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sábado, 10 de dezembro de 2016

Convergente - Opinião

Convergente



Nome do livro:
 Convergente
Nome original do livro: Allegiant
Nome do livro no Brasil: Convergente
Coleção: Divergente
Nome da Autora: Veronica Roth
Editora: Porto Editora
Número de páginas: 410 páginas

Sinopse:«Uma escolha
Pode transformar-te
Uma escolha
Pode destruir-te
A tua escolha
Vai definir-te

A sociedade de fações em que Tris Prior acreditava está destruída - dilacerada por atos de violência e lutas de poder, e marcada para sempre pela perda e pela traição. Assim, quando lhe é oferecida a oportunidade de explorar o mundo para além dos limites que conhece, Tris aceita o desafio. Talvez ela e Tobias possam encontrar, do outro lado da barreira, uma vida mais simples, livre de mentiras complicadas, lealdades confusas e memórias dolorosas.
Mas a nova realidade de Tris é ainda mais assustadora do que a que deixou para trás. As descobertas recentes revelam-se vazias de sentido, e a angústia que geram altera as vontades daqueles que mais ama.
Uma vez mais, Tris tem de lutar para compreender as complexidades da natureza humana ao mesmo tempo que enfrenta escolhas impossíveis de coragem, lealdade, sacrifício e amor.
Alternando as perspetivas de Tris e Quatro, Convergente, encerra de forma poderosa a série que cativou milhões de leitores em todo o mundo, revelando por fim os segredos do universo Divergente.»


Opinião: Eu adiei a leitura deste livro por muito tempo por dois motivos: o primeiro foi que eu adorei o primeiro livro e o segundo foi uma grande desilusão e tinha medo que o mesmo acontecesse com este; o segundo motivo é que eu levei spoilers quanto ao final e não percebia a necessidade de acabar assim. No entanto, depois de ler o livro, eu percebi sim o porquê e achei até necessário, mas já lá chegamos.
Relativamente à trama, roda à volta da do costume: salvar a sociedade, mas desta vez de um mal diferente, numa luta contra a mãe do Tobias.
O principal problema que tive com este livro foi o facto de que a leitura simplesmente não fluía e o livro ia arrastando-se lentamente e, se compararmos este livro com o primeiro realmente não está tão bom e mesmo se compararmos com o segundo podia estar melhor.
Entretanto gostei bastante da relação da Tris e do Tobias, mais do que no segundo livro, por outro lado, neste livro é a vez do Tobias de ser irritante e é a Tris que pensa mais por si própria, portanto no final parece que as personalidades destas personagens são a inversão uma da outra do segundo livro.
Como resultado de tudo o que eu já enumerei, eu estava a detestar o livro completamente, até que cheguei à parte final. O final foi tão bem escrito e tão bem planeado que me fez suportar o aborrecimento que tinha sido o livro todo. Assim sendo, para as pessoas que não leram este último livro porque receberam spoilers como eu e acham que é parvo o final, leiam, porque a explicação vale completamente a pena.
Apesar de não ser, nem de perto nem de longe, o meu preferido desta trilogia, que começou de forma incrível, eu recomendo a leitura e vou sem dúvida ler o livro de contos.
Boas leituras.
(2.5 em 5 estrelas)
Quotes/Melhores Momentos: 
  • «Pergunto-me se os medos vão realmente embora ou se apenas perdem poder sobre nós.» - Página 79
  • «O desespero pode levar uma pessoa a fazer coisas surpreendentes.» - Página 142
  • «O nosso mundo é tão grande que está completamente fora do nosso controlo. Que nós não somos tão grandes como pensamos.
    • Tão pequena que pode ser negligenciável. 
    • É estranho, mas há algo neste pensamento que me faz sentir quase... livre.» - Página 152
  • «Há muito, muito tempo atrás as pessoas tentaram mexer com a natureza e acabaram por piorar as coisas.» - Página 154

Trailer da adaptação do filme para o cinema: 


sábado, 9 de abril de 2016

Totally Should've Tag

Hoje eu decidi trazer-vos uma tag que eu não vi traduzida para português por ninguém, mas é uma tag bem conhecida, então é capaz de já ter sido traduzida. A tag chama-se Totally Should've Tag (traduzido à letra: Totalmente devia ter tag) e foi criada inicialmente pela Emma do emmmabooks (vejam o canal de youtube dela AQUI e o vídeo original da tag AQUI).

