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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Orgulho e Preconceito e Zombies - Opinião

Orgulho e Preconceito e Zombies

Nome do livro: Orgulho e Preconceito e Zombies
Nome original do livro: Pride and Prejudice and Zombies
Nome do livro no Brasil: Orgulho e Preconceito e Zumbis
Nome do Autor: Seth Grahame-Smith (e Jane Austen)
Editora: Gailivro
Número de páginas: 352 páginas
Sinopse: «Orgulho e Preconceito e Zombies é uma versão alargada do bem amado romance de Jane Austen. Apresenta cenas completamente novas, com a violência capaz de esmagar ossos, ao ser introduzida a presença dos zombies. A destemida heroína Elizabeth Bennet está decidida a varrer a ameaça dos zombies, mas rapidamente se vê afastada desse objectivo com a chegada do altivo e arrogante Mr. Darcy. Segue-se uma encantadora comédia de costume, com inúmeras lutas civilizadas entre os dois apaixonados e com lutas muito mais violentas, em campos de batalha ensopados de sangue. Munido de relações amorosas, corações despedaçados, lutas com espadas, canibalismo e milhares de cadáveres putrefactos, Orgulho e Preconceito e Zombies transforma uma obra-prima da literatura mundial em algo que o leitor não vai querer perder.»

Opinião: Deixem-me começar por vos dar duas informações: Primeiro, amo Orgulho e Preconceito, é um dos meus livros preferidos da vida; Segundo, odeio zombies, não gosto de histórias com zombies, metem-me impressão e um certo nojo e não gosto de nada que envolva estas criaturas, mesmo que sejam jogos. 
No entanto, eu meio que gostei deste livro. Porquê? Orgulho e Preconceito e Zombies é basicamente o livro tão conhecido e adorado da Jane Austen mas as personagens são todos caçadores de zombies e estas criaturas atacam constantemente. Claro que algumas coisas mudam mas, em geral, o livro segue as mesmas linhas e existem até passagens praticamente idênticas apenas com uns zombies à mistura. 
Começamos logo o primeiro capítulo com "É uma verdade universalmente aceite que um zombie que consiga deitar a mão a um cérebro tem necessidade de mais cérebros", o que foi, sem duvida, um início, no mínimo, interessante. Ao fim do primeiro capítulo eu já estava a gostar. Ao ser tão parecido com o original, e ao mesmo tempo tão diferente, o livro torna-se bastante engraçado e, a partir do momento que o leitor pensa neste livro como um livro individual, sem ter nada a ver com o clássico, até que passa um bom tempo a ler este livro. 
O meu maior problema foi mesmo as personagens. O autor mudou tanto algumas personagens que eu passei a não gostar delas, como o pai da Elizabeth que neste livro é um bocado para o mauzinho. Ao mesmo tempo, também gostei menos deste Mr. Darcy porque ele é mais maldoso ainda do que no original e os sentimentos dele mudam demasiado depressa. Por sua vez, também a Elizabeth é diferente do original e, o que eu não estava à espera, bem exibicionista. 
Relativamente às descrições das próprias criaturas eu até que gostei, apesar de que algumas descrições de morte foram descritivas demais em certos pontos e arrepiaram-me um bocado. 
No fundo, acaba por ser um livro bastante diferente, interessante e divertido, é preciso é entrar no livro com noção de que as personagens não vão ser como no original, são mais mesquinhas, mas é sempre bom mergulhar neste mundo, mesmo que seja meio distorcido, no final até que gostei e recomendo que leiam, mais não seja por ser tão diferente. 
Boas leituras.
(3.5 em 5 estrelas)
Quotes/Melhores Momentos:
  • «A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam, muitas vezes, empregues como sinónimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho tem mais a ver com a opinião que temos de nós próprios e a vaidade com o que achamos que os outros pensam de nós.» - Página 21
  • «Deus não é misericordioso. E nós também não o podemos ser.» - Página 67

Trailer da adaptação do livro para o cinema:

