácula. A partir daqui, dão-se uma série de acontecimentos.
Resultado de imagem para Hotel Transilvânia 3Apesar de ter gostado deste filme, sinto que ele foi, sem dúvida, o mais fraco dos três. Como é costume, ainda somos presenteados com momentos muito engraçados (um em especial, mais para o final do filme, a cena do DJ, foi muito bem pensada) mas nada como nos anteriores.
No entanto, este não foi o meu principal problema com o filme, mas sim o decorrer da história em si. Eu percebo que é um filme de animação e, consequentemente, feito para um público mais infantil e que por isso deve ter uma linha de ação menos complexa, no entanto, nem isso é suficiente para explicar o facto de o drama acabar por se resolver super depressa: temos a introdução da situação e, quando verdadeiramente percebem a situação, ela resolve-se num piscar de olhos, parece que nem custa nada. E eu gostaria que essa parte tivesse sido um bocadinho mais explorada, já que decidiram incluir essa parte na ação.
Duas personagens que, para mim, se destacaram muito neste filme foram o casal de lobisomens que, sem dúvida nenhuma, foram os mais engraçados do filme todo, e uma terceira personagem que, estranhamente, nunca se destacou tanto para mim nos dois filmes anteriores mas que foi uma excelente personagem neste filme, é o Jonathan, o marido da Mavis, a filha do Drácula.
Assim sendo, e de uma maneira geral, é um filme que recomendo sim, mas não acho que tenha sido tão bom como os anteriores. Apesar disso, continua a ser um bom e divertido filme de animação, então experimentem.
(7 em 10 estrelas)

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Alice no País das Maravilhas | Alice's Adventures in Wonderland - Opinião (Book Review)

Alice no País das Maravilhas

Título do livro: Alice no País das Maravilhas
Título Original: Alice's Adventures in Wonderland
Nome do Autor: Lewis Carroll
Editora: Expresso | Visão
Número de páginas: 148 páginas
Sinopse: «É um dos mais extraordinários contos de fadas de sempre, onde a imaginação reina como senhora absoluta, o absurdo e o nonsense delirante dominam e onde tudo é possível. O Coelho Branco, o Gato de Cheshire, a Lebre de Março, o Chapeleiro Maluco, a Rainha de Copas…e, claro, Alice…Quem não se lembra das personagens que Lewis Carroll imortalizou e que fazem parte do imaginário de várias gerações?
Um livro mágico de Lewis Carroll, numa edição de colecionador com anotações manuscritas de Rui Reininho e novas ilustrações de João Lemos»
Quem me conhece, sabe que, desde pequenina, tenho um amor incondicional pela história do Peter Pan. Mais recentemente, e depois de ler a versão original, decidi ler a versão original de outro livro muito famoso, Um Conto de Natal, e, depois da Expressa lançar a edição de Alice no País das Maravilhas ilustrada e comentada, eu tive de ler a versão original da tão famosa história da menina que caiu numa toca de coelho.
Para quem não conhece a história, na famosa obra escrita por Lewis Carroll, acompanhamos Alice, uma menina que, um dia, cai numa toca de coelho e vai parar ao 'País das Maravilhas', um mundo completamente diferente àquele a que Alice (e o próprio leitor) está habituado.
Antes de mais, e como já mencionei acima, esta edição é ilustrada, pelo João Lemos (que pelos vistos trabalha para a Marvel) e pelo Rui Reininho, o famoso vocalista da banda GNR. As ilustrações são, de facto, lindíssimas, tornando este livro talvez das melhores edições que já vi desta obra, que tem bastantes edições diferentes. No entanto, os comentários não me convenceram - são extremamente confusos e desnecessários: em nada acrescenta à história e, na maior parte das vezes, nem tem nada a ver, isto é, quando eu conseguia perceber do que é que ele estava a falar. Senti que tinha de referir tanto as ilustrações como os comentários para quem esteja interessado nesta edição, no entanto, em nada eu ter gostado das ilustrações e o eu não ter gostado dos comentários vão influenciar a minha opinião do livro.
Relativamente à história, devo dizer que fiquei extremamente desiludida. Todos conhecem a história da Alice, mas a versão original é bastante diferente e bem mais chata. Nada e tudo acontece ao mesmo tempo, a história é extremamente confusa e os eventos são completamente desconectados. Já para nem falar que são mais de 100 páginas sem qualquer propósito e apenas as últimas duas páginas acrescentam algo.
Assim sendo, e de uma maneira geral, Alice no País das Maravilhas não foi, definitivamente, história para mim. Recomendo mais não seja para matarem a curiosidade, mas não esperem a história que ouviram em criança, vão ficar desiludidos.
Boas leituras.
(2 em 5 estrelas)

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Leituras do Mês - Julho/2018 (Wrap Up - July/2018)