1. Totalmente devia ter tido uma sequela

Começo esta tag logo por falar de um dos meus livros preferidos da vida, Orgulho e Preconceito. Penso que toda a gente conhece minimamente a história das irmãs com uma mãe focada em casá-las, e da querida Elizabeth que um dia conhece Mr. Darcy, um homem frio e preconceituoso que vai acabar por perceber que não se pode lutar contra o que se sente, e que nem sempre se pode dar muita atenção ao orgulho.  O porquê de eu achar que o livro devia ter uma sequela? Primeiro porque adorava que houvessem mais livros completos da incrível Jane Austen e não apenas seis, e segundo, porque eu adoro o romance neste livro e ia adorar ainda mais se houvesse outro livro em que nos fosse contada a versão do Mr. Darcy (e sim, eu sei que existe um livro assim, mas eu refiro-me a um escrito pela Jane Austen) e ainda um livro sobre como foi a vida deles depois do final deste livro e como eles conseguiram lutar com o preconceito da diferença de classes.
2. Totalmente devia ter tido uma série spin off

Para esta resposta eu vou ter de escolher a série Uglies do Scott Westerfeld. Porquê? Porque no final do terceiro livro dão-se grandes alterações no mundo e essas alterações são mostradas no 4º livro, Excecionais, que acompanha outras personagens, e eu realmente gostei deste livro spin off, mas eu queria mais, eu queria uma trilogia (ou pelo menos uma duologia) de livros inteira sobre como ficou um mundo depois do final de Especiais. Em Excecionais é apresentado um mundo tão bom que eu tenho mesmo pena de não haver mais livros a seguir a este. (A história do livro é explicada mais abaixo)




3. Um autor que totalmente devia escrever mais livros
Nesta resposta eu vou ter de roubar e escolher duas. A primeira é a minha querida Kiera Cass com os seus livros rápidos de ler e que eu tanto adoro. Tirando livros da série da Seleção e A Sereia, eu não ouvi falar de mais nenhum livro dela, e eu realmente ia gostar de ler mais livros dela. Outra que devia ter mais livros é a Victoria Aveyard, que se estreou com Red Queen, e que até ao momento só têm 3 livros, e todos relacionados com Red Queen, então eu gostava mesmo que houvesse mais livros destas duas incíveis autoras.
4. Uma personagem que totalmente devia acabar com outra pessoa

Não existe nenhum livro até ao momento que eu tenha desejado que uma personagem ficasse com outra pessoa, no entanto tem uma série de livros que para lá caminha: Trono de Vidro, um dos meus livros preferidos. Esta série acompanha a assassina mais temida de todas que luta no primeiro livro para se tornar a assassina do rei. E eu só li o primeiro livro, no entanto levei spoilers sobre algo que acontece a partir do 3º ou 4º, não tenho bem a certeza. Então, para quem leu apenas o 1º ou o 2º livro e não quiser levar spoilers, eu aconselho a não lerem o que eu aqui vou escrever e seguirem para a resposta ao tópico 5. Então, eu soube que nos livros mais recentes a minha querida Celaena fica muito perto de um rapaz chamado Rowan, e isto para mim não pode ser, porque eu adoro completamente o Chaol e espero que eles fiquem juntos. Eu sei que a série ainda não acabou, e muita coisa ainda pode mudar, mas eu estou a ver demasiada gente a gostar dela com o Rowan e o Chaol a ser muito esquecido, e espero seriamente estar enganada e que ela não acabe com o Rowan, ou vou ficar muito triste.
5. Totalmente devia ter acabado de forma diferente 