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Emma - Opinião

Emma

Nome do livro: Emma
Nome do livro em Portugal: Ema ou Emma (dependa da edição)
Nome do livro no Brasil: Emma
Nome da Autora: Jane Austen
Editora: Dover Publications
Número de páginas: 328 páginas

Sinopse:«When her former governess finds happiness as the bride of a local widower, the brilliant and beautiful Emma Woodhouse — one of Jane Austen's immortal creations — flatters herself that she alone has secured the marriage and that she possesses a special talent for bringing lovers together. The young heiress next busies herself with finding a suitable husband for her friend and protégé, Harriet Smith, setting off an entertaining sequence of comic mishaps and misunderstanding in this sparkling comedy of English-village romance. Beneath its considerable wit, the novel is also the story of a young woman's progress toward self-understanding.»

Opinião: Como leitora que adora as histórias, os mundos e as personagens da Jane Austen eu tenho sempre medo quando chega o momento de ler um livro novo mas, mais uma vez, a autora mostrou ser digna da fama que tem. 
O livro acompanha a personagem que lhe dá nome, Emma, enquanto ela acaba por ser uma casamenteira para toda a gente que conhece (esta ideia, tendo em conta a época em que se passa, é bastante engraçada e a autora soube explorá-la muito bem). 
O principal problema que tive com este livro foi mesmo com a Emma, nomeadamente a superioridade com que ela se vê, embora eu perceba que essa parte da personalidade dela foi necessária para o desenrolar da história, e o facto de que ela parece ser muito inteligente e noutros momentos parece que não percebe bem coisas básicas.
Aquilo que eu gostei mais no livro acho que foi mesmo a diferente mentalidade da Emma relativamente às outras duas protagonistas (a Elizabeth Bennet do Orgulho e Preconceito e a Anne Elliot de Persuasão) que eu conheço da Jane Austen, porque a Emma é mais confiante em si mesma e mentalmente forte (apesar de que a nossa querida Lizzie Bennet também o é). 
Tive um pequenino problema também relativamente à ingenuidade da Harriet e ao facto de ela se apaixonar rápido demais, mas esses problemas foram rapidamente ultrapassados quando eu conheci os incríveis George Knightley e Mr Martin que aquecem o coração de qualquer pessoa. 
Relativamente ao final e, como em todos os livros da Jane Austen, é esperado mas tão bem escrito que uma pessoa não resiste a gostar dele. Recomendo muito este livro. 
Para quem gosta da premissa da história mas não gosta da época, deixo em baixo o link para uma versão ligeiramente diferente e mais moderna que eu vi à uns anos e adorei chamada Emma Approved. 
Boas leituras.
(3.5 em 5 estrelas)
Adaptação mais recente: 

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Persuasão (Filme) - Resenha

Persuasion


Info: Há alguns anos atrás, a jovem Annie Elliott apaixonou-se pelo oficial Frederick Wentworth. Mas, devido à condição financeira dele e as restrições da família da moça, Annie é persuadida a romper o relacionamento. Oito anos depois, Wentworth retorna a cidade com uma reputação e situação econômica bem mais elevada. Mesmo após todo esse tempo, Annie nunca deixou de amá-lo, mas terá de lidar com o fascínio das moças solteiras por Frederick.

