Mostrar mensagens com a etiqueta Romance Contemporâneo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Romance Contemporâneo. Mostrar todas as mensagens

domingo, 31 de janeiro de 2016

Eu, o Earl e a Tal Miúda - Resenha

Eu, o Earl e a Tal Miúda

Sinopse: "Esta é a história criativa e comovente de Greg, um finalista do secundário cujo único objetivo é manter-se completamente anónimo e evitar quaisquer relações profundas.
Para ele, essa é a melhor estratégia de sobrevivência no verdadeiro campo de minas social que é a vida de um adolescente. Juntamente com Earl, Greg faz curtas-metragens parodiando filmes clássicos, o que os torna mais colegas de trabalho do que propriamente amigos.
Tudo corria bem até ao dia em que a mãe de Greg insiste com ele para passar algum tempo com Rachel, uma miúda da sua turma que acabou de ser diagnosticada com cancro. Lentamente, Greg descobre que um pouco de amizade não faz mal a ninguém."
Nome do livro: Eu, o Earl e a Tal Miúda
Nome original do livro: Me and Earl and The Dying Girl
Nome no Brasil: Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer
Nome do Autor: Jesse Andrews
Editora: Topseller
Número de páginas: 298 páginas
Resenha: Então eu finalmente li o famoso livro com um humor negro, Eu o Earl e a Tal Miúda, e tenho sentimentos mistos relativamente a ele. 
Primeiro de tudo, deixem-me começar por criticar o título dado tanto em Portugal como no Brasil. Sendo o título original Me and Earl and the Dying Girl, a tradução do título correta seria algo como Eu, o Earl e a Miúda Que Vai Morrer ou a garota, no Brasil. E a editora brasileira responsável pela tradução do título realmente acertou na parte da "garota que vai morrer", mas falhou na parte do Earl, que não faz sentido ficar "você". Já em Portugal foi exatamente ao contrário, acertaram no Earl e deixaram "a Tal Miúda", que aconteceu à parte de ela ir morrer? Desculpem mas tinha de partilhar isto. 
Quanto à alteração da capa eu não me importei muito, até que gosto da capa com o poster do filme. 
Eu, o Earl e a Tal Miúda é contado (de uma forma muito engraçada e original) pelo Greg, um rapaz que tem como principal objetivo não ser odiado por ninguém na escola, estando em todos os grupos. O seu único real amigo é o Greg, um rapaz completamente maluco com muita violência dentro dele com quem ele faz filmes horríveis. Tudo corria bem até que um dia a mãe do Greg o obriga a ir falar com a Rachel, uma rapariga com quem antes ele se tinha dado bem e que agora estava a morrer de leucemia. 
Apesar de ter este tema da doença, o livro tinha tudo para ser bom devido ao seu humor negro, não há aqueles momentos de "eu não quero morrer" ou "tu és forte", não, não há esses momentos, e o livro começou realmente bem, eu estava a lê-lo e a pensar que se continuasse assim ia ter 5 estrelas... infelizmente não continuou assim. Quando eu dei por ela, quase no final, já só queria dar 3 estrelas ao livro. O final foi bom então acabou em 3.5 estrelas. O que eu queria concluir com isto? Achei realmente que o livro foi piorando e só começa a melhorar mais para o fim. 
Mal eu comecei a ler o livro e percebi que os capítulos estavam sempre feitos de forma diferente (como as falas às vezes escritas em guião ou em listas) e que os nomes dos capítulos eram completamente estranhos, como "Vamos lá despachar este capítulo constrangedor" eu realmente fiquei cheia de esperanças relativamente a este livro, e o Greg tem momentos realmente muito engraçados a princípio, mas chega a uma altura que canca, e ele foi exatamente do que me irritou mais. Havia momentos em que ele parecia não se importar com nada nem com ninguém, enquanto que o Earl (que também me irritou) parecia não se importar com nada e do nada dava-lhe um raio de consciência e já tinha pensado em tudo, foi estranho e irritante. O Greg é uma personagem bastante honesta, mas sabem quando uma pessoa é tão honesta que acaba por ser algo negativo? Foi exatamente este caso. Por outro lado, gostei bastante da Rachel, apesar de não a ter adorado. 
Mas de todo o livro, o que me irritou mais foram as partes obscenas. Havia momentos em que o Earl e o Greg a falar (ou às vezes as piadas do Greg) eram completamente horríveis e isso foi do que me fez baixar mais a cotação dada a este livro, houve ainda o facto de eles estarem constantemente a dizer asneiras. 
Tem um momento em que o Greg e o Earl estão a tentar fazer um filme e esse momento foi realmente engraçado, apesar de algumas das ideias serem infantis. 
O final foi algo que eu simplesmente adorei, aquele capítulo final deu um sentido totalmente novo ao livro todo e isso fez-me subir de novo a cotação. 
Se eu amei o livro? Não. Se achei que merece esses elogios todos? Não. Se eu recomendo? Completamente. 
É um livro muito rápido de se ler e, embora obsceno e com demasiadas asneiras às vezes, tem momentos bastante engraçados e dá-nos uma perspetiva ligeiramente diferente da leucemia exatamente por o autor puxar um bocado para o lado da comédia. Recomendo sim. 
(3.5 em 5 estrelas)