Nesta categoria eu vou roubar e escolher dois livros que o final me partiu o coração. O primeiro é A Rapariga Que Roubava Livros, um livro excelente, narrado pela morte, sobre uma rapariga que, na época nazi, descobre um amor gigante por livros, à medida que se vai metendo em muitas confusões (incluindo fazer amizade com um judeu), esta personagem vai crescendo imenso, e eu adorei isso. E eu realmente apaixonei-me por esta personagem, e pelo homem que a adotou e pelo melhor amigo dela, então quem já leu este livro sabe bem porque me partiu o coração, apesar de eu achar que o final foi realista e muito bem feito. Para quem não leu o livro, aconselho completamente a o fazerem. Outro livro que devia ter acabado diferente é o Ponte Para Terabithia, a história de um rapaz pobre que faz amizade com uma nova vizinha e juntos criam um mundo só deles, Terabithia, mas a partir prai dos 3/4 do livro, eu chorei imenso. Estes dois livros são completamente incríveis, e eu acho-os perfeitos assim, no entando, foram os únicos até hoje que me fizeram chorar, e eu gostava que tudo tivesse acabado bem (mesmo que se assim fosse eu talvez não tivesse gostado tanto).
6. Totalmente devia ter uma série de filmes

Uma série que me cativou completamente e que devia completamente ser tornada numa série de filmes foi a série de livros Imperfeitos do Scott Westerfeld. Estes livros passam-se numa sociedade em que as pessoas, aos 18 anos, fazem uma transformação para se tornarem fisicamente perfeitos. A personagem principal mal pode esperar por essa altura, mas quando a altura está quase a chegar, surge um problema que envolve um grupo que se recusa a fazer a operação e que tenta, a todo o custo, acabar com o governo. Eu ia morrer de felicidade se isto se torna-se um filme de tão bons que são. Imperfeitos, Perfeitos e Especiais seguem as mesmas personagens principais e a mesma época. Excecionais passa-se no futuro em comparação a Imperfeitos e acompanha o como é que ficou a sociedade após o livro Especiais. São livros muito bons, li cada um praticamente num dia, recomendo muito.
7. Totalmente devia ter uma série de tv

Uma série de livros que devia totalmente virar uma série de tv é a série Maximum Ride do James Patterson. Estes livros giram em torno de um grupo de crianças que foram geneticamente modificadas e ficaram com características de pássaros (como a habilidade para voar), então eles tentam continuar a fugir daqueles que os modificaram ao mesmo tempo que tentam sobreviver sozinhos sendo apenas jovens. Em Portugal os três primeiros livros foram traduzidos pela TopSeller, mas o terceiro já foi traduzido em 2013, então eu já perdi a esperança do resto, sendo que eles agora já são 9 (o 9º não está na imagem, é o Maximum Ride Forever), e estes livros são muito bons, então eu ia adorar ver uma adaptação para a televisão.
8. Totalmente devia ter tido apenas um ponto de vista

Eu não me consigo lembrar de um livro que gostava que tivesse tido apenas um ponto de vista, até porque eu adoro quando temos dois pontos de vista, então vou roubar um bocadinho e escolher dois livros que eu gostava que tivessem tido dois pontos de vista. O primeiro é A Seleção da Kiera Cass, porque eu gostava mesmo de acompanhar o Maxon em alguns momentos  (apesar de que eu ainda tenho de ler A Elite e A Escolha, então ainda tenho esperança de isso acontecer nos outros). Para quem não sabe, este livro começa quando America é convencida pela família a candidatar-se para ser a futura mulher do rei, e é uma das escolhidas para o concurso, então ela tem de viver na corte à medida que as concorrentes vão sendo eliminadas até se decidir quem vai se tornar a próxima rainha. Outro livro que eu gostava que tivesse tido outro ponto de vista (apesar de que eu já li à tanto tempo que até pode ter e eu não me lembrar, apesar de eu achar que não têm) é o Red Queen da Victoria Aveyard, porque eu ia adorar saber os pensamentos do Cal durante toda aquela confusão, pode ser que no Glass Sword isso aconteça. Red Queen passa-se num mundo em que as pessoas estão divididas pela cor do sangue, vermelho e prateado. Os de sangue vermelho são as pessoas normais e do escalão mais baixo, as de sangue prateado são aqueles que têm super poderes. Mare sempre viveu como uma pessoa de sangue vermelho, aquilo que ela é, mas quando um dia é obrigada a trabalhar no palácio, ela descobre que pode ter sangue vermelho, mas existe qualquer coisa de prateado dentro dela.
9. Totalmente devia ter uma mudança de capa

