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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Cruel Crown - Opinião

Cruel Crown

Cruel Crown

Sinopse: «Two women on either side of the Silver-Red divide tell the stories no one else knows.Discover the truth of Norta's bloody past in these two revealing prequels to #1 New York Times bestseller Red Queen.Also includes an exclusive excerpt of the hotly anticipated second book in the Red Queen series! Glass Sword transports readers to the world of Silver tyranny, a Red dawn rising, and one girl's resolve to break down the system that will hold her back no longer.Queen SongQueen Coriane, first wife of King Tiberias, keeps a secret diary how else can she ensure that no one at the palace will use her thoughts against her? Coriane recounts her heady courtship with the crown prince, the birth of a new prince, Cal, and the potentially deadly challenges that lay ahead for her in royal life.Steel ScarsCaptain Farley exchanges coded transmissions with the resistance as she travels the land recruiting black market traders, smugglers, and extremists for her first attempt at an attack on the capital. She was raised to be strong, but planting the seeds of rebellion in Norta is a tougher job than expected until she stumbles upon a connection that may prove to be the key to the entire operation: Mare Barrow.»

Nome do livro: Cruel Crown
Nome em Portugal: Sem edição até ao momento
Nome no Brasil: Coroa Cruel
Nome da Autora: Victoria Aveyard
Editora: Harper Teen
Número de páginas: 142 páginas (55 + 87)
Opinião: Depois de muito pensar e ponderar, decidi-me a ler o livro de contos de uma série que eu tanto gosto: Red Queen.
Cruel Crown é exatamente o livro que surgiu da junção dos dois contos: Queen Song (sobre a rainha Coriane) e o Steel Scars (sobre a Farley, a líder da Scarlet Guard).
Relativamente ao Queen Song, nós acompanhamos a rainha Caroline, mãe do Cal, e a sua vida na corte repleta de medo  e desafios.
Apesar de o segundo conto me parecer ter mais ação, eu gostei mais deste primeiro, em grande parte porque eu adorei a rainha. Ela é uma personagem tão querida que me conquistou o coração.
Além disso, neste livro, o rei, e pai de Cal, demonstra ter um coração bem maior e ser bem mais simpático do que demonstra ser no primeiro livro, o que nos dá uma boa ideia do quanto a morte da rainha Caroline o deve ter magoado.
Neste livro vemos ainda uma grande luta interna nas personagens que só serviu para aumentar o meu amor por este conto.
(5 em 5 estrelas)
Entretanto chegou o Steel Scars que, é bem maior que o outro. Logo a princípio encontrei três problemas: primeiro, a Farley parece só querer saber dela própria e age como bem lhe apetece. Segundo, o livro tem tantas mensagens de código dificeis de descodificar à primeira que torna a leitura mais arrastada, e depois tem a constante repetição da frase "Rise, red as the dawn" que chegou a um ponto que já irritava. Então, eu não estava a gostar muito da leitura. 
Mas depois entra uma personagem completamente incrível, o irmão da Mary Barrow. Isso mesmo, nós vemos como ele é (muito engraçado a propósito) e a sua aproximação com a Farley, o que a vai tornar numa personagem bem melhor. 
No entanto, quando este conto começa a ficar mesmo bom, acaba.
Em geral, são ambos contos que recomendo muito para quem gosta do Red Queen.
Boas leituras.  
(3.5 em 5 estrelas)

