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sábado, 7 de maio de 2016

Trono de Vidro - Discussão (com spoilers)






Em Trono de Vidro nós vamos acompanhando Celaena Sardothien, a maior assassina de Ardalan. Celaena, ainda em pequena, foi treinada por um grande assassino e de alguma forma acaba a trabalhar nas minas de sal como castigo quando ela é apanhada (no livro Trono de Vidro não é explicado como é que ela foi presa, sabemos apenas que ela foi traída por alguém em quem confiava, o que aconteceu antes é explicado no livro The Assassin's Blade, ainda sem edição em Portugal).

As minas são uma morte bastante lenta e dolorosa, uma vez que poucas pessoas realmente conseguem sobreviver muito tempo, e a Celaena é a pessoa que, até ao momento, mais se aguentou dentro das minas e mais perto esteve de conseguir fugir, mesmo assim ela sabe que não se consegue aguentar muito mais tempo naquelas condições, então ela acaba por aceitar a proposta do príncipe Dorian, participar num concurso como representante do príncipe contra outros prisioneiros (ladrões, assassinos, ...) e, se ganhar, tem direito à liberdade após 4 anos de serviço como Campeão do Rei.
Ela é apresentada aos outros concorrentes como Lillian, uma vez que Celaena Sardothien é um nome demasiado conhecido e, além de alguns dos concorrentes poderem saber pontos fracos dela, o Rei teme que as pessoas descubram que a grande assassina que todos temem é na verdade uma adolescente.
Ela começa então a treinar com o Chaol, designado para a escoltar no castelo, ele é uma das melhores personagens masculinas que eu vi até hoje e, espero eu, o futuro par romântico da Celaena.
Uma das coisas que eu definitivamente mais gostei neste livro foi a vaidade da personagem. Ela é bonita e sabe disso, apesar de também o dizer demasiado, mas ela sabe que é bonita, ela não finge inocência e adora usar os vestidos de princesa, e eu gostei desse seu lado mais feminino apesar de se uma assassina.
Apesar de muita gente a preferir com o Dorian, eu realmente não acho que exista essa tipo de sentimentos entre eles, é mais uma atração, um bocado também, pela parte dele, para contrariar o pai que detestou a sua escolha para a competição.
Uma das partes que eu mais gostei no livro e que eu estive sempre muito ansiosa foi para os combates entre os concorrentes (quando eu digo combates não me refiro só a ataques físicos, mas também provas de veneno, tiro ao alvo, qualquer confronto entre eles, eu estava ansiosa). E eu amei (e ri mais do que devia) com um dos momentos finais quando a Celaena está a lutar e lhe chamam de cabra, ao que ela responde atirando o oponente ao chão como se fosse uma pena e lhe diz "O meu nome é Celaena Sardothien, mas não faz diferença se o meu nome é Celaena ou Lilian ou Cabra, porque continuaria a derrotar-te, não importa o que me chames". Nesse momento eu até bati palmas.
Depois temos ainda a relação entre a Celaena e a princesa Nehemias, que eu simplesmente amei.
A personagem que mais me irritou em todo o livro, apesar de eu perceber a necessidade da existência dela para a história, foi a Kaltain, que segue cegamente um familiar do principie e que, seguindo as suas ordens, envenena a Celaena antes do seu confronto final.
Mas o que mais me surpreendeu no livro todo foi todo o problema dos concorrentes que estava a ser mortos por uma entidade qualquer proibida e quando, no combate final, o bruta-montes que eu detestei todo o livro utiliza, à frente de todos, essa mesma magia para tentar matar a Celaena e mesmo assim ela ganha, nesse momento eu estava com o meu coração aos pulos.



Resenha do livro sem spoilers AQUI

domingo, 10 de abril de 2016

Trono de Vidro - Resenha

Trono de Vidro

Sinopse: "Numa terra em que a magia foi banida e em que o rei governa com mão de ferro, uma assassina é chamada ao castelo. Ela vai, não para matar o rei, mas para conquistara sua própria liberdade. Se derrotar os vinte e três oponentes em competição, será libertada da prisão para servir a Coroa com o estatuto de campeão do rei - o assassino do rei. O seu nome é Celaena Sardothien. O príncipe herdeiro vai provocá-la. O capitão da Guarda vai protegê-la. Mas um halo maléfico vagueia no castelo de vidro - e está lá para matar. Quando os seus concorrentes começam a morrer um a um, a luta de Celaena pela liberdade torna-se numa luta pela sobrevivência e numa jornada inesperada para expor um mal antes de que este destrua o seu mundo."
Nome do livro: Trono de Vidro
Nome original do livro: Throne of Glass
Nome no Brasil: Trono de Vidro
Nome da Autora: Sarah J. Maas
Editora: Marcador
Número de páginas: 398 páginas
Resenha: Depois de muito ouvir falar de Trono de Vidro eu finalmente juntei coragem para ler este livro incrível. 
Trono de vidro conta a história de Celaena, uma rapariga que já foi a maior assassina de todas mas que acabou por ser presa e obrigada a trabalho forçado, sendo a única que conseguiu aguentar tanto tempo nas minhas. Um dia, um soldado (que depois descobrimos não ser apenas um mero soldado, mas sim o guarda real, que é a minha personagem preferida, o lindo e encantador Chaol) vai buscá-la às minhas e leva-a até Dorian, o príncipe herdeiro. É então feita uma proposta a Celaena: a de participar num concurso para se tornar a assassina do rei para quem terá de trabalhar durante uns anos e depois poderá ter a liberdade, ou a hipótese de voltar para as minas.
Eu gostei deste livro logo a partir do início e isso manteve-se até ao final. Só a premissa do livro em si (e a lindíssima capa que, graças a Deus, em Portugal foi mantida a original) já é bastante boa e diferente. 
Uma das coisas que me cativou logo a princípio foi a própria Celaena em si, vi muita gente a dizer que ela se achava demasiado, mas eu realmente gostei do pormenor de ela ser linda, e ela sabê-lo. Em quase todos os livros de fantasia a personagem principal é linda, todos acham isso, menos ela. Este não é o caso, ela é linda, é forte e ela sabe-o, ao mesmo tempo que sabe perfeitamente que a sua força física não está tão boa como era antes e acaba por ter problemas normais, como a menstruação, isto tudo acabou por tornar a personagem muito real. 
Temos ainda o facto de que ela é uma personagem super divertida. Eu raramente consigo ler com um livro, mas Trono de Vidro realmente surpreendeu-me e eu acabei a dar risadas altas em vários momentos devido às respostas tortas ou provocadoras da personagem principal. 
No geral, relativamente à história em si, eu tenho apenas uma queixa, a Kaltain, que é uma personagem completamente irritante e fácil de manipular, que se acha demasiado importante, mas eu também percebo que pessoas como ela existem e que ela é necessária para a ação, então foi fácil de ignorar esse problema.
O livro têm perto de 400 páginas mas passam tão depressa que eu nem notei que era tão longo. Quanto à edição, acho que está bastante boa, só tenho uma queixa, o facto de terem mudado as da capa e da lombada do platinado para vermelho, porque eu gostava mais das originais, mas como está nesta edição também acaba por não ficar mal. 
No geral eu achei Trono de Vidro um livro incrível e super interessante, com um enredo diferente do normal e personagens muito realistas. Recomendo muito e estou ansiosa que a editora Marcador publique os próximos em Portugal. 
Boas leituras.

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Apesar das nossas visões de um mundo perfeito sob um império, os vossos governantes são rápidos a destruir-se uns aos outros.» - Página 47
  • «As bibliotecas estão cheias de ideias, talvez as mais perigosas e poderosas de todas as armas.» - Página 67
  • «Cada um de nós sobrevive à sua própria maneira.» - Página 131
  • «-Todos carregamos cicatrizes, Dorian. As minhas são apenas mais visíveis do que as da maioria.» - Página 305
  • «-O meu nome é Celaena Sardothien - susurrou. - Mas não faz diferença se o meu nome é Celaena ou Lilian ou Cabra, porque continuaria a derrotar-te, não importa o que me chames.» - Página 348
  • «Tu podes chocalhar as estrelas - susurrou - Tu podes fazer qualquer coisa. Basta que ouses. E, no fundo, tu também o sabes. E é o que mais te assusta.» - Página 391
Discussão com spoilers AQUI brevemente

sábado, 9 de abril de 2016

Totally Should've Tag

Hoje eu decidi trazer-vos uma tag que eu não vi traduzida para português por ninguém, mas é uma tag bem conhecida, então é capaz de já ter sido traduzida. A tag chama-se Totally Should've Tag (traduzido à letra: Totalmente devia ter tag) e foi criada inicialmente pela Emma do emmmabooks (vejam o canal de youtube dela AQUI e o vídeo original da tag AQUI).