Eu realmente não me consigo lembrar de um livro que ache que deva ter uma capa nova, e o mais perto que me consigo lembrar disso é o Fala-me de Um Dia Perfeito da Jennifer Niven. Não que eu não goste da capa, eu gosto, o problema é que a acho fofa demais. Para um livro que fala de morte e suicídio, eu realmente acho que a editora portuguesa escolheu uma capa com cores demasiado vivas, o que dá um ar meio infantil ao livro.
Não sei se alguém partilha dessa opinião comigo, pode ser só impressão minha, mas realmente é o que me parece.



10. Totalmente devia ter mantido a capa original

Para esta resposta eu vou referir-me a um livro que em Portugal teve a sua capa mudada. Em Portugal, graças a Deus, não existe muito o hábito de mudarem as capas dos livros (sendo que as maiores alterações são por norma quando é lançado um livro que é adaptado o póster para a capa), mas no caso das Crónicas Lunares as capas foram totalmente alteradas. Em Portugal, por enquanto, só foram publicados os três primeiros livros, e nome manteve-se o original, mas as capas foram mudadas completamente. As capas originais são das capas mais bonitas que eu já vi, e as usadas em Portugal são simplesmente terríveis. Dos três livros, a Scarlet é a que considero mais bonita, e mesmo assim não gosto muito, no entanto, acho a capa de Cress muito feia, além de a lombada ser toda num rosa claro demasiado chamativo. Não fiquei mesmo fã desta alteração.
11. Totalmente devia ter parado no livro um

Apesar de eu ainda não ter terminado a série Divergente, eu realmente acho que devia ter parado no primeiro livro. Eu amei completamente o primeiro livro e consegui lê-lo em apenas um dia, o segundo não foi nem de perto nem de longe tão bom e a personagem principal passou o livro todo a irritar-me. Agora ando a ler o terceiro e já está a prometer ser pior do que o segundo (já para não falar do que acontece a seguir ao meio, que quem já leu sabe bem o que é).





Esta foi a tag Totally Should've, não vou marcar ninguém para responder, mas sintam-se marcados se a quiserem responder e digam-me nos comentários as vossas respostas.
Boas leituras.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Insurgente - Resenha

Insurgente

Sinopse: "A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer decisão tem consequências e, à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria. 
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior maneira possível e a guerra parece ser inevitável. 
Transformada pelas suas decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente as consequências dessa escolha.
Uma escolha pode significar um sacrifício. 
Um sacrifício pode implicar uma derrota.
Uma derrota pode ser um fardo. 
Um fardo pode tornar-se numa batalhar.
A tua escolha pode destruir-te."