Nome do Filme: Persuasion
Nome em Português: Persuasão
Duração: 01:32:00h
Género: Romance
Ano de Lançamento: 2007
Resenha: Decidi ver este filme logo a seguir a ter acabado de ler o livro, logo as diferenças são mais nítidas, e não me arrependo absolutamente nada, porque gostei realmente do filme.
O filme está, na minha opinião, realmente bom.
O facto de o inicio ser logo diferente do livro, deixou-me um pouco pé atrás, mas isso passou rapidamente.
Uma das partes que mais gostei do filme foi definitivamente a escolha do elenco. Tanto a Anne como o capitão foram muito bem escolhidos, além das irmãs de Anne, que conseguiram ser ainda mais desprezíveis no filme.
Só não gostei muito da Mrs. Smith, a amiga de Anne. Provavelmente foi porque no livro ela tem um problema físico e a Anne vai ajudá-la muito, enquanto que no filme ela consegue andar completamente normal.
Um filme parece mais antigo do que de 2007, mas sendo inspirado numa obra clássica, nem faz um grande obstáculo. Achei sim que houve momentos em que o realizador queria que sentíssemos demasiada pena de Anne, essas partes eu não gostei, porque a Anne no livro é uma personagem que apesar de tudo é forte, e no filme à momentos que ela parece quase que quebrada por completo, sem nada que reste.
Também achei que o momento em que este antigo casal se reencontra é demasiado cedo em comparação ao livro, assim como o final é demasiado acelerado na minha opinião.
A banda sonora não foi nada por ai além, houve até momentos que faltava um bocado, mas também não é um grande problema. O facto de o realizador não usar sempre o mesmo plano, ou seja, quando a Anne estava na charrete, o plano era feito de lá, ou seja, nós sentíamos os sobressaltos do caminho e a agitação, isso serviu para dar realmente um sentimento de proximidade entre o filme e o próprio espetador.
Embora o filme não tenha assim muitas quotes, nem memoráveis, as falas são boas e fáceis de entender.
Apesar de tudo, é um filme que recomendo imenso.



Quotes/Melhores Momentos:
  • «Eu não posso aguentar mais isto. Tu atravessaste a minha alma. Sou metade agonia, metade esperança. Apesar de ter parecido injusto. Fui fraco e ressentido, mas nunca inconstante. Ofereço-me a si de novo com um coração que é mais seu do que quando o partiu à oito anos atrás. Não amei mais ninguém além de ti.»


Resenha do livro AQUI
Opinião do livro vs filme AQUI 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Persuasão - Livro vs Filme

 vs 

(Antes de ler o texto a seguir, leia o livro ou veja o filme pois o texto seguinte contém spoilers)
Apesar de este filme não ter sido nota 10 para mim, eu gostei bastante da adaptação comparada com o livro. 
As alterações são imensas e bastante óbvias, mas não ficaram mal de todo, a essência do livro não se perdeu e o final ficou, na minha opinião, ainda melhor e mais romântico. Assim sendo, acho que os dois acabam por se completar. 
Logo nos primeiros segundos do filme, começa com eles a mudar de casa, o que não é o que acontece no livro, tanto que no filme não explica a situação toda nem as opções que tinham, nem o quão vaidoso era o seu pai, só por ai eu comecei já a sentir um bocado de suspeitas, quando um filme consegue ser diferente do livro logo nos primeiros segundos, não é bom sinal. E depois disso houve grandes alterações em comparação ao livro, mas eu até gostei de algumas. 
No filme as irmãs de Anne são ainda mais desprezíveis, e o facto de pudermos ver as suas reações na forma como falam e no próprio corpo enquanto falam das pessoas, completa imenso a ideia que temos do filme, porque vemos como eram realmente estas duas raparigas.
Uma coisa que reparei do filme é que parece mais antigo do que realmente é, visto ser de 2007, o que por um lado até é bom, porque faz lembrar que é de uma obra bastante antiga. 
As únicas diferenças que eu realmente não gostei, foram o facto de que no livro, o momento em que o antigo casal se reencontra é muito mais atrasado, ou seja, vemos realmente como eles se queriam evitar a todo o custo, no filme não parece tanto, e ainda o facto de que no filme eles tentam resolver os seus problemas e falam sobre eles muito mais cedo, enquanto que no livro eles estão constantemente a tentar ignorar o assunto.
Houve ainda uma queda de Anne no filme que não acontece no livro e que eu não achei muita graça, além de que achei que o acidente da Louisa foi um bocado exagerado. 
Por outro lado, achei o elenco muito bem escolhido e acho que todos, sem exceção, realizaram um grande papel. 
Existem ainda momentos protagonizados pelo primo de Anne, que acontecem no filme mas não no livro. 
Apesar disto, recomendo realmente os dois, especialmente o livro. Mas lendo o livro, e vendo o filme logo a seguir, eles realmente completam a informação e ficam muito bem juntos.  