1. Totalmente devia ter tido uma sequela

Começo esta tag logo por falar de um dos meus livros preferidos da vida, Orgulho e Preconceito. Penso que toda a gente conhece minimamente a história das irmãs com uma mãe focada em casá-las, e da querida Elizabeth que um dia conhece Mr. Darcy, um homem frio e preconceituoso que vai acabar por perceber que não se pode lutar contra o que se sente, e que nem sempre se pode dar muita atenção ao orgulho.  O porquê de eu achar que o livro devia ter uma sequela? Primeiro porque adorava que houvessem mais livros completos da incrível Jane Austen e não apenas seis, e segundo, porque eu adoro o romance neste livro e ia adorar ainda mais se houvesse outro livro em que nos fosse contada a versão do Mr. Darcy (e sim, eu sei que existe um livro assim, mas eu refiro-me a um escrito pela Jane Austen) e ainda um livro sobre como foi a vida deles depois do final deste livro e como eles conseguiram lutar com o preconceito da diferença de classes.
2. Totalmente devia ter tido uma série spin off

Para esta resposta eu vou ter de escolher a série Uglies do Scott Westerfeld. Porquê? Porque no final do terceiro livro dão-se grandes alterações no mundo e essas alterações são mostradas no 4º livro, Excecionais, que acompanha outras personagens, e eu realmente gostei deste livro spin off, mas eu queria mais, eu queria uma trilogia (ou pelo menos uma duologia) de livros inteira sobre como ficou um mundo depois do final de Especiais. Em Excecionais é apresentado um mundo tão bom que eu tenho mesmo pena de não haver mais livros a seguir a este. (A história do livro é explicada mais abaixo)




3. Um autor que totalmente devia escrever mais livros
Nesta resposta eu vou ter de roubar e escolher duas. A primeira é a minha querida Kiera Cass com os seus livros rápidos de ler e que eu tanto adoro. Tirando livros da série da Seleção e A Sereia, eu não ouvi falar de mais nenhum livro dela, e eu realmente ia gostar de ler mais livros dela. Outra que devia ter mais livros é a Victoria Aveyard, que se estreou com Red Queen, e que até ao momento só têm 3 livros, e todos relacionados com Red Queen, então eu gostava mesmo que houvesse mais livros destas duas incíveis autoras.
4. Uma personagem que totalmente devia acabar com outra pessoa

Não existe nenhum livro até ao momento que eu tenha desejado que uma personagem ficasse com outra pessoa, no entanto tem uma série de livros que para lá caminha: Trono de Vidro, um dos meus livros preferidos. Esta série acompanha a assassina mais temida de todas que luta no primeiro livro para se tornar a assassina do rei. E eu só li o primeiro livro, no entanto levei spoilers sobre algo que acontece a partir do 3º ou 4º, não tenho bem a certeza. Então, para quem leu apenas o 1º ou o 2º livro e não quiser levar spoilers, eu aconselho a não lerem o que eu aqui vou escrever e seguirem para a resposta ao tópico 5. Então, eu soube que nos livros mais recentes a minha querida Celaena fica muito perto de um rapaz chamado Rowan, e isto para mim não pode ser, porque eu adoro completamente o Chaol e espero que eles fiquem juntos. Eu sei que a série ainda não acabou, e muita coisa ainda pode mudar, mas eu estou a ver demasiada gente a gostar dela com o Rowan e o Chaol a ser muito esquecido, e espero seriamente estar enganada e que ela não acabe com o Rowan, ou vou ficar muito triste.
5. Totalmente devia ter acabado de forma diferente 

Nesta categoria eu vou roubar e escolher dois livros que o final me partiu o coração. O primeiro é A Rapariga Que Roubava Livros, um livro excelente, narrado pela morte, sobre uma rapariga que, na época nazi, descobre um amor gigante por livros, à medida que se vai metendo em muitas confusões (incluindo fazer amizade com um judeu), esta personagem vai crescendo imenso, e eu adorei isso. E eu realmente apaixonei-me por esta personagem, e pelo homem que a adotou e pelo melhor amigo dela, então quem já leu este livro sabe bem porque me partiu o coração, apesar de eu achar que o final foi realista e muito bem feito. Para quem não leu o livro, aconselho completamente a o fazerem. Outro livro que devia ter acabado diferente é o Ponte Para Terabithia, a história de um rapaz pobre que faz amizade com uma nova vizinha e juntos criam um mundo só deles, Terabithia, mas a partir prai dos 3/4 do livro, eu chorei imenso. Estes dois livros são completamente incríveis, e eu acho-os perfeitos assim, no entando, foram os únicos até hoje que me fizeram chorar, e eu gostava que tudo tivesse acabado bem (mesmo que se assim fosse eu talvez não tivesse gostado tanto).
6. Totalmente devia ter uma série de filmes

Uma série que me cativou completamente e que devia completamente ser tornada numa série de filmes foi a série de livros Imperfeitos do Scott Westerfeld. Estes livros passam-se numa sociedade em que as pessoas, aos 18 anos, fazem uma transformação para se tornarem fisicamente perfeitos. A personagem principal mal pode esperar por essa altura, mas quando a altura está quase a chegar, surge um problema que envolve um grupo que se recusa a fazer a operação e que tenta, a todo o custo, acabar com o governo. Eu ia morrer de felicidade se isto se torna-se um filme de tão bons que são. Imperfeitos, Perfeitos e Especiais seguem as mesmas personagens principais e a mesma época. Excecionais passa-se no futuro em comparação a Imperfeitos e acompanha o como é que ficou a sociedade após o livro Especiais. São livros muito bons, li cada um praticamente num dia, recomendo muito.
7. Totalmente devia ter uma série de tv

Uma série de livros que devia totalmente virar uma série de tv é a série Maximum Ride do James Patterson. Estes livros giram em torno de um grupo de crianças que foram geneticamente modificadas e ficaram com características de pássaros (como a habilidade para voar), então eles tentam continuar a fugir daqueles que os modificaram ao mesmo tempo que tentam sobreviver sozinhos sendo apenas jovens. Em Portugal os três primeiros livros foram traduzidos pela TopSeller, mas o terceiro já foi traduzido em 2013, então eu já perdi a esperança do resto, sendo que eles agora já são 9 (o 9º não está na imagem, é o Maximum Ride Forever), e estes livros são muito bons, então eu ia adorar ver uma adaptação para a televisão.
8. Totalmente devia ter tido apenas um ponto de vista

Eu não me consigo lembrar de um livro que gostava que tivesse tido apenas um ponto de vista, até porque eu adoro quando temos dois pontos de vista, então vou roubar um bocadinho e escolher dois livros que eu gostava que tivessem tido dois pontos de vista. O primeiro é A Seleção da Kiera Cass, porque eu gostava mesmo de acompanhar o Maxon em alguns momentos  (apesar de que eu ainda tenho de ler A Elite e A Escolha, então ainda tenho esperança de isso acontecer nos outros). Para quem não sabe, este livro começa quando America é convencida pela família a candidatar-se para ser a futura mulher do rei, e é uma das escolhidas para o concurso, então ela tem de viver na corte à medida que as concorrentes vão sendo eliminadas até se decidir quem vai se tornar a próxima rainha. Outro livro que eu gostava que tivesse tido outro ponto de vista (apesar de que eu já li à tanto tempo que até pode ter e eu não me lembrar, apesar de eu achar que não têm) é o Red Queen da Victoria Aveyard, porque eu ia adorar saber os pensamentos do Cal durante toda aquela confusão, pode ser que no Glass Sword isso aconteça. Red Queen passa-se num mundo em que as pessoas estão divididas pela cor do sangue, vermelho e prateado. Os de sangue vermelho são as pessoas normais e do escalão mais baixo, as de sangue prateado são aqueles que têm super poderes. Mare sempre viveu como uma pessoa de sangue vermelho, aquilo que ela é, mas quando um dia é obrigada a trabalhar no palácio, ela descobre que pode ter sangue vermelho, mas existe qualquer coisa de prateado dentro dela.
9. Totalmente devia ter uma mudança de capa

Eu realmente não me consigo lembrar de um livro que ache que deva ter uma capa nova, e o mais perto que me consigo lembrar disso é o Fala-me de Um Dia Perfeito da Jennifer Niven. Não que eu não goste da capa, eu gosto, o problema é que a acho fofa demais. Para um livro que fala de morte e suicídio, eu realmente acho que a editora portuguesa escolheu uma capa com cores demasiado vivas, o que dá um ar meio infantil ao livro.
Não sei se alguém partilha dessa opinião comigo, pode ser só impressão minha, mas realmente é o que me parece.



10. Totalmente devia ter mantido a capa original

Para esta resposta eu vou referir-me a um livro que em Portugal teve a sua capa mudada. Em Portugal, graças a Deus, não existe muito o hábito de mudarem as capas dos livros (sendo que as maiores alterações são por norma quando é lançado um livro que é adaptado o póster para a capa), mas no caso das Crónicas Lunares as capas foram totalmente alteradas. Em Portugal, por enquanto, só foram publicados os três primeiros livros, e nome manteve-se o original, mas as capas foram mudadas completamente. As capas originais são das capas mais bonitas que eu já vi, e as usadas em Portugal são simplesmente terríveis. Dos três livros, a Scarlet é a que considero mais bonita, e mesmo assim não gosto muito, no entanto, acho a capa de Cress muito feia, além de a lombada ser toda num rosa claro demasiado chamativo. Não fiquei mesmo fã desta alteração.
11. Totalmente devia ter parado no livro um

Apesar de eu ainda não ter terminado a série Divergente, eu realmente acho que devia ter parado no primeiro livro. Eu amei completamente o primeiro livro e consegui lê-lo em apenas um dia, o segundo não foi nem de perto nem de longe tão bom e a personagem principal passou o livro todo a irritar-me. Agora ando a ler o terceiro e já está a prometer ser pior do que o segundo (já para não falar do que acontece a seguir ao meio, que quem já leu sabe bem o que é).





Esta foi a tag Totally Should've, não vou marcar ninguém para responder, mas sintam-se marcados se a quiserem responder e digam-me nos comentários as vossas respostas.
Boas leituras.