Nome do Livro: Insurgente
Nome da Autora: Veronica Roth
Editora: Porto Editora
Número de Páginas: 371 páginas
Resenha: Demorei muito para começar a ler este livro porque gostei tanto do Divergente que tinha medo de me dececionar com este. Bem, isso não aconteceu. Houve partes em que o meu coração saltou e só me apetecia gritar "Oh por amor de Deus!", mas pelo lado positivo. O livro desperta emoções como se fossemos nós a viver a história.
Quanto ao filme, eu quero muito vê-lo. Quanto vi o trailer eu fiquei super ansiosa. Mas, tem um problema, parece-me que tem cenas muito diferentes do livro e eu estou com medo de me dececionar. Para isso não acontecer já sei que vou ter de ver o filme como se nunca tivesse lido o livro, como se não fosse inspirado no livro. Mas espero gostar dele.
A história do livro combina com a anterior, e está cada vez a ficar mais emocionante. Agora fiquei mais curiosa para saber o que se vai passar no terceiro, mas já sei o final, o que diminui um bocado a vontade de ler.
A história em si começa logo a seguir ao final de Divergente com as fações a desmoronarem-se. Neste livro as fações em si são mais exploradas e isso foi algo que ficou muito bem. Porque, por exemplo, os Cordiais só falava deles assim por alto no primeiro livro e explicava um bocado e tal, mas não havia muita interação com eles nesse livro, enquanto que neste eles tem um papel muito importante (não, não é spoiler porque praticamente todas as fações - e até os sem-fação - tem um papel importante neste livro). Eu gostei muito da parte da Tris lutando contra o que aconteceu ao Will. O Quatro neste livro houve momentos que me irritaram um bocado porque parecia duvidar de tudo na Tris. Isso deu-me vontade de lhe bater. Mas pronto. Este livro não tem muitos momentos em que eu fiquei tipo "ai o que?" como aconteceu no primeiro. Tem um momento assim quando se descobre algo sobre o passado de Quatro, mas nada demais. O problema de este ser o segundo é que eu não posso falar muito sem dar spoiler, então...
Quanto ao final, eu gostei mas já estava à espera praticamente desde a metade do livro, então ai a autora meio que desiludiu, mas também não acho que a história pudesse ter tido outro final e ter ficado tão bem.
O livro em si é bom e eu estou muito curiosa para ler o terceiro.
Boas leituras :)

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Seria ótimo que a vida fosse assim, com um processo que nos limpasse de toda a porcaria e que nos devolvesse ao mundo já puros. Mas há coisas que não se conseguem limpar.» - Página 37
  • «Às vezes as pessoas só querem ser felizes, mesmo que a vida real não seja assim.» - Página 54
  • «-Do que estás à espera, precisamente?
    • -Do fim do mundo. E o mundo já acabou.» - Página 72
  • «Sinto-me completamente nua. Não percebi que usava os meus segredos como uma armadura até eles terem desaparecido, e agora todos me podem ver como realmente sou.» - Página 112
  • «Não sei o que hei de dizer, ou fazer, relativamente a este lado imprevisível que nele se revela e que agora está aqui bem à vista, a borbulhar por baixo da superfície a cada coisa que ele faz e que é parecido com a parte mais cruel da minha própria pessoa. Há uma guerra dentro de cada um de nós. Às vezes, ajuda-nos a manter-nos vivos. Outras vezes ameaça destruir-nos.» - Página 176
  • «A batalha que estamos a travar não é contra um grupo específico. É contra a própria natureza humana... ou, pelo menos, aquilo em que ela se transformou.» - Página 370
Trailer da adaptação do livro para o cinema:


Quotes/Melhores momentos do filme:

Esta parte do post vai ser atualizada quando o filme sair e eu o assistir


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

12 livros para ler em 2015

Olá. Então, hoje eu decidi trazer uma postagem que muita gente está a fazer. Isso consiste em fazer uma lista de 12 livros para ler durante 2015, o que dá um livro por mês. Achei que a devia fazer porque assim vou finalmente ler os livros que deixo parados na estante. Assim sendo, a minha lista é:
  • Finale
  • Os Homens Que Odeiam as Mulheres
  • Leviatã
  • Às Vezes o Mar Não Chega
  • Guerra e Paz I
  • O Código da Vinci
  • Maximum Ride I: O Regresso de Angel
  • Cidades de Papel
  • A Rapariga no Comboio
  • Prometes?
  • Uma Família Inglesa 
  • Diários de Havana


     

          Leitura Atual    

            

          

Aqui está a minha lista de livros para ler em 2015. Este post vai sendo atualizado consoante os livros forem lidos. 