Resenha do livro AQUI
Resenha do filme AQUI

Persuasão - Resenha

Persuasão


Sinopse: "É em Persuasão, o último romance acabado de Jane Austen, que encontramos a sua heroína mais notável – Anne Elliot. Naquela que é a sua obra mais amadurecida, que descreve uma órbita de afastamento nítida em relação ao tom predominantemente satírico dos seus anteriores romances, Austen trata o carácter e os afectos da protagonista de uma forma que, sem perder totalmente de vista a ironia, é, sem sombra de dúvida, muito mais terna, e anuncia já uma percepção mais aberta e dinâmica da personalidade e comportamentos humanos. Uma história de amor, desenvolvida com profundidade e subtileza, proporciona o campo ideal para um estudo reflectido, que sustenta na sua linha de horizonte o complexo relacionamento entre os dois sexos, e no qual homem e mulher surgem como seres moralmente análogos."
Nome do livro: Persuasão
Nome da Autora: Jane Austen
Editora: Editorial Presença
Número de páginas: 253 páginas
Resenha: Depois de amar Orgulho e Preconceito, eu finalmente decidi dar uma chance a mais um da Jane Austen, e ainda bem que o fiz, porque este livro só reforçou a posição de Jane Austen no meu top 5 de autores. Embora não tenha sido tão bom como Orgulho e Preconceito, é um livro bastante bom.
Anne, a personagem principal deste livro, e Elizabeth, a personagem principal de Orgulho e Preconceito, são completamente opostos, pelo que Anne se deixou persuadir pelas outras pessoas 8 anos atrás, perdendo a oportunidade de casar com o amor da sua vida.
Anne é praticamente ignorada por todas as pessoas e ao mesmo tempo persuadida, é uma personagem bastante diferente das normais de Jane Austen, mas é uma verdadeira heroína cheia de coragem.
Agora, 8 anos depois, ele está de volta. Mas certas coisas mudam com o tempo, e a Anne vai perceber isso.
Logo no início dos livros achei que os nomes se tornavam um bocado confusos, mas ao fim de umas páginas umas pessoa vai se adaptando.
Por volta do meio, algumas coisas parecem que se arrastam, mas são momentos necessários à história, então esses momentos são facilmente esquecidos perante o resto do livro.
Embora o final fosse esperado, eu simplesmente adorei, achei o final super bonito e romântico.
No final, o livro tem uma mensagem enorme sobre a separação, a espera e o amor verdadeiro que consegue aguentar até anos separado.
Foi um livro bastante fácil e rápido de se ler, visto que Jane Austen tem uma maneira viciante de escrever.
É um livro que recomendo completamente a qualquer pessoa. Os pequenos pontos negativos serviriam apenas para retirar meia estrela a esta grande obra, e arredondando para cima dá 5 estrelas que são muito bem merecidas a esta grande escritora.
Boas leituras.

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Um marinheiro torna-se velho mais depressa do que qualquer outro homem.» - Página 26
  • «Que aqueles que desejam ser felizes sejam firmes!» - Página 93
Trailer da adaptação do livro para o cinema:


Resenha do filme AQUI 
Opinião do livro vs filme AQUI 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Orgulho e Preconceito | Pride and Prejudice - Opinião (Book Review)

Orgulho e Preconceito

Nome do Livro: Orgulho e Preconceito

Nome do Autor: Jane Austen
Editora: Europa-América
Número de Páginas: x páginas 
Sinopse: «Orgulho e Preconceito é, sem dúvida, uma das obras em que melhor se pode descobrir a personalidade literária de Jane Austen. 
Com o fino poder de observação que lhe era peculiar, a autora dá-nos o retrato impressionante do que era o mundo da pequena burguesia inglesa do seu tempo: um mundo dominado pela mesquinhez do interesse, pelo orgulho e preconceito de classe.
Esses orgulho e preconceito que, no romance, acabam por ceder o passo a outras razões com bem mais fundas raízes no coração humano.»

