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domingo, 8 de julho de 2018

Ligeiramente Perigoso | Slightly Dangerous - Opinião (Book Review)

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Ligeiramente Perigoso

Nome do livro: Ligeiramente Perigoso
Nome original do livro: Slightly Dangerous
Nome da Autora: Mary Balogh
Coleção: Bedwyn Saga
Editora: ASA
Número de páginas: 335 páginas
Sinopse: «Wulfric Bedwyn, duque de Bewcastle, é um lobo solitário. A única coisa que o leva a aceitar o convite para uma festa privada é a expectativa de uma noite calma entre velhos amigos. Não contava encontrar mulheres, a grande maioria à caça de… um duque. E contava muito menos que o seu olhar se detivesse na única que não manifesta qualquer interesse por ele.Christine Derrick é viúva e não tem paciência para jogos. Além disso, não está minimamente interessada em ser amante do gélido Wulfric. Mas as circunstâncias acabam por juntá-los em várias ocasiões, e a verdade é que a atração entre ambos é inegável. A personalidade efervescente e ousada de Christine surpreende o duque, e desperta nele um sentimento inédito. Agora, apenas o amor satisfará a ânsia que o consome…
O derradeiro volume da inesquecível saga Bedwyn é uma imperdível história de desencanto, amor e redenção. O desfecho perfeito para uma série inesquecível!»

Quem me acompanha, deve conhecer o meu amor pelos irmãos Bedwyn, um grupo de 6 irmãos (2 raparigas e 4 rapazes) completamente diferentes e pertencentes ao mais alto nível da aristocracia inglesa.
Desde o primeiro livro, Ligeiramente Casados, que eu me rendi a esta família. E ao longo de 5 incríveis livros, consegui conhecer cada um deles individualmente, os seus medos e as suas personalidades. No entanto, é agora, ao chegar ao 6º e último livro, que sinto um amor maior por esta família. 
Fonte do Fundo
Neste volume final da série, acompanhamos o duque de Bewcastle, o irmão mais velho da família, e também o meu preferido, na sua relação com Christine Derrick, uma mulher viúva. Temos, mais uma vez, um romance mais lento, que se constrói lentamente e com o tempo. E devo dizer que este é, provavelmente, o meu livro favorito (juntamente com o Ligeiramente Escandalosa, onde seguimos Freyja, e onde eu ri da primeira à última página). 
Como eu já estava à espera (tendo em conta que o Wulf sempre foi o meu irmão favorito), eu simplesmente adorei as personagens. O Wulf tem um desenvolvimento espantoso, não apenas neste livro, mas desde o primeiro da série. Aliás, todos os irmãos o têm, mas o Wulf é, sem dúvida, o mais notável. Relativamente à Christine, este livro é o primeiro contacto que temos com ela, mas rapidamente me apaixonei por ela também. Mais uma vez, as personagens que rodeiam as principais são extremamente bem desenvolvidas e complexas, o que é sempre um pormenor que eu adoro da autora. 
Além de acompanharmos a personagem que sempre me intrigou mais, este livro tem um aspeto muito mais forte que os anteriores: a presença familiar. Em todos os livros, vimos a família unida, mas nada como neste. Nada tão forte e incrível como no final da série.
Este foi, honestamente, o final perfeito. Os cenários que encontramos, a forma como as personagens dos livros anteriores são expostas, como as personagens principais destas se vão desenvolvendo, a forma como a família se une... é simplesmente incrível. 
Já o recomendei antes e continuo a fazê-lo: a série dos irmãos Bedwyn é das melhores histórias que li até ao momento. Somos conquistados, choramos, rimos (muito) e acabamos com aquela sensação de coração cheio e com a tristeza de quem sabe não haver mais. 
Recomendo muito esta série, é perfeita para quem gosta do género (e até para quem não gosta). 
Boas leituras.   
(5 em 5 estrelas)

  • «E é claro que a palavra amor tem vários cambiantes, tal como muitas das palavras da nossa linguagem quotidiana» - Página 54
  • «Mas porque havia de pensar sempre no lado pior das pessoas? Que ia fazer da sua vida se adotasse essa atitude? Era melhor pensar no lado bom e enganar-se do que pensar no lado mau e enganar-se.» - Página 163
  • «E algumas pessoas têm a capacidade de dizer a verdade e convencer quem as ouve de que é mentira.» - Página 285

