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sábado, 15 de outubro de 2016

Besta - Opinião

Besta

Nome do livro: Besta
Nome original do livro: Behemoth
Nome da Autora: Scott Westerfeld
Coleção: Leviatã
Editora: Vogais Editora
Número de páginas: 349 páginas
Sinopse: «Behemoth é a besta mais feroz da Marinha britânica. Os Darwinistas precisam dele mais do que nunca, agora que estão em guerra declarada com os Clankers. Alek e Deryn estão juntos a bordo do Leviatã, e esperam conseguir levar a guerra a um impasse. Mas, quando a sua missão de paz falha, percebem que estão sós em território inimigo e que estão a ser perseguidos!»





Opinião: Um ano depois de ter terminado o meu primeiro livro do Scott Westerfeld, o Leviatã, eu finalmente terminei a sua continuação, Besta. Besta continua exatamente onde o livro anterior parou: temos a Deryn ainda a ser um rapaz aos olhos de todos e o Alek a esconder a sua verdadeira importância e a bordo de um monstro gigante clanker, aos olhos de todos, inimigo do seu país.
Tal como no primeiro livro, também este tem ilustrações e, por dentro, o livro está muito bem concebido. O meu problema é com o aspeto do livro por fora: as cores usadas e o emblema da espinha são bonitos, mas a capa, relativamente à original, não é muito bonita e dá um ar mais infantil ao livro do que ele realmente é.
Relativamente ao desenrolar da história em si, mais uma vez, o Alek age demasiado sem pensar, o que torna as coisas irritantes, enquanto que a Deryn se mantém a personagem com os pés bem assentes no chão. E foi exatamente esta personagem que mais me surpreendeu durante este livro e de quem eu mais gostei uma vez que do meio até ao fim do livro ela torna-se uma personagem bem mais interessante.
Já bastante perto do final devo dizer que o autor me conseguiu surpreender no que toca ao romance do livro pois eu esperava que algo acontecesse e aconteceu exatamente o oposto (e tenho a certeza que conseguiu surpreender muita gente).
Já quanto ao final, eu gostei e achei que foi um bom desfecho mas, tendo em conta outros finais deste autor, podia realmente ter sido melhor.
Uma vez que é uma continuação, não há muito mais que eu possa dizer sem passar a ser spoilers, assim sendo, encerro por aqui a minha opinião e brevemente devo voltar com a opinião do último livro desta trilogia: Golias.
Boas leituras.
(3.5 em 5 estrelas)

Quotes/Melhores Momentos: 
  • «Até um relógio parado está certo duas vezes por dia.» - Página 105
  • «É mais fácil matar um homem à fome do que combatê-lo.» - Página 155
  • «A estupidez pode ser tão mortal como a traição.» - Página 202

Booktrailer:

sábado, 9 de abril de 2016

Totally Should've Tag

Hoje eu decidi trazer-vos uma tag que eu não vi traduzida para português por ninguém, mas é uma tag bem conhecida, então é capaz de já ter sido traduzida. A tag chama-se Totally Should've Tag (traduzido à letra: Totalmente devia ter tag) e foi criada inicialmente pela Emma do emmmabooks (vejam o canal de youtube dela AQUI e o vídeo original da tag AQUI).

1. Totalmente devia ter tido uma sequela

Começo esta tag logo por falar de um dos meus livros preferidos da vida, Orgulho e Preconceito. Penso que toda a gente conhece minimamente a história das irmãs com uma mãe focada em casá-las, e da querida Elizabeth que um dia conhece Mr. Darcy, um homem frio e preconceituoso que vai acabar por perceber que não se pode lutar contra o que se sente, e que nem sempre se pode dar muita atenção ao orgulho.  O porquê de eu achar que o livro devia ter uma sequela? Primeiro porque adorava que houvessem mais livros completos da incrível Jane Austen e não apenas seis, e segundo, porque eu adoro o romance neste livro e ia adorar ainda mais se houvesse outro livro em que nos fosse contada a versão do Mr. Darcy (e sim, eu sei que existe um livro assim, mas eu refiro-me a um escrito pela Jane Austen) e ainda um livro sobre como foi a vida deles depois do final deste livro e como eles conseguiram lutar com o preconceito da diferença de classes.
2. Totalmente devia ter tido uma série spin off

Para esta resposta eu vou ter de escolher a série Uglies do Scott Westerfeld. Porquê? Porque no final do terceiro livro dão-se grandes alterações no mundo e essas alterações são mostradas no 4º livro, Excecionais, que acompanha outras personagens, e eu realmente gostei deste livro spin off, mas eu queria mais, eu queria uma trilogia (ou pelo menos uma duologia) de livros inteira sobre como ficou um mundo depois do final de Especiais. Em Excecionais é apresentado um mundo tão bom que eu tenho mesmo pena de não haver mais livros a seguir a este. (A história do livro é explicada mais abaixo)




3. Um autor que totalmente devia escrever mais livros
Nesta resposta eu vou ter de roubar e escolher duas. A primeira é a minha querida Kiera Cass com os seus livros rápidos de ler e que eu tanto adoro. Tirando livros da série da Seleção e A Sereia, eu não ouvi falar de mais nenhum livro dela, e eu realmente ia gostar de ler mais livros dela. Outra que devia ter mais livros é a Victoria Aveyard, que se estreou com Red Queen, e que até ao momento só têm 3 livros, e todos relacionados com Red Queen, então eu gostava mesmo que houvesse mais livros destas duas incíveis autoras.
4. Uma personagem que totalmente devia acabar com outra pessoa

Não existe nenhum livro até ao momento que eu tenha desejado que uma personagem ficasse com outra pessoa, no entanto tem uma série de livros que para lá caminha: Trono de Vidro, um dos meus livros preferidos. Esta série acompanha a assassina mais temida de todas que luta no primeiro livro para se tornar a assassina do rei. E eu só li o primeiro livro, no entanto levei spoilers sobre algo que acontece a partir do 3º ou 4º, não tenho bem a certeza. Então, para quem leu apenas o 1º ou o 2º livro e não quiser levar spoilers, eu aconselho a não lerem o que eu aqui vou escrever e seguirem para a resposta ao tópico 5. Então, eu soube que nos livros mais recentes a minha querida Celaena fica muito perto de um rapaz chamado Rowan, e isto para mim não pode ser, porque eu adoro completamente o Chaol e espero que eles fiquem juntos. Eu sei que a série ainda não acabou, e muita coisa ainda pode mudar, mas eu estou a ver demasiada gente a gostar dela com o Rowan e o Chaol a ser muito esquecido, e espero seriamente estar enganada e que ela não acabe com o Rowan, ou vou ficar muito triste.
5. Totalmente devia ter acabado de forma diferente 

Nesta categoria eu vou roubar e escolher dois livros que o final me partiu o coração. O primeiro é A Rapariga Que Roubava Livros, um livro excelente, narrado pela morte, sobre uma rapariga que, na época nazi, descobre um amor gigante por livros, à medida que se vai metendo em muitas confusões (incluindo fazer amizade com um judeu), esta personagem vai crescendo imenso, e eu adorei isso. E eu realmente apaixonei-me por esta personagem, e pelo homem que a adotou e pelo melhor amigo dela, então quem já leu este livro sabe bem porque me partiu o coração, apesar de eu achar que o final foi realista e muito bem feito. Para quem não leu o livro, aconselho completamente a o fazerem. Outro livro que devia ter acabado diferente é o Ponte Para Terabithia, a história de um rapaz pobre que faz amizade com uma nova vizinha e juntos criam um mundo só deles, Terabithia, mas a partir prai dos 3/4 do livro, eu chorei imenso. Estes dois livros são completamente incríveis, e eu acho-os perfeitos assim, no entando, foram os únicos até hoje que me fizeram chorar, e eu gostava que tudo tivesse acabado bem (mesmo que se assim fosse eu talvez não tivesse gostado tanto).
6. Totalmente devia ter uma série de filmes

Uma série que me cativou completamente e que devia completamente ser tornada numa série de filmes foi a série de livros Imperfeitos do Scott Westerfeld. Estes livros passam-se numa sociedade em que as pessoas, aos 18 anos, fazem uma transformação para se tornarem fisicamente perfeitos. A personagem principal mal pode esperar por essa altura, mas quando a altura está quase a chegar, surge um problema que envolve um grupo que se recusa a fazer a operação e que tenta, a todo o custo, acabar com o governo. Eu ia morrer de felicidade se isto se torna-se um filme de tão bons que são. Imperfeitos, Perfeitos e Especiais seguem as mesmas personagens principais e a mesma época. Excecionais passa-se no futuro em comparação a Imperfeitos e acompanha o como é que ficou a sociedade após o livro Especiais. São livros muito bons, li cada um praticamente num dia, recomendo muito.
7. Totalmente devia ter uma série de tv

Uma série de livros que devia totalmente virar uma série de tv é a série Maximum Ride do James Patterson. Estes livros giram em torno de um grupo de crianças que foram geneticamente modificadas e ficaram com características de pássaros (como a habilidade para voar), então eles tentam continuar a fugir daqueles que os modificaram ao mesmo tempo que tentam sobreviver sozinhos sendo apenas jovens. Em Portugal os três primeiros livros foram traduzidos pela TopSeller, mas o terceiro já foi traduzido em 2013, então eu já perdi a esperança do resto, sendo que eles agora já são 9 (o 9º não está na imagem, é o Maximum Ride Forever), e estes livros são muito bons, então eu ia adorar ver uma adaptação para a televisão.
8. Totalmente devia ter tido apenas um ponto de vista

Eu não me consigo lembrar de um livro que gostava que tivesse tido apenas um ponto de vista, até porque eu adoro quando temos dois pontos de vista, então vou roubar um bocadinho e escolher dois livros que eu gostava que tivessem tido dois pontos de vista. O primeiro é A Seleção da Kiera Cass, porque eu gostava mesmo de acompanhar o Maxon em alguns momentos  (apesar de que eu ainda tenho de ler A Elite e A Escolha, então ainda tenho esperança de isso acontecer nos outros). Para quem não sabe, este livro começa quando America é convencida pela família a candidatar-se para ser a futura mulher do rei, e é uma das escolhidas para o concurso, então ela tem de viver na corte à medida que as concorrentes vão sendo eliminadas até se decidir quem vai se tornar a próxima rainha. Outro livro que eu gostava que tivesse tido outro ponto de vista (apesar de que eu já li à tanto tempo que até pode ter e eu não me lembrar, apesar de eu achar que não têm) é o Red Queen da Victoria Aveyard, porque eu ia adorar saber os pensamentos do Cal durante toda aquela confusão, pode ser que no Glass Sword isso aconteça. Red Queen passa-se num mundo em que as pessoas estão divididas pela cor do sangue, vermelho e prateado. Os de sangue vermelho são as pessoas normais e do escalão mais baixo, as de sangue prateado são aqueles que têm super poderes. Mare sempre viveu como uma pessoa de sangue vermelho, aquilo que ela é, mas quando um dia é obrigada a trabalhar no palácio, ela descobre que pode ter sangue vermelho, mas existe qualquer coisa de prateado dentro dela.
9. Totalmente devia ter uma mudança de capa

Eu realmente não me consigo lembrar de um livro que ache que deva ter uma capa nova, e o mais perto que me consigo lembrar disso é o Fala-me de Um Dia Perfeito da Jennifer Niven. Não que eu não goste da capa, eu gosto, o problema é que a acho fofa demais. Para um livro que fala de morte e suicídio, eu realmente acho que a editora portuguesa escolheu uma capa com cores demasiado vivas, o que dá um ar meio infantil ao livro.
Não sei se alguém partilha dessa opinião comigo, pode ser só impressão minha, mas realmente é o que me parece.



10. Totalmente devia ter mantido a capa original

Para esta resposta eu vou referir-me a um livro que em Portugal teve a sua capa mudada. Em Portugal, graças a Deus, não existe muito o hábito de mudarem as capas dos livros (sendo que as maiores alterações são por norma quando é lançado um livro que é adaptado o póster para a capa), mas no caso das Crónicas Lunares as capas foram totalmente alteradas. Em Portugal, por enquanto, só foram publicados os três primeiros livros, e nome manteve-se o original, mas as capas foram mudadas completamente. As capas originais são das capas mais bonitas que eu já vi, e as usadas em Portugal são simplesmente terríveis. Dos três livros, a Scarlet é a que considero mais bonita, e mesmo assim não gosto muito, no entanto, acho a capa de Cress muito feia, além de a lombada ser toda num rosa claro demasiado chamativo. Não fiquei mesmo fã desta alteração.
11. Totalmente devia ter parado no livro um

Apesar de eu ainda não ter terminado a série Divergente, eu realmente acho que devia ter parado no primeiro livro. Eu amei completamente o primeiro livro e consegui lê-lo em apenas um dia, o segundo não foi nem de perto nem de longe tão bom e a personagem principal passou o livro todo a irritar-me. Agora ando a ler o terceiro e já está a prometer ser pior do que o segundo (já para não falar do que acontece a seguir ao meio, que quem já leu sabe bem o que é).





Esta foi a tag Totally Should've, não vou marcar ninguém para responder, mas sintam-se marcados se a quiserem responder e digam-me nos comentários as vossas respostas.
Boas leituras.

sábado, 19 de dezembro de 2015

Excecionais - Resenha

Excecionais


Sinopse: "Após a era dos Perfeitos, abre-se caminho a um novo mundo, embora não seja necessariamente um mundo melhor. Alguns anos depois de Tally Youngblood ter derrubado o regime, o mundo encontra-se num absoluto renascimento cultural, sem hierarquias nem regras definidas... em que a popularidade dita as regras. Ser famoso implica ter a casa mais sofisticada, a roupa mais luxuosa e inclusive os melhores amigos. Pelo contrário, ser um completo desconhecido faz de ti um alguém invisível, uma pessoa irrelevante, torna-te num excecional."

Nome do livro: Excecionais
Nome original do livro: Extras
Nome no Brasil: Extras
Nome do Autor: Scott Westerfeld
Editora: Vogais
Número de páginas: 324 páginas
Resenha: E com este excelente livro chegamos ao final de uma grande saga escrita por um grande autor. Neste livro temos personagens principais diferentes, a principal é a Aya, uma rapariga que ambiciona ser famosa, o objetivo de praticamente toda a gente no mundo em que ela vive (mundo esse que eu penso ser a China uma vez que ela diz que eles falam chinês). Este novo mundo está super bem criado e está muito interessante, eu realmente adorei o quanto as pessoas são obcecadas com a fama e que só conseguem realmente viver bem se forem famosas e tiverem visualizações nos seus blogs e vídeos, e isto é uma crítica tão grande e bem feita à nossa sociedade atual em que as visualizações e a fama são das coisas mais importantes, foi uma crítica realmente bem incluída.
Neste livro surge uma personagem que inventou uma operação que faz as pessoas dizerem sempre a verdade (e não considero isto spoilers visto que aparece logo nos primeiros capítulos), e eu achei essa personagem tão curiosa, porque ela realmente não consegue mentir, é engraçado ver como as pessoas reagem perante alguém que não lhes mente.
A Tally aparece sim neste livro, assim como outras personagens como a Shay, o Fausto e o David, mas achei que a Tally demorou demasiado a aparecer, além de que, quando aparece, está super revoltada com tudo. A Shay também é um bocado senhora do seu nariz, mas gostei da relação de amor-ódio dela com a Tally.
A resposta no final para todo o mistério do livro foi muito bem pensada, o Scott Westerfeld teve uma ideia incrível.
O final do livro em si é muito bom mas deixou-me demasiado curiosa ao que acontece depois do ponto que em que acabou o livro.
Apesar disto, os pontos positivos do livro foram muitos mais que os negativos, o que fez dele um livro realmente bom, e lhe valeu 4.5 em 5 estrelas, recomendo muito para quem leu os três primeiros, mais que não seja, para saberem o que aconteceu com as personagens principais e com o mundo que eles libertaram.
(4.5 estrelas em 5)

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Também se pode desaparecer em frente de uma multidão.» - Página 86
  • «As vezes é preciso mentir para descobrir a verdade.» - Página 219
  • «Morrer é uma daquelas coisas que não pode ser consertada. Nem por se falar no assunto, nem por se fazer todas as operações cerebrais do mundo.» - Página 245
  • «Quando contamos a nós próprios a mesma história vezes suficientes, é muito fácil acreditar nela.» - Página 313

sábado, 5 de dezembro de 2015

Especiais - Resenha

Especiais


Sinopse: "Tally Youngblood pensou que tudo não passava de um rumor, mas agora é uma Especial.Uma máquina de luta criada para controlar os Imperfeitos e manter os Perfeitos na maior ignorância.Ser programada de forma perfeita, com uma força extraordinária e um único propósito, talvez não seja a melhor coisa que lhe podia ter acontecido.
Tally ainda tem memórias de algo mais. Tem sido fácil ignorá-las, até que lhe é oferecida a possibilidade de exterminar os rebeldes do Novo Fumo para sempre. Tudo se resumirá a uma escolha final: seguir aquele longínquo bater do coração ou levar a cabo a missão para a qual a conceberam."


Nome do livro: Especiais
Nome original do livro: Specials
Nome no Brasil: Especiais
Nome do Autor: Scott Westerfeld
Editora: Vogais
Número de páginas: 284 páginas
Resenha: Depois de não ter gostado tanto do segundo livro desta série como gostei do primeiro, fiquei um pouco pé atrás quando iniciei a leitura deste livro, mas, no final, as minhas preocupações não se revelaram verdadeiras.
Especiais é realmente um livro espetacular e está bastante empatado com o primeiro na minha lista de livros preferidos, embora aquele final tenha sido ainda melhor do que o do primeiro livro, o que o torna provavelmente o meu preferido da série Uglies.
Neste livro a Tally é aquilo que a maior parte da população pensa ser um mito, os especiais. A Tally agora é uma autêntica máquina de matar, e adora. Dentro dos especiais, a Tally está num grupo chamado de Cortadores cujo objetivo é eliminar o Novo Fumo, o que, como podem perceber, acaba por lhe trazer certas memórias à tona.
Apesar disso, este livro teve sim uma coisa que não gostei nada, a forma de ser da Tally que neste livro se torna muito mais irritante, a única coisa que me fez ignorar isso é pelo facto de que ela é como a programaram para ser, e os especiais são todos assim, porque a Shay também é muito irritante e mandona neste livro.
Uma vez que nós vamos acompanhando a Tally nesta história, torna-se irritante o facto de que todos decidem agir nas costas delas, porque nós só descobrimos as coisas praticamente quando a Tally descobre e o autor goza com a nossa cara de uma forma inacreditavelmente boa.
Neste livro o David continua a aparecer mais, embora ainda apareça muito pouco, disso eu tive pena.
Embora este livro tenha alguns acontecimentos tristes, Scott Westerfeld escreveu de forma muito viciante, além de ter escrito um final simplesmente incrível e que eu li e reli.
Para aqueles que estão em dúvida, este livro é praticamente o fim da história para as personagens principais que nós conhecemos, ou seja, Tally, David, Shay e essas personagens, no próximo livro elas aparecem sim, e com um papel importante, mas a personagem principal vai passar a ser outra.
Especiais é um livro que recomendo sim e que espero que todos gostem tanto como eu.
Boas leituras.
Quotes/Melhores Momentos: 
  • «A arma estava concebida para transformar qualquer pessoa normal numa máquina para matar, a vida e a morte tinham muito mais importância do que um mero deslize de um dedo de uma pessoa aleatória.» - Página 89
  • «Sabem, a liberdade também tem a mania de destruir as coisas.» - Página 282

Perfeitos - Resenha

Perfeitos


Sinopse: "Finalmente, Tally Youngblood é Perfeita. Tem um rosto e um corpo absolutamente fantásticos, o seu guarda-roupa é o máximo, o seu namorado é lindo e a sua popularidade está no auge. Tem tudo o que sempre quis! Mas por que será que apesar das festas constantes, do luxo da alta tecnologia e da liberdade completa subsiste a sensação de que algo não bate certo? Algo… importante! É então que Tally recebe uma mensagem do seu passado imperfeito e se lembra de tudo. A diversão acaba de imediato. Agora, ela tem de escolher entre lutar para esquecer o que sabe e lutar pela própria vida… É que as autoridades não pretendem deixar vivo alguém que saiba o que ela sabe."

Nome do livro: Perfeitos
Nome original do livro: Pretties
Nome no Brasil: Perfeitos
Nome do Autor: Scott Westerfeld
Editora: Vogais
Número de páginas: 282 páginas
Resenha: Depois de ter amado o primeiro livro desta saga saltei diretamente para o segundo que, infelizmente, não gostei tanto.
Depois da Tally voltar para a cidade no primeiro livro, ela tornou-se perfeita e adora a sua vida, até que os fumegantes se atravessa na sua vida.
Uma das coisas que me partiu o coração neste livro logo desde o princípio foi o David praticamente não aparecer, sendo ele a minha personagem preferida eu realmente fiquei triste. Eu já esperava que ele aparecesse menos uma vez que este livro se passa na cidade e ele não é fã de cidades, mas não é só o não aparecer, ele quase não é mencionado.
Para piorar ainda mais, e para quem já leu a sinopse já sabe (mas isto também é revelado logo a princípio), a Tally tem um novo namorado, o Zayn, e apresar de ele ser um querido constantemente, eu não gostei dele exatamente por se estar a pôr no meio da relação da Tally com o David.
Além disso, o desenrolar deste livro é muito mais lento e eu não o consegui ler tão depressa como o imperfeitos, apesar de também o ter lido muito depressa.
Para compensar, o Scott Westerfeld fez um final muito bom e que deixa o leitor muito curioso, nisso ele realmente acertou.
Infelizmente não consegui encontrar nenhuma quote de que gostasse.
É um livro que recomendo sim e vou, definitivamente, ler os próximos.
Boas leituras.


sábado, 21 de novembro de 2015

Imperfeitos - Resenha

Imperfeitos

Sinopse: "Num mundo de extrema beleza, a normalidade é sinónimo de imperfeição. Num futuro não tão distante quanto isso, não há guerras, nem fome, nem pobreza. O mundo é perfeito. Todos são perfeitos. Pelo menos, depois de completarem 16 anos.
Qualquer um pode ter a aparência de um supermodelo… e que mal haveria nisso?
Tally Youngblood mal pode esperar pelo seu décimo sexto aniversário, altura em que será submetida à cirurgia radical que a transformará de uma mera Imperfeita para
uma deslumbrante Perfeita. Uns lábios bem delineados, um nariz proporcional, um corpo ideal… é tudo o que sempre quis. Já para não falar que uma vida de diversão num paraí so de alta tecnologia espera por si.
Mas quando a sua melhor amiga decide virar as costas a esta vida perfeita e foge, Tally descobre um lado inteiramente novo do mundo dos Perfeitos – e que, por sinal,
nada tem de perfeito. É então forçada a fazer a pior escolha possível: encontrar a amiga e traí-la ou perder para sempre a possibilidade de se tornar Perfeita.
Seja qual for a sua decisão, a sua vida nunca mais será a mesma."


Nome do livro: Imperfeitos
Nome original do livro: Uglies
Nome no Brasil: Feios
Nome do Autor: Scott Westerfeld
Editora: Vogais
Número de páginas: 325 páginas
Resenha: Depois de ver muitos elogios a este livro (e apesar de que, na altura, não gostava da capa), decidi dar uma oportunidade a este livro, e ainda bem que o fiz. No final, até passei a gostar desta capa, passei a adorá-la na verdade, e isso é algo raro de acontecer.
Imperfeitos é o primeiro livro da série Uglies que foi toda publicada inicialmente pela Vogais (que na altura da publicação do 1º e do 2º livro se chamava de Vogais&Companhia) e está agora a ser publicado pela topseller por edições que eu considero muito mais bonitas.
É impossível resumir melhor a história do que pela sinopse que pus em cima, sério, a sinopse deste livro ficou muito bem feita e completa e, ao mesmo tempo, acaba por não contar muito do desenrolar do livro.
Primeiro deixem-me já avisar-vos que este mundo e este livro são completamente viciantes, o enredo é algo que eu antes nunca tinha visto e achei que o Scott Westerfeld teve uma ideia incrível, apesar de um pouco deste mundo me ter lembrado aquela ideia de o governo controla as pessoas presente em 1984, mas no fundo não se encontra esse livro neste.
Uma coisa que adorei no livro, é que, ao criticarem o próprio mundo das personagens, parece que nos estão a criticar a nós, e fazem-no diretamente quando falam supostamente do passado, ou seja, do nosso tempo, sendo que até nos chamam de ferrugentos e acusam-nos de ter destruído a natureza para nos expandir-mos, só faltava mesmo o autor chamar-nos animais, mas eu achei essa crítica tão inteligente e tão bem colocada no livro (e bastante realista), simplesmente adorei. O romance que é tocado um pouco neste livro também ficou muito bom.
O final então deixou-me a morrer completamente de curiosidade e acabei por demorar menos de 48 horas para ler este livro, é simplesmente viciante. O autor escreve de uma maneira que dá-nos vontade de ler mais um bocadinho e a seguir mais um bocadinho, e quando damos por ela lemos o livro todo e estamos a correr para buscar o segundo.
A única coisa que não gostei assim muito no livro foi de algumas atitudes da Tally, a personagem principal, que acaba por deixar arrastar demasiado algumas coisas, mas até isso não interfere muito com o quanto gostei deste livro.
No final, é um livro viciante, com um mundo incrível e original que nos agarra desde o primeiro momento e só nos faz largar no final do quarto livro (e mesmo assim dá vontade de chorar por ter acabado).
É um livro que recomendo muito. Para quem quer dar uma "espreitadela" à sério, vejam o booktrailer que está em baixo porque resume muito bem o conceito na base do livro.
Boas leituras.
Quotes/Melhores Momentos:
  • «As cidades são como estas pedras. Podem parecer sólidas, mas se lhes mexeres podes fazer com que tudo desabe.» - Página 168
  • «Cada civilização tem as suas fraquezas. Há sempre qualquer coisa da qual dependemos. E se nos é retirada por alguém, tudo o que sobra é uma estória para contar nas aulas de História.» - Página 267

Capas do livro pelo mundo:




sábado, 11 de julho de 2015

Leviatã - Resenha

Leviatã

Sinopse: "É o início da I Guerra Mundial, mas num mundo alternativo de que nunca ouviste falar. Os Germânicos lutam com máquinas de ferro a vapor carregadas de armas. Os Britânicos lutam com bestas darwinistas resultantes do cruzamento de vários animais. 
Alek é um príncipe germânico em fuga. A única máquina de guerra que possui é um Marchador, com uma tripulação que lhe é leal. 
Deryn é do povo, uma britânica disfarçada de rapaz que se alista para lutar pela sua causa - enquanto tem de proteger o seu segredo a todo o custo. 
No decorrer da guerra, os caminhos de Alek e Deryn acabam por se cruzar a bordo do Leviatã, uma baleia-dirigível e o animal mais imponente das forças britânicas. São inimigos com tudo a perder, mas na verdade estão destinados a viver juntos uma aventura que vai mudar a vida de ambos para sempre."
Nome do livro: Leviatã
Nome do Autor: Scott Westerfeld
Editora: Vogais
Número de páginas: 335 páginas 
Resenha: Este foi o meu primeiro contacto com o escritor e devo dizer que só por este livro, ele já parece ser um génio da ficção, pelo que ele criou um livro incrível e viciante.
Eu gostei bastante do início do livro e acho que o enredo em si é bastante original e chamativo. É raro vermos livros em que o cenário seja a primeira guerra mundial e ainda mais raro um em que seja essa mesma guerra mas num universo alternativo. Nisso, acho que o autor teve bastante bem.
No entanto, no início eu tive um problema em perceber bem de que lado é que cada uma das personagens estava. O livro começa com a Europa quase a entrar em guerra depois do assassinato dos pais de uma das duas personagens principais, o Alek. A principal guerra no livro é Britânicos vs Alemães. Então, nós ficamos um bocado em duvida de que lado é que está o Alek e o seu povo visto que ele não pertence a nenhum destes dois. Para quem vai ler, eu esclareço já essa dúvida (e não, não é spoilers): A Deryn (outra personagem principal do livro) está na guerra pelos britânicos, a Europa entra em guerra depois dos alemães matarem os pais de Alek, visto que o seu pai era um grande defensor da paz. No entanto, a Alemanha era aliada do  Império Austro-Húngaro, ou seja, Alek e Deryn estão em lados opostos da guerra, oficialmente, visto que Alek também está a fugir dos alemães que o tentam matar. Pode parecer confuso, mas acaba por ser fácil de compreender.
Alguns capítulos acompanham a aventura de Alek e outros a de Deryn. Alek, como eu já disse, é um príncipe em fuga com quatro homens leais, escolhidos pelos seus pais caso se desse a necessidade de fuga, num marchador, uma especie de robô gigante de guerra. Deryn é uma rapariga que se veste de rapaz para fazer o que mais gosta: poder voar. Então junta-se à Força Aérea Britânica e acaba a bordo do Leviatã, um dos animais mais fortes e conhecidos da Força Aérea Britânica, uma espécie de baleia modificada que voa, visto que, neste universo, os britânicos (nomeadamente darwin) descobriram como modificar animais geneticamente e, ao criarem umas espécies de aberrações, fazerem máquinas de guerra, a que chama de máquinas darwinistas. Pode parecer estranho ou desumano mas na verdade são altamente, eu estava meio pé atrás com isto mas passei a adorar. Os capítulos começam a contar a história destas duas personagens juntas apenas depois do meio, quando, como diz a sinopse,  "acabam por se cruzar a bordo do Leviatã" depois de uma série de eventos que, obviamente, não vou contar. Eu preferi honestamente os capítulos que seguia a história da Deryn porque achei que o Alek tinha atitudes muito irreais para a realidade, ou seja, atitudes infantis e imaturas demais, que nem parecem reais. Mas isso é facilmente ignorado no meio desta grande história, em que as próprias personagens são envolventes. 
Apesar do final que para mim já era esperado, a história é bastante original e a escrita é muito fácil e rápida de ler. As ilustrações são perfeitas para a história e permitem mais facilmente ter uma perspetiva destas máquinas de guerra que se tornam difíceis de imaginar. Outro ponto bastante positivo do livro foi a alternância muito bem feita entre a ficção e factos reais. O autor conseguiu realmente incluir factos reais na história e torná-los interessantes para quem não gosta de história.
É um livro bastante bom que eu tenciono, sem dúvida, ler os próximos da trilogia e recomendo completamente. 
Boas leituras. 

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Se se retirar um elemento, toda a cadeia é perturbada. Um arquiduque e a mulher são assassinados, e a Europa inteira entra em guerra. Uma peça em falta pode ser terrível para o puzzle.» - Página 150
  • «Era esse o truque - continuar a lutar independentemente do que acontecesse.» - Página 288

quarta-feira, 8 de julho de 2015

#MLI2015 - 1ª Semana - Fantasias, Distopias e/ou Ficção Científica

1ª Semana - Fantasias, Distopias e/ou Ficção Científica


No total, a TBR tem 8 objetivos pelo que eu escolhi 8 livros, o que dá cerca de 2 livros por semana. 
Aqui estão os livros escolhidos e o objetivo que cada um completa:

Leviatã do Scott Westerfeld ✓ (Resenha AQUI)
 
  • Um livro com ilustrações
  • Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia

Maximum Ride 1: O Resgate de Angel ✓ (Resenha AQUI)
  • Um livro de capa azul
  • Comece e/ou termine uma série, trilogia ou duologia
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Acabei de ler estes dois livros ainda a meio da semana pelo que peguei em mais dois livros de fantasia para ler durante esta semana:

As Crónicas de Spiderwick 2: A Pedra Mágica ✓ (Resenha AQUI)

  • Um livro com ilustrações
  • Um livro que já virou ou vai virar uma adaptação cinematográfica

A Ilha do Tesouro ✓ (Resenha AQUI)

  • Um livro que você ganhou
  • Um livro que vai virar ou já virou adaptação cinematográfica
Conclusão da 1ª semana:
  • Nº de livros lidos - 4 livros
  • Nº de páginas lidas - 335 + 382 + 108 + 254 = 1079 páginas