Quotes/Melhores Momentos:
  • «O Além não existe e nada acontece depois de morrermos, é apenas o fim definitivo do nosso estado de consciência.» - Página 73
  • «As pessoas morrem. Outras fazem merdas estúpidas. Eu estou rodeado de familiares que fazem merdas estúpidas. Dantes achava que tinha de fazer merdas por eles. Ainda quero fazer merdas por eles. Mas tens de viver a tua vida. Tens de tomar conta das tuas próprias merdas, antes de começares a fazer coisas pelos outros.» - Páginas 291 e 292

Trailer da adaptação do livro para o cinema:


Discussão sobre a ação do livro (com spoilers) AQUI

sábado, 30 de janeiro de 2016

Fangirl - Discussão (com spoilers)

O livro Fangirl inicia-se com uma página da Wikipédia sobre o Simon Snow, e eu realmente achei isso interessante e original.
E quando a Cath me é apresentada eu gostei automaticamente dela, infelizmente não posso dizer o mesmo da Wren. Eu achei que a Wren foi logo a princípio muito bruta com a irmã como se estivesse farta dela, e isso realmente irritou-me profundamente, quando a Courtney aparece só serviu para me irritar mais.

Uma personagem que eu gostei imenso foi a Reagan. O momento em que nos é apresentado o Levi eu já o achei o rapaz estranho, mas gostei realmente dele. Não percebi bem o porque de a Cath estar tão convencida de que ele era o namorado da Reagan, porque eu pensei logo que eles era melhores amigos e que nada mais, ainda não sabia que eles eram ex-namorados mas não me surpreendeu, mas a Cath pareceu genuinamente surpreendida quando soube que eles eram apenas amigos. O que me leva a outra coisa que eu não gostei muito: o facto de a Cath achar que o Levi namorava com a colega de quarto e mesmo assim envolver-se com ele no momento. Ela pediu desculpa e tal, mas ela achava que eles namoravam e mesmo assim envolveu-se.
Quando a Cath vai àquela festa e vê o Levi com uma rapariga, apeteceu-me bater-lhe. Passei a detestá-lo, mas ele de resto é sempre tão querido que me derreteu o coração e fez-me amá-lo outra vez, todos cometemos erros.
Naquele momento em que a Wren começa a criticar a Cath quando a Cath passa o tempo todo a tentar ajudá-la, para mim foi horrível e, apesar de elas serem irmãs, eu realmente achei que a Cath a perdoou depressa de mais tendo em conta todas as coisas más que a Wren disse.
Uma personagem que não gostei absolutamente nada foi o rapaz com quem a Cath estudava/escrevia na biblioteca e que acabou por lhe "roubar" parte da história e ainda a queria publicar, fiquei realmente feliz quando ele pediu à Cath para a publicar com ele porque a professora tinha percebido que não era só dele e, como ele próprio diz, era a oportunidade da vida dele, mas a Cath recusa. Eu realmente acho que ela cresceu como personagem ao longo deste livro.
Apesar de eu detestar o Nick, eu detestei ainda mais a mãe delas porque ela simplesmente abandonou-as e do nada quer voltar à vida delas, e a Wren deixa, como se nada tivesse mudado, mas quando a Wren vai parar ao hospital a mãe não é capaz de ficar lá como uma verdadeira mãe.
Esse foi outro momento que eu esperei muito para a acontecer. O momento em que a Wren bebe demais e acaba no hospital e em que lhe acontece (finalmente) alguma coisa que a faz pensar na porcaria que estava a fazer. E quando o pai dela a castiga eu só consegui pensar "aleluia, reparaste que algo não estava bem".
Apesar de eu ter adorado o pai delas, ele às vezes também me irritou com aquele seu lado meio que maluco mas não preciso de ajuda.
A partir deste momento eu comecei realmente a gostar mais do livro e da Wren, ela parece que ganha consciência e começa a perceber tudo o que fazia de mal. Também gostei do facto de ela ter uma relação com o Jandro que parece realmente ajudá-la a assentar os pés na terra.
A Cath irritou-me mais no momento em que a sua professora lhe dá a chance de escrever o livro que tinha de escrever para a aula e ela continua a atrasá-lo mesmo a professora dando-lhe todas as chances do mundo e a Cath continuar constantemente a pensar que não o vai fazer.