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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Dying Thoughts: First Touch - Opinião (Book Review)

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Dying Thoughts: First Touch

Nome do livro: First Touch
Nome da Autora: Joey Paul
Coleção: Dying Thoughts
Editora: Bug Books at Createspace
Número de páginas: 224 páginas
Sinopse: «Ever had a secret? Something you can’t tell anyone in case they think you’re crazy.
Tara does – she sees the last moments of people’s lives when she touches something that belongs to them.
Kaolin does – she doesn’t want anyone to know the truth about what happened to her father.
Now they’re both in trouble because secrets never stay quite as secret as we wish they would.»

Fiquei a conhecer este livro pela primeira vez através do The Book Robin Hood, um projeto de aproximação entre escritores e reviewers. Mal li a sinopse do livro, eu soube que tinha de o ler e fui surpreendida pela positiva. 
No primeiro livro desta série acompanhamos Tara, uma rapariga de 15 anos que, além de ter de lidar com os problemas próprios da idade (e aos 15 anos tudo é um problema), tem também de lidar com um estranho dom que ela tem e que não compreende completamente: quando toca num objeto que pertenceu a alguém que morreu, ela vê os seus últimos momentos. Além da sua já difícil vida, Tara conhece uma nova rapariga na sua escola, Kaolin e, quando Tara vê o momento em que o pai da sua nova amiga foi assassinado, as coisas nunca mais voltam ao normal. 
Rapidamente me apaixonei por este livro. Não sei se foi exatamente pela escrita da autora, que é ótima, pela ideia em si do livro e pela forma que foi explorada, ou ambos, mas a verdade é que eu adorei completamente este livro e espero dar continuação muito brevemente à série. 
O que gostei logo ao início é que temos uma rapariga de 15 anos como personagem principal e realmente parecesse como uma. Não temos uma personagem que dá aquele ar de adulta ou com pensamentos extremamente racionais e profundos. Não, temos uma adolescente, que se irrita com as pessoas por tudo e por nada, que está sempre a responder no tom mais irónico possível (o que tornou alguns momentos muito engraçados, mesmo os mais tensos) e que dispensa fazer trabalhos de casa e passar o tempo fechada numa sala de aula. Este realismo que eu senti por parte da personagem tendo em conta a sua idade, fizeram-me envolver ainda mais no livro. 
No entanto, e apesar de existirem momentos verdadeiramente engraçados, temos também toda a luta interna da personagem relativamente ao seu dom, onde ela tenta compreender o que cada coisa significa, o que sente quando vê mortes mais violentas e até mesmo a forma como a sua vida se vai desenrolando tendo em atenção que ninguém à sua volta, nem mesmo as pessoas em quem ela mais confia, sabem ou podem saber o que ela vê. 
Como não podia faltar, e uma vez que estamos a falar de uma adolescente, vemos a mesma a lidar com todos os dramas comuns da idade: fazer amigos, ir à escola, aturar o pai que não a compreende, e, em geral, crescer. 
Apesar de não ser o ponto principal, temos também uma parte que nos dá aquela vibe de policial e que, depois de ler a sinopse do segundo livro, sei que vai ser uma vibe muito presente na continuação desta série e que eu estou ansiosa para encontrar. 
Assim sendo, e por todos os pontos positivos que acabei de numerar anteriormente, recomendo muito este livro e estou ansiosa por ler não só o resto da série, como outros livros da autora. 
(4.5 em 5 estrelas)

Teaser Source - Author's instagram

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Boss - Opinião (Book Review)