Livros lidos (6/12):
  • Diários de Havana - Wendy Guerra (Resenha AQUI)
  • O Código Da Vinci - Dan Brown (Resenha AQUI)
  • Cidades de Papel - John Green (Resenha AQUI)
  • Maximum Ride 1: O Resgate de Angel - James Patterson (Resenha AQUI)
  • Leviatã - Scott Westerfeld (Resenha AQUI)
  • Finale - Becca Fitzpatrick (Resenha AQUI)
  • A Rapariga no Comboio - Paula Hawkins (Resenha AQUI)
  • Uma Família Inglesa - Júlio Dinis (Resenha AQUI)
  • Às Vezes o Mar Não Chega - Sofia Marrecas Ferreira (Resenha AQUI)
  • Os Homens Que Odeiam as Mulheres - Stieg Larsson (Resenha AQUI)
  • Prometes? - Diana Carvalho e Pedro Barbosa (Resenha AQUI)
  • Guerra e Paz I - Lev Toslstói (Resenha AQUI)

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Divergente - Resenha

Divergente

Leitura Atual

Sinopse: "Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anula, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família.. e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem. 
Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se apaixona por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo e que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que acaba... ou acabar por destruí-la.
Uma escolha define as tuas amizades. Uma escolha determina as tuas convicções. Uma escolha condiciona as tuas lealdades... para sempre. Uma escolha pode transformar-te."
Nome do Livro: Divergente
Nome da Autora: Veronica Roth
Editora: Porto Editora
Número de Páginas: 352
Coleção: Divergente
Resenha:
Antes de mais tenho de dizer que provavelmente já toda a gente ouviu falar do filme Divergente, e se quem estiver a ler esta resenha tiver visto o filme, pode esquecer, a história base é a mesma, obviamente, mas certas partes foram completamente alterados ou excluídos mesmo no filme.
Divergente conta a história de Beatrice, uma rapariga de 16 anos num mundo onde as pessoas estão divididas em facções. Quando uma pessoa nasce está automaticamente numa facção, mas aos 16 anos têm de escolher se quer permanecer onde está ou escolher uma nova, caso escolha uma nova deve virar as costas à família e envolver-se na sua nova facção. Se falharem no teste de iniciação  da sua facção eles tornam-se sem facção, basicamente tornam-se sem-abrigos. Para os ajudarem a escolher eles fazem um teste que no livro é em parte diferente do feito no filme. No final desse teste em vez de Beatrice saber a que facção ela deve realmente pertencer, é lhe dado um diagnóstico inconclusivo. Ela é o chamado de Divergente, encaixa-se em mais do que uma facção. Ser Divergente naquela sociedade é algo muito perigosos e todos os divergentes estão a ser aniquilados, então Tori, um membro dos audazes, a aconselha a fingir não o ser e não o revelar a ninguém. É aí que as confusões começam.
O livro é mesmo um bom livro, não minto quando o digo. O livro traz surpresas e ação e ao mesmo tempo romance, mas sem ser daquele que até enjoa num livro de ação, daquela leve mas ao mesmo tempo intensa, aquela que até dá gosto de ler.
Devo dizer que o livro me surpreendeu porque eu esperava algo do género dos Jogos de Fome (ou Jogos Vorazes), na verdade quando eu ouvi falar deste livro pela primeira vez foi numa revista em que falavam de livros em que os autores se tinham inspirado em Jogos de Fome (ou Jogos Vorazes), então eu fiquei com a ideia de que ia ser algo muito parecido, mas enganei-me, a única coisa que estes têm em comum é o facto de que ambos são de ficção em tempos em que a sociedade é organizada em grupos, sendo que neste livro é em facções e nos Hunger Games é em distritos.
Eu fiquei muito viciada neste livro, muito mesmo, na verdade li o livro em uns 2 dias e fiquei a morrer de vontade de pegar logo no segundo.
O livro mostra como cada um vive se seguir-mos só um dos valores cultivados em cada facção: amizade, coragem, honestidade, a inteligência e o altruísmo. Numa sociedade onde ser diferente não é ser aceite, onde cada um pode ser apenas uma coisa, e onde ser diferente é como que atacar o sistema.
Tris consegue cativar o leitor mas irrita um pouco a pouca coragem que ela têm por vezes nela própria, não me levem a mal, ela é corajosa, muito mesmo, mas às vezes ela parece a pessoa mais medricas do mundo e isso é um bocado irritante, agradeço por isso acontecer pouco.
Mas de todos a personagem mais cativante é mesmo Quatro (ou Four no nome original), nós desenvolvemos um amor especial por ele e isso deixa-nos a torcer por eles juntos logo desde o princípio.
Muita gente vai odiar-me por isto, mas entre Divergente e Jogos de Fome (ou Jogos Vorazes) eu prefiro definitivamente Divergente, Divergente a nível de ficção é do melhor mesmo. Recomendo completamente.
Boas Leituras leitores. 