Quotes/Melhores Momentos:
  • «There is nothing so terrible as a story untold.» (Não há nada tão terrível como uma história não contada) - Página 1
  • «I leave behind unfinished puzzles, pieces never put back together. It feels wasteful. Not of the objects, but myself. So much time spent strippin wire or couting screws. For what? For knowledge I will never use? Knowledge that is cursed, inferior, stupid, to everyone else? What have I done with myself for fifteen years? A great construct of nothing.» (Eu deixo para trás puzzles incabados, peças nunca colocadas juntas. Parece um desperdício. Não dos objetos, mas de mim mesma. Tanto tempo gasto a cortar fio ou a contar parafusos. Para quê? Por conhecimento que nunca vou usar? Conhecimento que é amaldiçoado, inferior, estúpido para todos? O que é que eu fiz comigo própria durante quinze anos? Uma grande construção de nada.) - Página 30
  • «I am not someone I recognize. Is this what growing up means?» (Eu não me reconheço. É isto que crescer significa?) - Página 42
  • «No system is perfect» (Nenhum sistema é perfeito) - Página 60


terça-feira, 7 de junho de 2016

Book Haul #4 - Fevereiro/2016 + Março/2016

Antes de mais deixem-me explicar o porquê de estar a fazer tanto as leituras do mês como os book haul juntos, estes dois meses foram bastante agitados e complicados em vários sentidos, além de o Memorial do Convento (apesar de eu estar a gostar), me ter colocado numa ressaca literária que só o Por Favor Não Matem a Cotovia ajudou a passar, como tal, nestes dois meses eu li apenas quatro livros e, ao desligar-me um pouco dos livros, comprei também menos.
Aqui estão os 6 livros que eu comprei ou recebi nestes dois meses (tendo sido 4 em fevereiro e 2 em março, sendo que nos de fevereiro temos um livro dividido em dois volumes):

  • A Minha Luta: Volume 1 + A Minha Luta: Volume 2

Resultado de imagem para a minh luta adolf hitler«Porquê então ressuscitar Mein Kampf? Em primeiro lugar, trata-se de uma introdução ao pensamento e à metodologia de Adolf Hitler. É um pensamento simultaneamente conciso e repetitivo, uma salgalhada de Idées Reçus e revelações, um pensamento de segunda repleto de força, o pensamento de um homem cuja morte precoce teria feito da Europa um local mais seguro onde viver para todos os seus cidadãos, mais particularmente para os liberais e a esquerda da vida política e para as duas comunidades da Europa chacinadas por sua ordem: os ciganos e os judeus, Hitler destruiu a Europa.
Foi auxiliado pela tolice, pelas fraquezas, pela presução e pelas incompreensões daqueles que com ele lidaram. Foi seguido por uma nação civilizada, culta, industriosa e de grande génio criativo, foi ainda o produto da filosofia europeia e dos desenvolvimentos políticos europeus. Temos de o compreender.»
P.V.P. = 2.90€ (cada volume junto com a revista portuguesa Sábado)
    • Estado do livro na minha estante: Por Ler
  • Cidade dos Ossos

(Primeiro livro da saga Caçadores de Sombras)
«Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando a jovem Clary decide ir para Nova York para se divertir numa discoteca, ela nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece no ar e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demónios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.»

P.V.P. = 18.85€

    • Estado do livro na estante: Lido (Resenha AQUI)

  • Glass Sword
Glass Sword
(Segundo livro da saga Red Queen)
«From the NEW YORK TIMES number one bestselling author of RED QUEEN. If there's one thing Mare Barrow knows, it's that she's different. Mare's blood is red - the colour of common folk - but her Silver ability, the power to control lightning, has turned her into a weapon that the royal court wants to control. Pursued by the vengeful Silver king, Mare sets out to find and recruit other Red-and-Silver fighters to join the rebellion. But Mare finds herself on a deadly path, at risk of becoming exactly the kind of monster she is trying to defeat. Will she shatter under the weight of the lives that are the cost of rebellion? Or have treachery and betrayal hardened her forever?»
P.V.P. = 13.03€
    • Estado do livro na estante: Por Ler



  • Pura Coincidência 
«E se de repente se apercebesse de que é o protagonista do aterrador romance que está a ler? Catherine tem uma boa vida: goza de grande sucesso na profissão, é casada e tem um filho. Certa noite, encontra na sua mesa-de-cabeceira um livro de título O perfeito desconhecido.»
P.V.P. = 17.50€

    • Estado do livro na estante: Lido (Opinião AQUI)









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Todos os livros estão disponíveis em bertrand.pt ou wook.pt exceto o A Minha Luta do Adolf Hitler (disponível em quiosques) e o Glass Sword

sábado, 9 de abril de 2016

Totally Should've Tag

Hoje eu decidi trazer-vos uma tag que eu não vi traduzida para português por ninguém, mas é uma tag bem conhecida, então é capaz de já ter sido traduzida. A tag chama-se Totally Should've Tag (traduzido à letra: Totalmente devia ter tag) e foi criada inicialmente pela Emma do emmmabooks (vejam o canal de youtube dela AQUI e o vídeo original da tag AQUI).

1. Totalmente devia ter tido uma sequela

Começo esta tag logo por falar de um dos meus livros preferidos da vida, Orgulho e Preconceito. Penso que toda a gente conhece minimamente a história das irmãs com uma mãe focada em casá-las, e da querida Elizabeth que um dia conhece Mr. Darcy, um homem frio e preconceituoso que vai acabar por perceber que não se pode lutar contra o que se sente, e que nem sempre se pode dar muita atenção ao orgulho.  O porquê de eu achar que o livro devia ter uma sequela? Primeiro porque adorava que houvessem mais livros completos da incrível Jane Austen e não apenas seis, e segundo, porque eu adoro o romance neste livro e ia adorar ainda mais se houvesse outro livro em que nos fosse contada a versão do Mr. Darcy (e sim, eu sei que existe um livro assim, mas eu refiro-me a um escrito pela Jane Austen) e ainda um livro sobre como foi a vida deles depois do final deste livro e como eles conseguiram lutar com o preconceito da diferença de classes.
2. Totalmente devia ter tido uma série spin off

Para esta resposta eu vou ter de escolher a série Uglies do Scott Westerfeld. Porquê? Porque no final do terceiro livro dão-se grandes alterações no mundo e essas alterações são mostradas no 4º livro, Excecionais, que acompanha outras personagens, e eu realmente gostei deste livro spin off, mas eu queria mais, eu queria uma trilogia (ou pelo menos uma duologia) de livros inteira sobre como ficou um mundo depois do final de Especiais. Em Excecionais é apresentado um mundo tão bom que eu tenho mesmo pena de não haver mais livros a seguir a este. (A história do livro é explicada mais abaixo)




3. Um autor que totalmente devia escrever mais livros
Nesta resposta eu vou ter de roubar e escolher duas. A primeira é a minha querida Kiera Cass com os seus livros rápidos de ler e que eu tanto adoro. Tirando livros da série da Seleção e A Sereia, eu não ouvi falar de mais nenhum livro dela, e eu realmente ia gostar de ler mais livros dela. Outra que devia ter mais livros é a Victoria Aveyard, que se estreou com Red Queen, e que até ao momento só têm 3 livros, e todos relacionados com Red Queen, então eu gostava mesmo que houvesse mais livros destas duas incíveis autoras.
4. Uma personagem que totalmente devia acabar com outra pessoa

Não existe nenhum livro até ao momento que eu tenha desejado que uma personagem ficasse com outra pessoa, no entanto tem uma série de livros que para lá caminha: Trono de Vidro, um dos meus livros preferidos. Esta série acompanha a assassina mais temida de todas que luta no primeiro livro para se tornar a assassina do rei. E eu só li o primeiro livro, no entanto levei spoilers sobre algo que acontece a partir do 3º ou 4º, não tenho bem a certeza. Então, para quem leu apenas o 1º ou o 2º livro e não quiser levar spoilers, eu aconselho a não lerem o que eu aqui vou escrever e seguirem para a resposta ao tópico 5. Então, eu soube que nos livros mais recentes a minha querida Celaena fica muito perto de um rapaz chamado Rowan, e isto para mim não pode ser, porque eu adoro completamente o Chaol e espero que eles fiquem juntos. Eu sei que a série ainda não acabou, e muita coisa ainda pode mudar, mas eu estou a ver demasiada gente a gostar dela com o Rowan e o Chaol a ser muito esquecido, e espero seriamente estar enganada e que ela não acabe com o Rowan, ou vou ficar muito triste.
5. Totalmente devia ter acabado de forma diferente 

Nesta categoria eu vou roubar e escolher dois livros que o final me partiu o coração. O primeiro é A Rapariga Que Roubava Livros, um livro excelente, narrado pela morte, sobre uma rapariga que, na época nazi, descobre um amor gigante por livros, à medida que se vai metendo em muitas confusões (incluindo fazer amizade com um judeu), esta personagem vai crescendo imenso, e eu adorei isso. E eu realmente apaixonei-me por esta personagem, e pelo homem que a adotou e pelo melhor amigo dela, então quem já leu este livro sabe bem porque me partiu o coração, apesar de eu achar que o final foi realista e muito bem feito. Para quem não leu o livro, aconselho completamente a o fazerem. Outro livro que devia ter acabado diferente é o Ponte Para Terabithia, a história de um rapaz pobre que faz amizade com uma nova vizinha e juntos criam um mundo só deles, Terabithia, mas a partir prai dos 3/4 do livro, eu chorei imenso. Estes dois livros são completamente incríveis, e eu acho-os perfeitos assim, no entando, foram os únicos até hoje que me fizeram chorar, e eu gostava que tudo tivesse acabado bem (mesmo que se assim fosse eu talvez não tivesse gostado tanto).
6. Totalmente devia ter uma série de filmes

Uma série que me cativou completamente e que devia completamente ser tornada numa série de filmes foi a série de livros Imperfeitos do Scott Westerfeld. Estes livros passam-se numa sociedade em que as pessoas, aos 18 anos, fazem uma transformação para se tornarem fisicamente perfeitos. A personagem principal mal pode esperar por essa altura, mas quando a altura está quase a chegar, surge um problema que envolve um grupo que se recusa a fazer a operação e que tenta, a todo o custo, acabar com o governo. Eu ia morrer de felicidade se isto se torna-se um filme de tão bons que são. Imperfeitos, Perfeitos e Especiais seguem as mesmas personagens principais e a mesma época. Excecionais passa-se no futuro em comparação a Imperfeitos e acompanha o como é que ficou a sociedade após o livro Especiais. São livros muito bons, li cada um praticamente num dia, recomendo muito.
7. Totalmente devia ter uma série de tv

Uma série de livros que devia totalmente virar uma série de tv é a série Maximum Ride do James Patterson. Estes livros giram em torno de um grupo de crianças que foram geneticamente modificadas e ficaram com características de pássaros (como a habilidade para voar), então eles tentam continuar a fugir daqueles que os modificaram ao mesmo tempo que tentam sobreviver sozinhos sendo apenas jovens. Em Portugal os três primeiros livros foram traduzidos pela TopSeller, mas o terceiro já foi traduzido em 2013, então eu já perdi a esperança do resto, sendo que eles agora já são 9 (o 9º não está na imagem, é o Maximum Ride Forever), e estes livros são muito bons, então eu ia adorar ver uma adaptação para a televisão.
8. Totalmente devia ter tido apenas um ponto de vista

Eu não me consigo lembrar de um livro que gostava que tivesse tido apenas um ponto de vista, até porque eu adoro quando temos dois pontos de vista, então vou roubar um bocadinho e escolher dois livros que eu gostava que tivessem tido dois pontos de vista. O primeiro é A Seleção da Kiera Cass, porque eu gostava mesmo de acompanhar o Maxon em alguns momentos  (apesar de que eu ainda tenho de ler A Elite e A Escolha, então ainda tenho esperança de isso acontecer nos outros). Para quem não sabe, este livro começa quando America é convencida pela família a candidatar-se para ser a futura mulher do rei, e é uma das escolhidas para o concurso, então ela tem de viver na corte à medida que as concorrentes vão sendo eliminadas até se decidir quem vai se tornar a próxima rainha. Outro livro que eu gostava que tivesse tido outro ponto de vista (apesar de que eu já li à tanto tempo que até pode ter e eu não me lembrar, apesar de eu achar que não têm) é o Red Queen da Victoria Aveyard, porque eu ia adorar saber os pensamentos do Cal durante toda aquela confusão, pode ser que no Glass Sword isso aconteça. Red Queen passa-se num mundo em que as pessoas estão divididas pela cor do sangue, vermelho e prateado. Os de sangue vermelho são as pessoas normais e do escalão mais baixo, as de sangue prateado são aqueles que têm super poderes. Mare sempre viveu como uma pessoa de sangue vermelho, aquilo que ela é, mas quando um dia é obrigada a trabalhar no palácio, ela descobre que pode ter sangue vermelho, mas existe qualquer coisa de prateado dentro dela.
9. Totalmente devia ter uma mudança de capa

Eu realmente não me consigo lembrar de um livro que ache que deva ter uma capa nova, e o mais perto que me consigo lembrar disso é o Fala-me de Um Dia Perfeito da Jennifer Niven. Não que eu não goste da capa, eu gosto, o problema é que a acho fofa demais. Para um livro que fala de morte e suicídio, eu realmente acho que a editora portuguesa escolheu uma capa com cores demasiado vivas, o que dá um ar meio infantil ao livro.
Não sei se alguém partilha dessa opinião comigo, pode ser só impressão minha, mas realmente é o que me parece.



10. Totalmente devia ter mantido a capa original

Para esta resposta eu vou referir-me a um livro que em Portugal teve a sua capa mudada. Em Portugal, graças a Deus, não existe muito o hábito de mudarem as capas dos livros (sendo que as maiores alterações são por norma quando é lançado um livro que é adaptado o póster para a capa), mas no caso das Crónicas Lunares as capas foram totalmente alteradas. Em Portugal, por enquanto, só foram publicados os três primeiros livros, e nome manteve-se o original, mas as capas foram mudadas completamente. As capas originais são das capas mais bonitas que eu já vi, e as usadas em Portugal são simplesmente terríveis. Dos três livros, a Scarlet é a que considero mais bonita, e mesmo assim não gosto muito, no entanto, acho a capa de Cress muito feia, além de a lombada ser toda num rosa claro demasiado chamativo. Não fiquei mesmo fã desta alteração.
11. Totalmente devia ter parado no livro um

Apesar de eu ainda não ter terminado a série Divergente, eu realmente acho que devia ter parado no primeiro livro. Eu amei completamente o primeiro livro e consegui lê-lo em apenas um dia, o segundo não foi nem de perto nem de longe tão bom e a personagem principal passou o livro todo a irritar-me. Agora ando a ler o terceiro e já está a prometer ser pior do que o segundo (já para não falar do que acontece a seguir ao meio, que quem já leu sabe bem o que é).





Esta foi a tag Totally Should've, não vou marcar ninguém para responder, mas sintam-se marcados se a quiserem responder e digam-me nos comentários as vossas respostas.
Boas leituras.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Red Queen (A Rainha Vermelha) - Resenha

Red Queen


Sinopse: "Este é um mundo dividido pelo sangue - vermelho ou prateado.
Os vermelhos são plebeus, governados por uma elite de prateados que tem poderes divinos. E para a Mare Barrown, uma rapariga de 17 anos com sangue vermelho da pobre e arrasada Stilts, parece que nada nunca vai mudar.
Isto é, até que ela consegue um trabalho no Palácio dos Prateados. Aqui, rodeada pelas pessoas que ela mais odeia, Mare descobre que, apesar do seu sangue vermelho, ela própria possui um poder mortal. Um que ameaça destruir a balança do poder.
Com medo do potencial da Mare, os prateados escondem-na à frente de todos, declarando-a uma princesa prateada à muito perdida, agora noiva de um príncipe prateado. Apesar de saber que um passo em falso iria significar a morte, Mare trabalha silenciosamente para ajudar a Guarda Vermelha, um grupo de resistência militar, e para destruir o regime dos prateados. 
Mas este é um mundo de traições e mentiras, e a Mare entrou numa perigosa dança - Vermelhos contra prateados, príncipe contra príncipe, e a Mare contra o seu próprio coração...
O poder é um jogo perigoso."

Nome do livro: Red Queen (A Rainha Vermelha)
Nome da Autora: Victoria Aveyard
Editora: Orion Books
Número de páginas: 383 páginas
Resenha: Já tinha ouvido falar tão bem deste livro que o comprei diretamente em inglês, e não me arrependo nem um bocadinho.
Ouvi bastante críticas a este livro, e até que percebo que realmente as pessoas achem essa coisa toda de revolta do povo e da faísca para a revolução muito parecido com Hunger Games, mas não acho que tenha grande coisa a ver com a Seleção, como algumas pessoas dizem.
E é exatamente relacionado com isso uma das únicas críticas que tenho a fazer ao livro: a história é um bocado cliché em algumas partes.
Uma coisa que me deixou um bocado confusa neste livro, é que não parece haver um triângulo amoroso, mas sim um quadrado. Pode ter sido só impressão minha, mas além dos príncipes, acho que ainda existe ali qualquer coisa com o melhor amigo, apesar de o romance nestes livros nem ser assim algo muito principal, eu gostei disso. Mas passei o livro todo a preferir que ela ficasse com um e depois preferia com outro, e acabei a achar que ela devia era ficar sozinha porque os dois (e desculpem a forma como vou dizer) só fazem merda.
O livro tem bastantes revelação e plot twists inesperados, apesar de que muito gente ficou chocada com algo que eu já meio que esperava.
A única outra coisa negativa que tenho a apontar ao livro é a incerteza da Mare, nem ela sabe o que quer, de quem gosta ou de que lado está, e passa o livro a mudar, torna-se bastante irritante. Isso fez o livro perder meia estrela, passando para 4.5, que dá 5 arredondando para cima.
A última frase do livro arrepiou-me toda e deu-me imensa vontade de ler o próximo. A linguagem usada pela autora no livro, permite uma leitura muito rápida, mesmo em inglês. 
Agora para quem quer ler em inglês: este é um livro minimamente fácil de ler em inglês. Tem sim algumas palavras mais difíceis, mas nada que uma pessoa com um lápis e um tradutor ao lado não consiga perceber. Podem sempre ler as frases abaixo para terem uma ideia de como é o inglês do livro, e vão ver que não é um muito difícil.
É um livro que recomendo imenso, e estou completamente ansiosa pelo segundo.
Quotes/Melhores Momentos (tradução no sublinhado):
  • «Their blood is a threat, a warning, a promise. We are not the same and never will be.» (O sangue deles é uma ameaça, um aviso, uma promessa. Nós não somos o mesmo e nunca seremos.) - Página 9
  • «In school, we learned about the world before ours, about the angels and gods that lived in the sky, ruling the earth with kind and loving hands. Some say those are just stories, but I don't believe that. The gods rule us still. They have come down from the stars. And they are no longer kind.» (Na escola, nós aprendemos sobre o mundo antes do nosso, sobre os anjos e deus que viviam no céu e governavam a terra com bondade e amor. Alguns dizem que isso são só histórias, mas eu não acredito. Os deuses ainda nos governam. Eles desceram das estrelas. E eles não são mais bondosos.) - Página 11
  • «I'm a shadow, and no one remembers shadows.» (Sou uma sombra, e ninguém se lembra das sombras.) - Página 43
  • «As beautiful as this world is, it's just as dangerous. People who are not useful, people who make mistake, they can be removed. You can be removed.» (Por muito bonito que o mundo seja, tem o mesmo de perigoso. Pessoas que não são úteis, pessoas que cometem erros, elas podem ser removidas. Tu podes ser removida.) - Página 92
  • «I used to think there was only the divide, Silver and Red, rich and poor, kings and slaves. But there's much more in between, things I don't understand, and I'm right in the middle of it. I grew up wondering if I'd have food for supper; now I'm standing in a palace about to be eaten alive.» (Eu costumava pensar que só haviam as divisões prateados e vermelhos, ricos e pobres, reis e escravos. Mas há muito mais no meio, coisas que eu não entendo, e eu estou mesmo no meio de isso. Eu cresci a perguntar se teria comida para sobreviver; agora estou aqui no palácio prestes a ser comida viva.) - Página 96 
  • «Behind every false smile is a reminder: they are watching. Every eye scaping over me, looking for cracks and imperfections (...) but I cannot break.» (Por detrás de cada falso sorriso está um aviso: eles estão a assistir. Cada olho aguçado sobre mim, à procura de uma falha e imperfeições (...) mas eu não me posso quebrar.) - Página 108
  • «In the fairy tails, the poor girl smiles when she becomes a princess. Right now, I don't know if I'll ever smile again.» (Nos contos de fadas, a rapariga pobre sorri quando se torna uma princesa. Neste momento, eu não sei se algum dia voltarei a sorrir.) - Página 114
  • «Words can lie.» (Palavras podem mentir.) - Página 134
  • «I see a world on the edge of a blade. Without balance, it will fall (...) You don't know how precarious things are, how close this world is to falling back into ruin.» (Eu vejo um mundo no limite de uma lâmina. Sem balanço, ele vai cair (...) Tu não sabes o quão precárias as coisas são, o quão perto este mundo está de cair em ruínas.) - Página 151
  • «Revolution needs a spark. (...) And even sparks burn.» (Revoluções precisam de faísca. (...) E até as faíscas queimam.) - Página 191
  • «A soldier doesn't blink until the battle is won.» (Um soldado não pestaneja até que a batalha esteja ganha.) - Página 204
  • «It's our nature (...). We destroy. It's the constant of our kind. No matter the color of blood, man will always fall.» (É a nossa natureza (...). Nós destruímos. Não importa a cor da sangue, O Homem vai sempre cair.) - Página 227
  • «I am finally learning my lesson. Anyone can betray anyone.» (Estou finalmente a aprender a minha lição. Qualquer pessoa pode trair outra pessoa.)- Página 338
  • «The truth doesn’t matter. It only matters what the people believe» (A verdade não importa. Só importa aquilo em que as pessoas acreditam) - Página 342
  • «One day your lies will strangle you (...). My only regret is I won't be alive to see it.» (Um dia as tuas mentiras vão estrangular-te (...). O meu único arrependimento é que eu não vou estar viva para o ver.) - Página 352
  • «The truth is what I make it. I could set this world on fire and call it rain.» (A verdade é o que tu constróis. Eu podia colocar o mundo em chamas e chamar-lhe chuva.) - Página 352
  • «I told you to hide your heart once. You should have listened.» (Eu disse-te uma vez para esconderes o teu coração. Tu devias ter ouvido.) - Página 354
  • «Many things led to this day, for all of us. A forgotten son, a vengeful mother, a brother with a long shadow, a strange mutation. Together, they’ve written a tragedy.» (Muitas coisas levaram a esta dia para todos nós. Um filho esquecido, uma mãe vingativa, um irmão com uma longa sombra, uma estranha mutação. Juntos, eles escreveram uma tragédia.) - Página 355
  • «I have lived that life already, in the mud, in the shadows, in a cell, in a silk dress. I will never submit again. I will never stop fighting.» (Eu já vivi aquela vida, na lama, nas sombras, numa cela, num vestido de ceda. Eu não me vou rebaixar nunca mais. Eu nunca vou parar de lutar) - Página 382