Devo dizer desde já que Orgulho e Preconceito é dos melhores livros, e dos melhores filmes que existem. Embora eles tenham alguma diferença entre si, ambos são muito bons. 
Antes de mais, quem nunca ouviu falar de "Orgulho e Preconceito"? É provavelmente um dos clássicos mais conhecidos e, na minha opinião, o melhor livro de Jane Austen. 
A história gira em torno das irmãs Bennet, sendo que as que têm mais destaque são as irmãs Elizabeth e Jane. A história passa-se no século XIX e faz um retrato daquela época. Como plano de fundo surge a relação de Jane, a irmã Bennet mais velha, e Bingley, um homem rico, e melhor amigo de Darcy, com um estatuto social elevado e um rendimento de 5 mil libras anuais. Rapidamente Jane e Bingley desenvolvem algo entre eles, mas a irmã de Bingley e Darcy afastam-os. Darcy é um homem ainda mais rico que Bingley, com um lucro de mais de 10 mil libras anuais, snob e com a mania de superioridade, diria que ele a principio torna-se até irritante. Mais tarde ele apaixona-se por Lizzie (ou Elizabeth), mas esta recusa-o. Ao longo da história temos ainda a Sra. Bennet, a mãe de cinco filhas que só pensa em casá-las, o Sr. Bennet, um homem culto e simpático que parece nutrir uma maior paixão pelas duas filhas mais velhas, Mary Bennet, a terceira filha, que ao contrário das outras, só pensa na sua instrução, sendo que tem uma grande paixão por livros, Kitty (ou Catherine) Bennet, a quarta irmã Bennet, é teimosa e quase tão tola como a sua irmã Lydia, além de que vive na sombra de Lydia, Lydia é a quinta irmã Bennet e de longe a mais desnaturada, gosta de namoriscar com militares, tal como dá a entender durante todo o livro, é teimosa e não pensa nas consequências das suas ações. Temos ainda Caroline Bingley, a irmã de Bingley e que o tenta separar de James, Georgiana Darcy, a irmã de Darcy que tem uma paixão por piano e que vai gostar muito de Lizzie, William Collins, o primo das irmãs Bennet e que vai herdar a fortuna delas, George Wickham, um homem trapaceiro que vai tentar virar toda a gente contra Darcy através de mentiras, e Lady Catherine de Bourgh, uma mulher rica e orgulhosa que humilha todos os que a rodeiam, é tia de Darcy e não aceita o facto de que Elizabeth não se sente intimidada por ela e que Darcy queria casar com Elizabeth em vez de casar com a sua filha. 
O livro faz um excelente retrato de uma sociedade em que o dinheiro e o estatuto social são tudo, onde vão surgir adversários capazes de impedir que pessoas de diferentes tipos se misturem.
É um livro que eu recomendo totalmente e que considero mesmo o maior clássico existente.

  • «Eu perdoaria a sua vaidade se ela tão facilmente não tivesse ferido a minha.»
  • «Estou apenas resolvida a agir de maneira a conquistar aquilo que, segundo a minha opinião, considero como a minha felicidade, sem que admita a sua interferência ou a de qualquer outra pessoa que não me é nada.»
  • «Se os seus sentimentos são ainda os mesmos que manifestou em Abril passado, diga-mo imediatamente. O meu amor e os meus desejos permanece, inalterados; mas basta uma única palavra sua para que nunca mais lhe fale no assunto.»
  • «Não posso fixar a hora, o lugar, o olhar ou as palavras que basearam os meus sentimentos. Começou à muito tempo, e já estava no meio antes que eu percebesse que tinha começado.» 
  • «Você não sabia nada de verdadeiramente bom sobre mim - mas ninguém pensa assim quando se apaixona.» 

Trailer da adaptação do livro para o cinema: