Mostrar mensagens com a etiqueta Thriller. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Thriller. Mostrar todas as mensagens

sábado, 8 de julho de 2017

The Circle - Opinião | Film Review

Resultado de imagem para the circle movie poster
Emma Watson é, para pessoas dos seus 15 aos 35, uma atriz conhecida e adorada. Como tal, quando a atora protagonizou um novo filme, O Círculo, eu tive, imediatamente, de ir ao cinema assistir o seu novo projeto.
Imagem relacionadaNo The Circle, acompanhamos Mae Holland, uma universitária normal que, um dia, tem uma a possibilidade de sonho: trabalhar no Círculo, a maior empresa de tecnologia do mundo. Quando Mae entre nesta nova empresa, fica a conhecer o seu mais recente projeto, uma pequena câmera utilizada pelas pessoas para compartilhar detalhes das suas vidas. Ao mesmo tempo, Mae vê a sua vida mudar completamente quando, inserida nesta empresa, acaba, ela própria, por ter de partilhar todos os detalhes da sua vida com o mundo, o que a vai afetar a ela e a todos aqueles que a rodeiam.
Como dá para perceber pela premissa do filme, estamos, definitvamente, a falar de um filmes distópico, que ocorre num mundo marcado pela liberdade extrema de informação.
Quanto aos atores, não tenho verdadeiramente nenhum problema a apontar. Temos um cast incrível, encabeçado pela Emma Watson e pelo Tom Hanks, dois autores com um enorme potencial.
Imagem relacionadaO meu principal problema com este filme foi mesmo o ritmo: toda a parte inicial vai-se desenvolvendo num ritmo bastante lento e arrastado. No entanto, quando um momento importante começa a acontecer, ele, cada vez mais para o final do filme, vai acontecendo cada vez mais depressa, o que inclui o final que foi, para mim, apesar de inesperado, demasiado aberto: quando começa a emoção a sério, o problema é resolvido de uma maneira demasiado rápida e, sem sabermos ao certo o que uma cena quer dizer, o filme acaba.
Assim sendo, no aspeto da história em si, gostaria que tivesse acontecido de forma diferente.
Já quanto aos efeitos especiais, este foram, como seria de esperar de um filme nestas circunstâncias, estavam extremamente realistas. Também a banda sonora foi uma escolha boa.
Apesar de ter visto diversas críticas à falta de espaço de reflexão do filme sobre a temática que aborda, a falta de privacidade, eu discordo dessa opinião. Acredito sim, sinceramente, que o filme é construído de uma maneira que nos faz refletir sobre as consequências da falta de privacidade na vida de uma pessoa. Pelo menos, eu passei dias com a temática na cabeça.
De uma maneira geral, eu gostei do filme: os atores, a banda sonora e os efeitos especiais foram muito bons e a história apenas ficou a desejar, na minha opinião, no ritmo da história. Ao mesmo tempo, gostei da mensagem importante (e realista) que é passada e, como tal, é um filme que recomendo bastante, apesar de não ser o melhor trabalho de nenhum dos atores envolvidos. 

Resultado de imagem para the circle film quote


sábado, 31 de dezembro de 2016

Os Demónios de Berlim - Opinião

Os Demónios de Berlim

Nome do livro: Os Demónios de Berlim
Nome original do livro: Los Demonios de Berlín
Nome do Autor: Ignácio Del Valle
Editora: Porto Editora
Número de páginas: 365 páginas
Sinopse: «Berlim, 1945. Os soviéticos avançam, imparáveis, pelas ruas repletas de escombros. Em toda a cidade a luta é violenta, e a derrota alemã está iminente. Arturo Andrade está no meio de todo aquele caos. A sua missão: localizar Ewald von Kleist, que acaba por encontrar morto na chancelaria do Reich com um misterioso bilhete nos bolsos.
Começa assim este thriller escrito com paixão e rigor documental que, com um ritmo que não dá tréguas ao leitor, nos aproxima de uma personagem que deverá enfrentar múltiplos demónios, os alheios e os seus próprios, para salvar a única coisa que parece escapar a este contexto atroz: o amor de uma mulher.»