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O Boss

Nome do livro: O Boss
Nome original do livro: Bossman
Nome da Autora: Vi Keeland
Editora: Topseller
Número de páginas: 316 páginas
Sinopse: «Quando o teu patrão é convencido, mas sedutor, arrogante, mas sensual, irritante, mas irresistível, o resultado só pode ser um... horas extra... ordinárias.
Estás no primeiro encontro com um homem para lá de aborrecido. O que é que fazes? Finges ir à casa de banho, ligas à tua amiga e pedes-lhe que te ligue de volta, fingindo uma emergência que te tire dali, certo? Foi o que fiz. Até porque era mesmo uma emergência… Mas um desconhecido ouviu a conversa, chamou-me pretensiosa e teve o atrevimento de me dar conselhos! Respondi-lhe que se metesse na sua vida — na sua vida de homem alto, musculado, lindo de morrer e irritantemente convencido — e voltei para a minha mesa deprimente.
De onde estava, não pude deixar de olhar para ele, acompanhado por uma loira bombástica. Típico! Quando me apanhou a olhar, piscou-me o olho, levantou-se com a sua bimba e dirigiu-se à minha mesa. Pensei que fosse denunciar-me, mas, em vez disso, fingiu que nos conhecíamos, juntou-se a nós, e partilhou histórias mirabolantes sobre um passado fictício entre nós... Tenho de confessar que o meu encontro passou de chato a estranhamente excitante.
Quando a noite acabou, não parei de pensar nele, mesmo sabendo que nunca mais o veria. Afinal, quais seriam as probabilidades de voltar a encontrá-lo numa cidade com oito milhões de pessoas? Quais seriam as probabilidades de, um mês depois, ele vir a ser o meu novo Boss?»

O Boss foi a minha estreia com esta incrível autora e foi, sem dúvida, uma muito boa. 
O livro começa com a personagem principal, Reese, a ligar à sua melhor amiga da casa de banho, durante um encontro às cegas desastroso, para esta a salvar. No entanto, enquanto tenta pedir ajuda à sua melhor amiga, um desconhecido ouve a sua conversa e acaba a criticá-la pelo que ela está a fazer. Quando volta para a sua mesa, o homem que conheceu na casa de banho aproxima-se com o seu par e apresenta-se como amigo de infância de Reese, acabando por se sentar na mesa deles e passar o resto da noite a relembrar momentos de infância dos dois... que nunca aconteceram. É assim que Reese conhece Chase. Uns tempos acabam por passar e, numa entrevista de emprego, ela acaba a dar de caras com aquele que viria a ser o seu futuro patrão, Chase Parker, o seu falso amigo de infância.
Fonte do fundo
Pela premissa, já dá para perceber que o início tinha tudo para ser extremamente engraçado e, sem dúvida nenhuma, não desiludiu, uma vez que eu comecei o livro já a rir em voz alta com a intervenção e a ousadia do Chase.
No entanto, a premissa do livro é tão simples que acaba por não dar para dizer muita coisa sem ser considerada spoilers. 
Relativamente às personagens, apesar de haver momentos em que me irritam, especialmente mais para o final, adorei ambas as principais, principalmente o Chase e a sua falta de vergonha. Já a Reese também é uma boa personagem mas não se consegue destacar tanto.
A partir deste início, esperava que a história se desenrolasse de uma determinada maneira, o que vai acontecer na sua grande maioria, havendo, no entanto, alguns momentos em que a autora acaba mesmo por surpreender o leitor. 
Além destas reviravoltas, o livro flui extremamente bem e eu acabei-o apenas num dia porque não o conseguia pousar de tão bom que ele é. 
Apesar do final não ter nada de surpreendente, foi tal e qual como eu queria e eu adorei-o. 
Relativamente à edição portuguesa, desafio-vos a conseguir ler em publico sem que as pessoas olhem, no entanto, até que gosto da capa. Temos é alguns erros no texto que espero que a editora acabe por corrigir se lançarem uma segunda edição. 
Em geral, O Boss não é um livro completamente novo ou surpreendente, no entanto, a forma como foi escrito e desenvolvido levou a que eu amasse este livro do fundo do meu coração. E é, sem dúvida nenhuma, um livro incrível e rápido de se ler. Recomendo muito. 
Boas leituras.
(5 em 5 estrelas)

«Há uma linha ténue entre a genialidade e a loucura» - Página 41 
«Por vezes não sabemos o que nos faz falta até o descobrirmos.» - Página 92 
«O medo não detém a morte, mas sim a vida.» - Página 163

The Unexpected Everything - Opinião (Book Review)


