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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Into The Woods (Filme) - Resenha


Into The Woods



Info: O foco da trama é um casal sem filhos, que têm que acabar com uma maldição colocada sobre eles por uma bruxa vingativa, enquanto sua história entrelaça com personagens de contos de fadas

Nome do Filme: Into The Woods
Nome em Português: Caminhos da Floresta
Duração: 02:04:05h
Género: Fantasia, Musical
Ano de Lançamento: 2014
Resenha: Eu ainda sinto um misto de emoções quanto a este filme, por um lado adorei, e por outro nem sei bem.
O filme em si é bom, mas inesperado. O filme acompanha quatro histórias infantis: Cinderella, Rapunzel, João e o Pé de Feijão e Capuchinho Vermelho, que se unem todas através dum casal de padeiros que querem ter um filho e que descobrem que não podem porque a bruxa descobriu o pai do padeiro a roubar a sua horta e o viu a roubar os feijões mágicos que lhe davam a juventude, ficou com a filha deles (a Rapunzel) e lançou uma maldição sobre a casa. Assim sendo, diz ao casal que, para reverter a maldição, precisa que lhe tragam uma capa vermelha como o sangue, uma vaca branca como o leite, um sapato mais fino que o ouro e o cabelo amarelo como o milho. E assim todas as histórias se unem.
E realmente o filme é leal às histórias originais... até à metade do filme. Aí, tudo muda (como se vê no trailer) e começa a ser super inesperado, e aviso desde já, que há mais mortes do que eu esperava de um filme com contos infantis.
E eu vou ter de dar aqui um spoiler (que na verdade não é bem spoiler porque está no trailer, mas para quem não gostar de spoilers, que avance para o próximo parágrafo. O princípe encantado traí a Cinderella, e quando ela lhe perguntou o porquê, ele ainda responde "eu fui ensinado a ser encantador, não sincero", isso partiu-me o coração, a sério, arruinou-me um bocado a história.
Maryl Streep (a bruxa) faz, de longe, o melhor papel. Cada vez tenho menos dúvidas sobre o talento desta incrível atriz, e da sua incrível voz. Anna Kendrick (a Cinderella), Emily Blunt (a mulher do padeiro), Chris Pine (o príncipe da Cinderella) e o Johnny Depp (o lobo, apesar de aparecer muito pouco), fizeram um papel bastante bom, tal como eu já esperava deles.
James Corden (o padeiro), Daniel Huttlestone (o João), MacKenzie Mauzy (a Rapunzel), Billy Magnussen (o príncipe da Rapunzel) e Tracey Ullman (a mãe do João) fizeram um papel muito bom apesar de eu não conhecer mais nenhum trabalho de nenhum deles para conseguir comparar.
Na verdade, eu adorei este elenco. Apenas uma atriz me irritou, mas irritou-me bastante, Lilla Crawford (a Capuchinho Vermelho), ela irritou-me tanto, especialmente na primeira metade do filme, que eu já não a podia ouvir.
O filme em si é muito bom e muito inesperado a partir da metade, e recomendo completamente, mas não vão ver o filme a achar que sabem tudo o que acontece ou vão sentir-se meio que dececionados.


Quotes/Melhores Momentos:
  • «Quanto mais bonita a flor, mais longe do caminho»
  • «Tu mudaste, ficas diferente na florestas.»
  • «Continua a ser uma criança enquanto puderes.» 
  • «Cuidado com o que desejas. (...) Por vezes o feitiço pode durar mais do que o que consegues ver e virar-se contra ti.»





terça-feira, 2 de junho de 2015

Cinderella (Filme) - Resenha

Cinderella


Info:  A história segue a sorte da jovem Ella, cujo pai comerciante se casa novamente após a trágica morte de sua mãe. Para dar apoio ao seu pai, Ella recebe uma madrasta, Lady Tremaine, e duas irmãs, Anastasia e Drisella, na casa da família. Mas quando o pai de Ella, de repente e inesperadamente some, ela encontra-se à mercê de uma nova família ciumenta e cruel. Relegada a nada mais do que uma serva, Ella passar a ser chamada de "Cinderela". Apesar da crueldade infligida sobre ela, Ella está determinada a honrar as últimas palavras de sua mãe de "ter coragem e ser gentil", e não ceder ao desespero ou desprezar aquelas que abusam dela. Sem saber que o estranho arrojado que ela conheceu na floresta é um príncipe e não apenas um funcionário do palácio, Ella sente que finalmente encontrou uma alma gêmea. Quando o palácio envia um convite aberto para todas as donzelas participarem de um baile, Ella espera ir e encontrar o charmoso "Kit". No entanto, a madrasta a proíbe de participar e rasga seu vestido. Mas, como em todos os bons contos de fadas, a ajuda está perto, como uma mulher mendiga gentil, com uma abóbora e alguns ratos, muda a vida de Cinlinda jovem solteira traz à tona segredos que não deveriam ser revelados.
Nome do Filme: Cinderella
Nome em Português: Cinderella
Duração: 01:52:00h
Género: Fantasia, romance
Ano de lançamento: 2015
Resenha: Quem não conhece a história clássica da Cinderella? Esta é uma adaptação moderna e ao mesmo tempo clássica desta mesma história. A história segue os eventos que ouvimos na história clássica e o próprio cenário remete-nos para aquela época. A atriz que faz de Cinderella é adorável, e quando sorri, parece a pessoa mais bondosa do mundo, é tao realista que quase nos faz acreditar.
No entanto, fiquei com umas questões, que acabam por ser mais à história original do que a esta adaptação, ''porque é que o relógio avisa um minuto antes da meia-noite e não só à meia noite?'', ''como é que a madrasta sabia onde ela tinha escondido o sapato?'', e a minha maior pergunta, ''porque é que tudo volta ao normal, mas o sapatinho de cristal mantém-se tal e qual como a fada-madrinha o pôs?'', não faz muito sentido, mas visto que é uma historia de magia e amor, o melhor mesmo é ignorar esses pequenos pormenores e focar-nos na história que é realmente linda e mágica.
Deveriam ver sim o filme, é um filme amoroso, que nos faz sentir de volta à infancia. Tem certos pormenores que, para pessoas mais velhas, parecem ridículos, mas faz parte de qualquer filme de alguma forma relacionado com a nossa infância, vejam e apaixonem-se por esta incrível Cinderella.




Quotes/Melhores Momentos:
  • «Tens mais bondade no teu dedo mindinho do que a maioria das pessoas no corpo todo, e a bondade é mais importante do que imaginas. (...) Sê corajosa e bondosa.»
  • «Só porque é o que se faz, não quer dizer que seja o que se deva fazer.»