Opinião: Finalmente decidi ler este livro que estava parado na minha estante à demasiado tempo e, infelizmente, não foi tão bom como eu esperava. 
O livro segue o Arturo enquanto, em plena guerra, ele tenta desvendar um mistério e manter aqueles que ama vivos. 
Os meus problemas com o livro começaram logo no início quando o Arturo nos é apresentado. Para mim, ele parece-me ser uma personagem muito irreal tendo em conta o ano e a situação histórica em que o livro se passa, e eu não gostei disso. 
A forma de escrita do autor acabou por ser bastante boa por ser divertida e cativante em alguns pontos. 
Outro dos problemas que eu tive com o livro foi o facto de que são referidos vários cargos e locais em alemão sem que haja qualquer explicação, o que torna muito mais difícil a compreensão da ação. Depois temos ainda o problema que, no inicío, a forma de escrever do autor cativava, mas, a partir de um ponto, os parágrafos ficam compridos e cheios de descrições, o que torna mais complicado acompanhar todos os acontecimentos do livro. À escrita junta-se ainda o facto de que o autor, a meu ver, continua a descrever momentos que me parecem muito irreais. 
Apesar de todos estes problemas, o livro tem frases realmente muito boas. Outra parte que eu também gostei foi que as descrições das cenas de violência e horror são tão bem feitas que o leitor sente que está na cena e acaba por ser realista. 
Em geral, o livro teve partes que gostei muito e outras que detestei, o que me deixa sem saber bem o que sentir relativamente à história. 
Uma vez que o livro tem pesquisa histórica por trás, é realmente interessante ver o fanatismo que havia durante a 2ª Guerra Mundial e o final foi realmente muito bonito. Apesar de ter tido vários problemas com o livro, recomendo sim. 
Boas leituras. 
(3 em 5 estrelas)

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Como homens não somos nada, mas integrados numa causa somos invencíveis.» - Página 39
  • «O heroísmo é para as pessoas que não têm futuro.» - Página 44
  • «Permaneceram na cama, olhando pelas pequenas janelas da mansarda, enfeitiçados pela beleza do mundo, a insuportável beleza que a iminência da desintegração confere.» - Página 45
  • «Um rei executa sempre quem o viu chorar como príncipe.» - Página 142
  • «O pecado é a via mais rápida para a santidade.» - Página 224
  • «Um inocente defende-se sempre de modo diferente. Era a primeira coisa que tinha aprendido naquela guerra: que as mentiras são estáveis, ao passo que as verdades são contraditórias.» - Página 228
  • «Só há duas maneiras de nos escondermos, utilizando um disfarce ou mostrando-nos descaradamente.» - Página 231

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Pura Coincidência - Opinião

Pura Coincidência

Nome do livro: Pura Coincidência
Nome original do livro: Disclaimer
Nome da Autora: Renée Knight
Editora: Suma de Letras
Número de páginas: 298 páginas










Sinopse: «E se de repente se apercebesse de que é o protagonista do aterrador romance que está a ler? Catherine tem uma boa vida: goza de grande sucesso na profissão, é casada e tem um filho. Certa noite, encontra na sua mesa-de-cabeceira um livro de título O perfeito desconhecido.»

Opinião: Quando, logo após o lançamento do livro, o vi numa livraria, fiquei apaixonada pela capa e pelo título. Li a sinopse e também a premissa do livro me parecia interessante. Comprei o livro mas foi apenas meses depois que decidi pegar nele, o que foi uma ótima decisão. 
A história segue a vida de uma família completamente normal até ao momento em que um livro, com a descrição da vida de uma das personagens, surge na vida deles e desvenda segredos do passado. 
Relativamente às personagens, eu não gostei completamente de absolutamente ninguém, além de me parecerem pessoas demasiado ingratas, o marido da personagem principal só sabe pensar em si próprio e o seu filho só se sabe auto-arruinar, enquanto que a personagem principal se mantém calada sem nunca realmente dizer o que pensa ou admitir as coisas. Depois temos ainda as personagens secundárias que, além de não terem escrúpulos, se recusam perdidamente a aceitar que talvez as coisas não seja bem como elas pensam. 
O livro em si é bastante intrigante e, durante as primeiras cem páginas, cada novo capítulo acaba por levantar apenas mais duvidas e, talvez por isso mesmo, essas primeiras páginas passem de forma muito lenta. Além disto, um dos narradores, o masculino, é completamente louco, o que torna estas primeiras páginas ainda mais estranhas. No final, gostei destas cem páginas? Gostei, só acho que, se o livro todo fosse escrito como é escrito daí para a frente, poderia mesmo ser um livro de cinco estrelas, o que, infelizmente, não é. 
Depois temos, como em todos os bons livros, a reviravolta que eu achei que estava muito bem escrita, no entanto, eu já a esperava, então não foi todo aquele impacto que podia ter sido. 
O final esse sim, que eu gostei, foi completamente inesperado e deixou-me a pensar bastante. Consegui apenas duas quotes mas gostei bastante de ambas. Em geral Pura Coincidência é um thriller muito bom e, acima de tudo, muito bem escrito. Recomendo completamente.
Boas leituras.
4 em 5 estrelas

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Para ser um escritor, para ser um bom escritor, a pessoa precisa de coragem. Precisa de estar preparada para se expor. Precisa de ser corajosa.» - Página 21
  • «O acto de manter aquele segredo só para si quase se tornou maior que o próprio segredo.» - Página 32 

domingo, 30 de agosto de 2015

A Rapariga no Comboio - Resenha

A Rapariga no Comboio


Sinopse: "Todos os dias, Rachel apanha o comboio... No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.
Até que um dia... 
Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. 
Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos."

Nome do livro: A Rapariga no Comboio
Nome original do livro: The Girl On The Train
Nome no Brasil: A Garota no Trem
Nome da Autora: Paula Hawkins
Editora: Topseller
Número de páginas: 318 páginas
Resenha: Devido ao sucesso que este livro está a ter, eu realmente tinha grande expetativas, e nem acho que tenha sido desiludida, pelo contrário, gostei bastante do livro.
O livro acompanha principalmente a Rachel, porque depois vai haver mais dois narradores, e eu gostei bastante desta personagem principal por um lado, e por outro lado ela irritou-me bastante. Por um lado, adorei o facto de ela ser aquela personagem principal com falhas, ela não é perfeita, tem uma maneira única e estranha de pensar e tem os seus problemas, e sérios por sinal. Por outro lado, ela irritou-me muito em certas partes em que parecia não conseguir controlar-se, tornou-se irritante.
Todos os dias quando a Rachel apanha o comboio, ela passa a viagem inteira a ver as casas e as pessoas, imaginando as suas vidas, e até lhes dá nomes. Até que um dia ela vê algo relacionado com um casal, que não encaixa na sua fantasia. Depois de um certo evento que está na base do livro, ela vai contar o que viu à polícia, e é a partir daí que vai estar no centro de tudo.
A história do livro é intrigante e puxa muito o leitor, a forma de escrita de Paula Hawkins é simplesmente genial. Além disso, o facto de a escritora optar por três narradores permite perceber todos os ângulos da história e dá mais interesse ao leitor, sendo que um dos narradores passa o livro quase todo a narrar no passado, então é preciso tomar atenção às datas que iniciam cada narração.
O livro tem ainda aquela mudança em que vemos uma pessoa supostamente perfeita a deixar de o ser, ou seja, quando realmente se vê a revelação de uma pessoa.
Quanto à pessoa por trás de todos estes problemas, eu já esperava, ai não me surpreendi, porque sempre achei que a personagem não encaixava, mas adorei o final.
A topseller, mais uma vez, não desiludiu e reforçou o seu lugar como minha editora preferida. Recomendo completamente este livro.
Boas leituras.

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Ela cometeu um erro. Acontece. Nenhum de nós é perfeito.» - Página 113
  • «Tenho de contar a alguém nem que seja apenas uma vez. Dizer em voz alta as palavras. Se não me desfizer delas, vão devorar-me por dentro. O buraco no meu interior, o buraco que elas deixaram, vai tornar-se cada vez maior, até me consumir por completo.» - Página 116

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A Amante - Resenha

A Amante

Sinopse: "O jornalista Ben Casper é paranóico e obsessivo. E a maior e mais compulsiva das suas fixações é Diana, a bela mas inacessível mulher dos seus sonhos.
Quando ela é encontrada morta, após uma queda da varanda do seu apartamento, as autoridades não hesitam em considerar que é um suicídio. Mas Ben conhecia bem Diana e sabe que ela nunca se mataria. Convence-se de que a amiga foi assassinada e embarca numa aventura arriscada para conseguir prová-lo.
O jornalista descobre, porém, que ela levava uma vida dupla, e à medida que outras pessoas envolvidas na vida de Diana morrem em circunstâncias questionáveis, torna?se evidente que alguém não quer que a verdade venha ao de cima. E, a menos que Ben desista da sua investigação, ele pode ser o próximo a «sair de cena»...

Segredos, mentiras e uma conspiração mortal."

Nome do livro: A Amante
Nome do Autor: James Patterson
Editora: Topseller
Número de páginas: 348 páginas 
Resenha: Comecei a ler este livro já com grandes esperanças visto que James Patterson é o meu autor preferido. E devo dizer que agora, Ben Carter se tornou o meu personagem principal de todos os tempos.
Ele é uma personagem incrível que sabe imensos factos. Percebemos logo de cara que ele não pensa como as outras pessoas e isso torna-o muito mais interessante, e as suas constantes referências cinematográficas são engraçadas e interessantes.
Ele é tão perspicaz e ao mesmo tempo deixa a mente divagar tanto que realmente dá para ver semelhança com ele, eu adorei simplesmente esta personagem.
Além disso, James Patterson escolheu fazer uso de linguagem comum e de asneiras o que eu acho que permite entrar muito mais facilmente na história visto que se torna uma escrita comum, como se pudéssemos ser nós a falar.
Se eu já estava a adorar o livro, por volta da página 257 passei a amar completamente, o livro fica cada vez mais curioso e eu adoro essa curiosidade.
Só tenho um pequeno pormenor a apontar, achei que o livro demora demasiado tempo a explicar o porquê do título, afinal, eu estava já perto do meio quando consegui descobrir o porque, e digo desde já que, quem estiver a ler o livro e achar que já sabe qual é o segredo na origem da conspiração mortal, pode voltar já atrás, o segredo é muito mais surpreendente do que isso, na verdade, é tão bem pensado e inesperado que eu nunca na minha vida teria pensado em tal segredo, mas foi uma ideia realmente muito boa.
Uma coisa que adoro no James Patterson é o facto de os seus capítulos serem bastante pequenos o que facilita a leitura, além de que esta capa é simplesmente linda.
É um livro que recomendo sem duvida e um autor a que todos deveriam dar uma chance, sem dúvida que ele sabe como dar uma reviravolta no momento certo, além de que esta personagem principal é simplesmente incrível, todos deviam de ler este livro, mesmo.
Boas leituras.

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Se vês uma pedra a rebolar colina abaixo, trata de sair da frente. Ou seja, devemos escolher bem as nossas batalhas. Para quê desperdiçar tempo com o que não podemos vencer?» - Página 192
  • «Não somos duas pessoas com a vida em perigo. Somos dias pessoas que não têm nada senão este instante, nada senão este agora.» - Página 203
  • «Um patriota faz o que é melhor para o seu país, não o que é melhor para o seu líder.» - Página 276

A Criança N.º 44 - Resenha

A Criança N.º 44

Sinopse: "União Soviética, 1953.
A mão de ferro de Estaline nunca esteve tão apertada, fortalecida pelo Departamento de Segurança Estatal – uma força policial secreta cuja brutalidade não é segredo para ninguém.
Debaixo deste jugo, a população é levada a acreditar que o crime simplesmente não existe. No entanto, quando o cadáver de uma criança é encontrado na linha de comboio, o agente Leo Demidov – um herói de guerra dedicado ao Departamento – é surpreendido ao ouvir que a família da criança está convencida de ter-se tratado de um assassínio. Os superiores de Leo ordenam-lhe que ignore tal suspeita e ele obedece sem se questionar. Mas algo lhe diz que há muito mais por detrás desta história.

De um momento para o outro, a sua confiança de que tudo o que faz por ordem do Partido serve um bem maior é abalada e, arriscando tudo, Leo sente-se no dever de perseguir o terrível assassino – mesmo sabendo que ao fazê-lo se tornará, ele próprio, um inimigo do Estado...

Quando o medo silencia uma nação, alguém deve dizer a verdade."


Nome do livro: A Criança N.º 44
Nome do Autor: Tom Rob Smith
Editora: Dom Quixote
Número de páginas: 451 páginas 
Resenha: Antes de mais, devo dizer que este livro me deu sentimentos bastante diferentes e opostos ao longo da sua narrativa.
Visto o tema, eu já esperava um livro chocante, e recebemos logo o choque bem de cara. Ou seja, a parte que (na minha opinião) é a mais chocante do livro é logo a princípio, essa parte arrepiou-me toda.
Depois desse capítulo, a história continua muitos anos depois o que faz com que seja um pouco confuso, e mais para a frente, existem outras partes confusas sim que, se fossem tiradas, tornariam o livro muito melhor.
O livro faz ainda algumas descrições bem chocantes e detalhadas dos métodos de tortura usados pela União Soviética nestes anos, o que não é algo que uma pessoa consiga ler de ânimo leve. Mas são exatamente estas partes chocantes que levam o leitor a entender tão bem o clima e a pressão sentida na União Soviética nos anos 50/60, no qual as pessoas temiam mais os oficiais do governo e das forças militares mais do que se temiam umas às outras.
O livro segue sempre o Leo, e a Raisa, a sua mulher, aparece também diversas vezes. E a Raisa é exatamente a personagem que mais me fez mudar de opinião. Ela torna-se realmente surpreendente de uma forma bastante negativa e eu cheguei mesmo a odiá-la durante o livro.
Por outro lado, o Leo torna-se surpreendente de uma forma negativa. Ele é mais inteligente e corajoso do que parece durante a maioria do livro, foi realmente surpreendente.
Uma das coisas que não gostei do livro foi o facto de o assassino ser demasiado óbvio. Durante grande parte do livro nós não temos ideia de quem é, mas quando finalmente começam a dar pistas quanto a ele, é tão óbvio que uma pessoa até pensa porque raio é que não tinha pensado nisso antes.
O final foi deixado demasiado em aberto, coisa que eu não fiquei grande fã, mas como é um final meio que bonito, eu até deixei isso passar.
Outra coisa que deviam saber é que, a sinopse leva a pensar na história errada. O Leo não vai contra os superiores e simplesmente investiga, ele vai ter umas razões realmente boas, e a parte dos assassinios só ocupa prai metade do livro, e a primeira metade é como é que eles chegam à vista do Leo, o seu trabalho e a relação dele com a mulher e os colegas.
Recomendo para quem gosta deste género, mas não esperem muito.
Boas leituras.

Quotes/Melhores Momentos: 
  • «Controla aqueles em quem se confia.» - Página 60
  • «O terror era necessário. O terror protegia a revolução. (...) O medo era cultivado. O medo fazia parte do seu trabalho. E para que esse nível de medo pudesse ser mantido era necessário alimentá-lo com um constante abastecimento de pessoas.» - Página 80
  • «Um homem mede-se por aquilo que está preparado para fazer. Não por aquilo que está preparado para deixar os outros fazer por ele.» - Página 86
  • «Mesmo com seis anos de idade, as crianças compreendiam que desrespeitar a autoridade, falar quando não era a vez delas, era tomar a vida nas próprias mãos. A juventude não lhes dava proteção. A idade que uma criança podia ser executada pelos seus próprios crimes, ou pelos crimes dos pais, era doze.» - Página 114
Trailer da adaptação do livro para o cinema:



Resenha do filme AQUI
Opinião do livro vs filme AQUI

terça-feira, 21 de julho de 2015

#MLI2015 - 2ª Semana - Thriller, Suspense e/ou Terror

2ª Semana - Thriller, Suspense e/ou Terror


No total, a TBR tem 8 objetivos pelo que eu escolhi 8 livros, o que dá cerca de 2 livros por semana. 
Aqui estão os livros escolhidos e o objetivo que cada um completa:

A Criança N.º 44 do Tom Rob Smith ✓ (Resenha AQUI)
  • Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica
  • Um livro com mais de 400 páginas
  • Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia
  • Um livro que alguém escolheu por você

A Amante do James Patterson ✓ (Resenha AQUI)
  • Um livro que você ganhou
Conclusão da 2ª semana:
  • Nº de livros lidos - 2 livros
  • Nº de páginas lidas - 451 + 348 = 799 páginas