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The Unexpected Everything

Nome do livro: The Unexpected Everything
(Sem edição em português)
Nome da Autora: Morgan Matson
Editora: Simon & Schuster
Número de páginas: 519 páginas
Sinopse: «Andie had it all planned out. When you are a politician’s daughter who’s pretty much raised yourself, you learn everything can be planned or spun, or both. Especially your future. Important internship? Check. Amazing friends? Check. Guys? Check (as long as we’re talking no more than three weeks).
But that was before the scandal. Before having to be in the same house with her dad. Before walking an insane number of dogs. That was before Clark and those few months that might change her whole life. Because here’s the thing—if everything’s planned out, you can never find the unexpected. And where’s the fun in that? »

Fiquei a conhecer este livro e esta autora através do booktube internacional e tenho realmente pena de as editoras portuguesas não apostarem nesta autora. 
O livro acompanha Andie, a filha de um político famoso, que um dia vê a sua vida virar completamente devido a um escândalo em que o seu pai se acaba por envolver. Como resultado disso, ela acaba por perder o seu conceituado estágio de verão, o que a leva, da forma mais engraçada possível, a passear cães. 
A premissa do livro é exatamente o que acontece. Não temos grandes reviravoltas nem mistérios, no entanto, a história está tão bem construída que esse tipo de intervenções só iriam arruinar o livro. 
Relativamente às personagens, devo dizer que adorei todas. São extremamente bem construídas, complexas e realistas. Assim como as relações entre elas o são, o que foi um grande ponto a favor do livro, sendo que nos é apresentada uma amizade extremamente forte e que nos proporciona momentos muito engraçados. O único momento que acabou por me irritar um bocado foi mesmo o facto de que a Andie nem sempre diz o que verdadeiramente pensa e acaba por arranjar problemas com isso. Já a relação que vai surgindo entre ela e o pai vai-se desenvolvendo de uma maneira muito boa.
Além disso, temos, obviamente, os romances mais fofos possíveis. 
Sendo a premissa algo tão simples e este um livro tão grande, como podem perceber, as coisas vão acabar por se ir desenrolando com calma, o que também foi um ponto bastante favorável uma vez que aqui se lida com tópicos complexos, ou seja, a autora dá-se tempo às personagens de se aproximarem e de terem a certeza do que sentem.
Também por este motivo referido anteriormente, não há muito mais que possa dizer do livro que não seja spoilers.  
Relativamente à questão mais estética, além da linda capa (não apenas desta edição mas de todas as que foram lançadas deste livro), tenho de realçar o facto de que quando as pessoas do livro conversam por mensagens, aparece verdadeiramente os balões de mensagem que aparece nos telemóveis e os emojis, o que dá um efeito ainda mais realista à história. 
Quanto ao final, e apesar de nem todas as personagens terem recebido o fim que eu gostava, eu adorei e vou, sem dúvida nenhuma, ler outro livro da autora no futuro. 
Assim sendo, obviamente que recomendo. 
Boas leituras. 
(4.5 em 5 estrelas)

«That is where you are mistaken. Believing that such a thing - just a kiss - has ever, for even a second, existed in this world.» - Página 265
«"Oh," the old man said, with a sigh that seemed to come from the depths of his being. "I forget you’re still young yet." He coughed then, a dry, rattling sound. "Sometimes we get a little bit of a facade. We think we have people. Family, friends . . . but in the end, it’s just you and the darkness. Everyone leaves eventually, my young friend. It’s better, really, to learn it early. This way, you can save yourself some disappointment." He sighed then and slumped back against the wall once more. "Because believing you’re not alone is the cruelest trick of all."» - Página 435

domingo, 5 de novembro de 2017

Milk and Honey/Leite e Mel - Opinião (Book Review)

(Post in english soon)
Milk and Honey

Nome do livro: Milk and Honey
Nome do livro em Portugal: Leite e Mel
Nome da Autora: rupi kaur
Editora: Andrews McMeel Publishing
(Editado em Portugal pela editora Lua de Papel)
Número de páginas: 208 páginas
Sinopse: «Leite e Mel é um conjunto de poesias sobre o amor, a perda, o abuso infantil e, finalmente, a cura. Transporta os leitores para momentos difíceis da vida, mas leva-os a descobrir neles a doçura e a fragilidade da vida, porque a doçura está em todo o lado, se estivermos abertos a recebê-la.
Leite e Mel é uma história de sobrevivência através da poesia. Para a autora, é o sangue, suor e lágrimas dos seus vinte e um anos.
Lançado originalmente pela própria autora na Amazon, o livro tornou-se tão famoso que não passou despercebido no mundo editorial e os seus direitos foram adquiridos.»