Quotes/Melhores momentos: 
  • «Apaixono-me sempre por esta vida. Mas é quando tento vivê-la que tenho problemas.» - Página 24
  • «Tudo - as nossas casas, a nossa roupa, o modo como nos penteamos - foi pensado para nos ajudar a esquecermos-nos de nós próprios e a proteger-nos da vaidade, da cobiça e da inveja, que são apenas forma de egoísmo. Se tivermos pouco e quisermos pouco e se formos todos iguais, não teremos inveja de ninguém.» - Página 27
  • «Amanhã o altruísmo e a coragem vão entrar em conflito dentro de mim e a verdade é que só uma destas qualidades pode vencer.» - Página 33
  • «Os seres humanos não toleram o vazio durante muito tempo.» - Página 40
  • «Preferia estar morta do que vazia.» - Página 47
  • «O abismo recorda-nos que é muito ténue a linha que separa a coragem da idiotice.» - Página 55
  • «Os que anseiam pelo poder e o conseguem acabam por viver no terror de o perderem.» - Página 57
  • «-Gosto de pensar que quando detesto alguém estou a ajudar essa pessoa - contrapõe Christina. - É uma maneira de lhe lembrar que ela não foi uma dádiva de Deus à Humanidade.» - Página 75
  • «Devemos ser capazes de tudo. É algo que me agrada. Porque pode chegar o dia em que não haja lanternas, armas ou uma mão que nos guie.» - Página 106
  • «Penso nesse dia da mesma maneira que poderia pensar no fim do mundo: nada mais importará depois dele.» - Página 125
  • «Sinto que, dentro de mim, tudo está vivo e a mexer, como se o meu corpo estivesse a ser carregado com electricidade: todas as veias e todas as fibras, todos os ossos e todos os nervos. Sou a adrenalina em estado puro.» - Página 163
  • «Ele não compreendia, e não se esforçava por compreender.» - Página 164
  • «O céu nocturno está vazio e silencioso e, pela primeira vez em quatro dias, é assim que também sinto a minha mente.» - Página 190
  • «-Por enquanto é mais importante para ti estares em segurança do que afirmares a tua razão. Compreendes o que eu estou a dizer? (...) Mas, por favor, quando tiveres uma oportunidade... Destrói-os.» - Página 206
  • «É grande, afectuoso e desastrado. Não, era. É a mudança que traz a morte: de é para era.» - Página 218
  • «Está a sorrir, na minha memória. Com o lábio revirado. Com dentes certinhos. Com um brilho nos olhos. A rir-se, a provocar-me, mais vivo nas minhas recordações do que eu na realidade estou. Era ele ou eu. E eu escolhi-me a mim própria. Mas sinto que também morri.» - Página 320
Trailer da adpatação do livro para o cinema: 



Quotes/Melhores momentos do filme:
  • «O futuro é daqueles que sabem a onde pertencem.» 
  • «O mundo inteiro está a mudar e tu tens de decidir a quem ser leal.»
  • «Não teram medo de falhar. Vocês escolheram-nos. Agora nós escolhemos-vos a vocês.»
  • «A raça humana destruiu a paz.»
  • «Deixamos tudo para trás, e encontramos-nos um no outro.»