08/07/2018
392
★★★

Back Ice da Becca Fitzpatrick

Opinião

09/07/2018
334
★★★
Seventeen da Suzanne Lowe

26/07/2018
411
★★★
This Savage Song da V.E. Schwab

28696452
Opinião

29/07/2018
226
★★★
½
A Thousand Rooms da Helen Jones

32721282
Opinião

Livros lidos: 4
Número de páginas lidas: 1363
Rating geral: 3,6
Filmes vistos: 1
Temporadas de séries terminadas: (Em atualização)

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Zombie Apocalypse Book Tag

Olá!
Mais uma vez, trago uma tag para o blog. Desta vez, é a Zombie Apocalypse Book Tag, uma tag ligeiramente diferente. 
Como já tem sido costume, fiz esta tag em conjunto com a Tânia Dias do blog Thinking Like a Fangirl e eu descobri a tag no blog DreamlandBookBlog, sendo que o criador da tag é o canal de YouTube  Nannerale TV
Como não tenho mais nada a acrescentar, vamos às regras:
Temos então de começar por escolher 5 livros. No meu caso, como estou a fazer a tag em conjunto com a Tânia, decidimos que cada uma dava uma lista de 20 livros à outra e, assim, eu selecionei os seus 5 livros dessa lista e ela selecionou os meus. Da lista que lhe apresentei, ela escolheu O Pacto da Elle Kennedy, Orgulho e Preconceito da Jane Austen, Tudo o Que Ficou Por Dizer da Celeste Ng, Trono de Vidro da Sarah J. Maas e a Alice no País das Maravilhas do Lewis Caroll. 
Com os livros escolhidos, temos de, para cada uma das categorias seguintes, abrir aleatoriamente cada um dos livros (o primeiro livro para o primeiro e segundo desafio, o segundo livro para o terceiro e quarto desafio e assim por diante, sempre em páginas diferentes e com personagens diferentes) e assim constituir a nossa equipa para o Apocalipse Zombie. Vamos a isso!
1º livro - O Pacto da Elle Kennedy
A primeira pessoa a morrer
Abrindo o livro numa página aleatória, calhou na página 195, onde o primeiro nome é do Garett... Começa mal. 

A pessoa que tu fazes tropeçar para fugir dos zombies
Abrindo, mais uma vez, o Pacto numa página aleatória, calhamos na página 324 onde o primeiro nome que surge é o do Beau. Okay, já temos menos duas personagens que, apesar de não terem poderes, são bastantes fortes, a coisa não está a correr bem. 

2º livro - Orgulho e Preconceito da Jane Austen
A primeira pessoa a tornar-se num zombie
(Que não seja o Darcy, que não seja o Darcy....) Abrindo Orgulho e Preconceito numa página aleatória, calhamos na página 104, a primeira página do capítulo 20 onde as primeiras palavras do capítulo são, literalmente, Mr. Collins. Bem, não posso dizer que fique chateada com esta, pelo menos não vai irritar ninguém do grupo. 

A pessoa que te faz tropeçar para fugir dos zombies
Abrindo novamente numa página aleatória, caímos na página 168 onde, mais uma vez, se inicia um capítulo, o 32, e onde a primeira palavra é Elizabeth. Não a consigo imaginar a fazer-me tropeçar de propósito... traidora. 

3º livro - Tudo o Que Ficou Por Dizer
O idiota da equipa
Desta vez a página que calhou é a 85, onde o primeiro nome é Janet Wolff. Eu já não me lembro bem desta personagem mas, pelo que percebi, é uma doutora, então isto é péssimo. Esta equipa parece-me condenada ao fracasso....

O 'cérebro' da equipa
Abrindo o livro na página 174, o primeiro nome que surge é o Jack que, se eu não estou em erro, foi um grande amigo da personagem principal do livro. Não é a pessoa mais inteligente mas, ao mesmo tempo, não é uma má opção. 

4º livro - Trono de Vidro da Sarah J. Maas
O médico da equipa
Bem, de acordo com a página 68 de Trono de Vidro, parece que a Celaena Sardothien vai ser a médica. Para ser honesta, não é uma má opção, finalmente a equipa começa a ter algumas hipóteses. 

O especialista em veneno
Abrindo aleatoriamente, calhamos na página 166, onde o primeiro nome é o do Chaol. Mais uma vez, não é uma má escolha, já estou a gostar mais desta equipa!

5º livro - Alice no País das Maravilhas
O que arranja confusão
O arruaceiro é, retirado da página 48, a Maria Ana, que é a ajudante do Coelho Branco e que não aparece em mais cena nenhuma. Acho que o grupo aguenta com este arruaceiro. Qualquer coisa, pedimos ao Chaol para exercer as suas funções. 

O capitão da equipa
Oh Deus, escolher o capitão da equipa no livro da Alice não parece muito boa ideia, mas vamos lá. Aleatoriamente, temos a página 57 e é.... a lagarta. Pronto, estamos condenados, mortos, feitos.

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E assim termina mais uma tag, nitidamente com uma das piores equipas do mundo. Esta é uma tag extremamente engraçada de responder então, se tiverem tempo, recomendo que tentem. 
Boas leituras!