Neste momento, já quase todas as pessoas devem ter ouvido falar do livro Milk and Honey, o livro de poemas que tanto se fala ultimamente.
Os poemas encontram-se divididos em quatro capítulos, sendo eles o the hurting, o the loving, o the breaking e o the healing. Como dá para compreender pelo título dos capítulos, os poemas inseridos dentro de cada um seguem temáticas diferentes, por esse motivo, optei por dar uma nota diferente a cada uma das partes e vou, no final deste post, inserir um dos meus poemas preferidos de cada parte. 
Honestamente, comecei a leitura sem grandes esperanças, tinha visto umas quantas fotos do livro, mas sempre fui muito complicada quanto aos meus gostos por poesia. Logo no início, a divisão convenceu-me, mas ainda tinha algum receio. 
Receio esse que rapidamente se dissipou: os poemas são fáceis de compreender e uma pessoa acaba sempre por se identificar com algum.
Comecei no The Hurting e, honestamente, esperava um pouco mais do início, tanto que acabei apenas a dar-lhe 3 em 5 estrelas. O principal motivo por esperar mais foi memso pelo facto de que eu esperava poemas pessoais e baseados em experiências da autora, no entanto, nota-se que alguns são apenas de temas gerais e de experiências de várias pessoas para fazer com que um maior número de leitores se identifique, e esta questão desiludiu-me um bocado, apesar de ter gostado na mesma. 
No The Loving temos uma melhoria notável nos poemas, sendo que os achei muito mais interessantes e identifiquei-me mais com eles, além de que o ritmo de leitura é incrível, eu acabei por dar 4 em 5 estrelas a este capítulo. 
Em seguida entrei no The Breaking que foi, de longe, a minha parte preferida, tendo recebido 5 em 5 estrelas, sem dúvida nenhuma, os poemas foram mesmo excecionais. 
Por último, entramos no The Healing que, apesar de ter uma mensagem muito boa, achei que a qualidade dos poemas ficou aquém do capítulo anterior, recebendo 4 em 5 estrelas. 
Uma vez que é um livro de poemas não tem muito mais que se lhe diga, os poemas em geral são sim muito bons, as ilustrações são um bom complemento mas não são nada de mais (apesar de que eu vi fotos no instagram de pessoas que as coloriram e ficaram lindas) e a mensagem em geral é espetacular, seguindo as fases tão presentes na vida de qualquer pessoa. 
Assim sendo, recomendo e muito este livro, no entanto, aconselho a que procurem ler estes poemas quando estiverem a sentir-se num estado de espírito mais melancólico pois garanto-vos que os vão aproveitar muito mais. Mantenham ainda em atenção de que os poemas são bons, mas não são nada revolucionário. 
Boas leituras.
(4 em 5 estrelas)

«the idea that we are
so capable of love
but still choose
to be toxic» - página 23 (the hurting)


«love will come
and when love comes
love will hold you
love will call your name
and you will melt
sometimes though
love  will hurt you but
love will never mean to
love will play no games
cause love knows life
has been hard enough already» - página 60 (the loving)


«you said. if it is meant to be, fate will bring us back
together. for a second i wonder if you are really
that naive. if you really believe fate works like 
that. as if it lives in the sky staring down at us. as
if it has five fingers and spends its time placing us
like pieces of chess. as if it is not the choices we 
make. who taught you that. tell me. who
convinced you. you've been given a heart and 
a mind that isn't yours to use. that your actions 
do not define what will become of you. i want to
scream and shout it's us you fool. we're the only
ones that can bring us back together. but
instead i sit quietly. smiling softly through
quivering lips thinking. isn't it such a tragic thing. 
when you can see it so clearly but the other person 
doesn't.» - página 84 (the breaking)


«neither of us is happy
but neither of us wants to leave
so we keep breaking one another
and calling it love» - página 122 (the breaking)


«sometimes
the apology
never comes
when it is wanted

and when it comes
it is neitherwanted
nor needed
- you are too late» - página 163 (the healing)