O momento mais engraçado do livro foi quando o último livro do Simon Snow sai e as irmãs vão comprá-lo com a Reagan e com o Levi e as reações deles quando as gémeas estão a ser fangirls autênticas é simplesmente de morrer a rir, apesar de também ter gostado dos momentos das Festas de Dança de Emergência.
Achei queridinho o momento em que a Wren passou a ajudar a irmã na fanfic e realmente começou a apoiá-la e a torcer por ela em tudo, aí comecei finalmente a adorar a Wren em todos os sentidos.
Quando a Cath diz à Wren que não vai ficar com ela no ano seguinte porque já combinou de ficar com a Reagan eu finalmente senti que ela punha um travão à irmã e lhe mostrava que ela não podia fazer o que quisesse, e eu adorei este momento.
A parte final em que nos é apresentado o excerto do livro da Cath, que ela andou o livro toda a adiar, eu simplesmente adorei, eu queria realmente ler esse livro, se a Rainbow Rowell o lança-se, eu ia definitivamente comprá-lo.


Não me odeiem por causa das críticas a este livro, eu realmente gostei dele, estou só a realçar os pontos que me fizeram não dar 5 estrelas e dar 4 e os positivos que me fizeram dar 4 em vez de 3 estrelas.

Resenha (sem spoilers) AQUI

Fangirl - Resenha

Fangirl

Sinopse: "Cath ama os seus livros e a sua família. Haverá espaço para mais alguém? Todo o mundo é fã dos livros de Simon Snow. Mas Cath vai mais longe: ser fã desses livros tornou-se a sua vida. Ela e a sua irmã gémea, Wren, refugiaram-se na obra de Simon Snow quando eram miúdas, e na verdade foi isso que as salvou da ruína emocional que foi a perda da mãe. Ler. Reler. Interagir em fóruns, escrever ficção baseada na obra de Simon Snow, vestir-se como as personagens dos livros. Mas essas fantasias deixam de fazer sentido quando se cresce, e enquanto Wren facilmente abandona esse refúgio, Cath não consegue fazê-lo. Na verdade, nem quer. Agora que vão para a universidade, Wren não quer ficar no mesmo quarto de Cath. E esta fica sozinha e fora da sua zona de conforto. Partilha o quarto com uma miúda arrogante; tem um professor que despreza os seus gostos; um colega atraente mas que apenas fala sobre a beleza das palavras... e, ainda por cima, Cath não consegue parar de se preocupar com o seu pai, tão querido, frágil e solitário. A pergunta paira no ar: será que ela consegue triunfar sem que Wren lhe dê a mão? Estará preparada para viver a vida em seu nome? Escrever as suas próprias histórias? E se isso significar deixar Simon Snow para trás?"
Nome do livro: Fangirl
Nome da Autora: Rainbow Rowell
Editora: Chá das Cinco
Número de páginas: 446 páginas
Resenha: Fangirl é aquele livro que todo o mundo ama e que eu tinha medo de ser a única a não gostar, mas no final eu realmente gostei. 
Fangirl conta a história da Cath: uma rapariga completamente viciada em fanfics (de algo parecido com o Harry Potter) e que vai para a universidade. Tudo seria normal exceto por dois pequenos (grandes pormenores): a sua irmã gémea, Wren, quer afatar-se da ideia de que as gémeas partilham tudo e Cath tem de acabar a fanfic, sem a ajuda da irmã, antes de sair o último livro da série de livros do Simon que ela tanto adora. 
Apesar de ter mais de 400 páginas é um livro realmente rápido de se ler, e talvez também por isso ele seja tão amado, porque apesar de eu adorar o livro, eu não achei que fosse tão espetacular como todos dizem. 
Quanto às personagens, eu realmente gostei da Cath e identifiquei-me bastante com ela, mas a Wren passou 90% do livro a irritar-me e só melhorou lá mais para o final do livro depois de uma série de ações estúpidas e de palavras dolorosas para com os outros. 
Adorei o pormenor de o livro ser iniciado com uma página de Wikipédia sobre a série de livros do Simon Snow, achei uma ideia engraçada e original. 
No final de cada capítulo sobre a vida da Cath temos um excerto ou da série dos livros que a Cath adora ou da própria fanfic da Cath, e eu não sei se foi por a história do Simon ou a fanfic não me chamarem a atenção ou se por eu só estar a ler excertos de ambos, mas realmente a parte do Simon não foi uma parte que eu gostei, e quando ela estava a ler a fanfic eu achei chato e estava ansiosa que acabasse e voltasse para a vida dela, o que quer dizer que Carry On (a fanfic que ela escreve no livro e que a Rainbow Rowell lançou recentemente) não vai ser um livro que eu vou ler a não ser que realmente um dia me digam algo que me desperte a curiosidade. 
O Levi é uma personagem que todos me tinha elogiado, e eu realmente gostei dele... na maior parte do tempo. Houve algumas atitudes que também me deixaram um bocado desiludida com esta personagem, mas todos cometemos erros e a autora também deveria querer dar a entender isso. 
Apesar da autora desenvolver a história de uma boa forma, eu realmente já esperava basicamente tudo o que aconteceu, exceto na última página, essa parte eu realmente não esperava e foi a parte que eu mais gostei do livro todo, essas poucas linhas fez tudo valer ainda mais a pena. 
Quanto à edição em si está muito bem feita e devo dizer que a editora teve muita atenção aos pormenores, não encontrei nenhum erro muito grave na tradução e a capa e os pormenores da letra diferente para indicar o capítulo e das estrelinhas em cada excerto ficaram muito bem. 
Assim sendo, Fangirl é um livro realmente queridinho e divertido, não achei nada completamente novo mas é viciante e rápido de se ler, e recomendo sim. 
(4 em 5 estrelas)

Quotes/Melhores Momentos:
  • «Em situações novas, são sempre as regras mais manhosas as que ninguém se dava ao trabalho de nos explicar. (E as mesmo que não encontramos no Google.)» - Página 23
  • «Eu tenho esta cara porque estou viva (...) Porque vivi experiências.» - Página 75
  • «Por baixo deste verniz de ligeira loucura e mediano atraso social, sou um completo desastre.» - Página 192
  • «Não é permitido desistir de nada, de vez em quando? Não será permitido dizer "isto doeu mesmo, por isso vou deixar de tentar?"
    • -É estabelecer um precedente perigoso. 
    • Para evitar a dor?
    • Para evitar a vida.» - Página 253
  • «Não há nada mais inebriante do que criar algo do nada. Criar algo a partir de nós.» - Página 267
Discussão da ação do livro (com spoilers) AQUI

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Miúda Online - Resenha

Miúda Online

Sinopse: "Penny tem um segredo. 
Penny é uma jovem igual a tantas outras que, sob o pseudónimo de «Miúda Online», partilha num blogue os seus sentimentos sobre amizade, rapazes, as loucuras da sua família e a dura realidade e dos seus ataques de pânico cada vez mais frequentes. Quando as coisas pareciam não poder piorar, Penny é arrastada pela família para Nova Iorque, onde acaba por conhecer Noah: um jovem americano, guitarrista, lindo de morrer. E assim, sem qualquer aviso, Penny apaixona-se e vai partilhando online todos os momentos do seu novo amor. 
Mas Noah também tem um segredo, que pode revelar a verdadeira identidade de Penny, e afastá-la do seu maior amigo para sempre."

Nome do livro: Miúda Online (Gatora Online no Brasil)
Nome da Autora: Zoe Sugg (Zoella)
Editora: Topseller
Número de páginas: 310 páginas
Resenha: Tenho a certeza que já grande parte de vocês ouviu falar deste livro, ou pela autora ou pela bomba que houve com a história do ghost-writer. Eu já conhecia essa história quando comprei o livro e comprei-o exatamente porque isso me deixou curiosa (estranho, eu sei). Mas honestamente não me arrependo de o comprar.
Encontrei sim pontos negativos no livro, o que é normal num livro de mais de 300 páginas, é quase impossível agradar em tudo.
A história segue a Penny, uma rapariga que encontrou num blog a forma de partilhar o que está a acontecer, sem ser julgada pelas pessoas mais à sua volta.
Honestamente, a Penny irritou-me um bocado, porque ela acabava por ser tão desastrada que irritava, mas é mais a princípio então acaba por se ignorar um bocado isso. Gostei muito sim, do seu melhor amigo, engraçado e querido, deixou-me a adorá-lo.
Outra coisa que me irritou na Penny foi o facto de que num momento ela é apaixonada à anos por um rapaz, e do nada (e super depressa) apaixona-se por outro, é muito rápido.
Esperava que o blog fosse um bocado mais mencionado, visto a premissa da história, mas isso não interfere com nada. Achei no entanto a resolução dos seus problemas rápida de mais, parece que do nada, tudo fica perfeito e que do nada, tudo volta a piorar. É muito rápido.
O segredo que a sinopse fala é surpreendente sim, eu pelo menos não esperava, esperava até algo mais básico ou sombrio mas não, o segredo é perfeito para história, mas a partir do momento que sabemos o segredo, o final torna-se muito esperado, muito mesmo.
No entanto, o livro tem umas boas lições, o que eu gostei obviamente.
A capa do livro é super bonita, a entrada em cada capítulo é feito numa letra super fofinha e adorei o facto de as publicações do blog serem feitas noutro tipo de letra e de sempre que falam por mensagens, aparecer em balões de fala, achei um pormenor engraçado.
É um livro que, apesar de tudo dito em cima, eu recomendo sim, porque gostei. Claro que encontrei erros nas personagens (pelo menos na minha opinião), mas é um bom livro e, tirando o final esperado, é uma história inovadora.
Boas leituras :)

Quotes/Melhores Momentos: 
  • «Às vezes tenho a sensação de que a escola é uma grande peça de teatro em que todos nós temos de estar sempre a desempenhar os papeis que nos são atribuídos» - Página 17
  • «Às vezes precisamos de enfrentar os nossos medos para nos apercebermos de que não são reais.» - Página 88
  • «Descobri que a vida é bem melhor se às vezes enlouquecermos um bocadinho.» - Página 112
  • «Lá porque a maior parte do mundo faz uma coisa, isso não quer dizer que esteja certa.» - Página 120
  • «E, enquanto ele me afasta com meiguice o cabelo da cara e se inclina para me beijar, sinto-me como se fôssemos as únicas pessoas acordadas e vivas em todo o planeta.» - Página 220