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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Beauty and the Beast - Opinião (Film Review)

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Como amante dos filmes da Disney, e depois de amar o remake do filme Cinderella (que, juntamente com a Mulan, são os meus filmes de animação favoritos da Disney), não podia deixar de ver mais um destes remakes, especialmente sendo este o favorito da minha melhor amiga. Assim, fiz o que qualquer adulto normal faz - dirigi-me ao cinema para ver um filme da Disney e acabei rodeada de crianças.
Imagem relacionadaA premissa da história não é novidade para ninguém, temos a Belle como personagem principal e que, para salvar o seu pai após ele ser capturado pela besta, acaba por ficar ela própria refém do monstro no seu palácio enfeitiçado onde os objetos têm vida própria. 
O que tem de ser elogiado neste filme é, sem dúvida nenhuma, a escolha do elenco que, além de os atores serem todos bastante talentosos, são também perfeitos para os papeis que lhes foram atribuídos, sendo que tenho de destacar a Emma Watson (Belle) e o Dan Stevens (besta/Adam), assim como o Luke Evans que esteve perfeito no papel do arrogante e egocêntrico Gaston e o Josh Gad que também se destacou pelo seu papel como Lefou, o famoso amigo do Gaton. 
Resultado de imagem para beauty and the beast 2017Também a incrível soundtrack merece destaque e adoro a versão que fizeram da tão famosa música Belle. Os cenários estão extremamente bem construídos e a aldeia deu-me logo aquela sensação do filme original, o que é sempre um ponto positivo. 
Relativamente aos efeitos especiais, muito importantes em todo o filme mas, principalmente, para o tão famoso final, não deixa de me surpreender a forma como estes evoluíram ao ponto de ser possível criar algo que pareça tão realista como o que vemos neste filme e noutros que tem surgido. 
Resultado de imagem para beauty and the beast 2017No entanto, o meu principal problema com o filme deu-se onde eu menos esperava: a história. A forma como a ação se desenrola já é bem conhecida pela população em geral, no entanto, eles optaram por seguir uma linha diferente no decorrer da história, explorando mais o passado da personagem principal feminina e, apesar de achar que toda a história foi bem construída, achei também que foi desnecessária e que acaba apenas por servir para perturbar mais a cabeça de uma personagem que, tendo em conta todos os acontecimentos, já o está. Ou seja, não é que não tenha gostado dessa parte, só achei desnecessária tendo em conta todo o cenário já envolvente, e sei que não sou a única com esta opinião.
Resultado de imagem para beauty and the beast 2017Tirando esta questão, em geral, acho que o filme está extremamente bem construído, com um elenco e uma banda sonora fantástica e é um filme que recomendo a qualquer fã da história original, tenham é em mente que tem alturas que a história segue outra linha que não a original.
Recomendo muito.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Kong: Skull Island - Opinião (Film Review)

(Post in english soon)
Kong: Skull Island


Não sou a maior fã de filmes de ação, no entanto, quando vi o trailer para este filme no cinema fiquei super empolgada e não aguentei até o ir ver, e ainda bem que o fiz porque, para minha grande surpresa (e para surpresa de quem conhece os meus gostos), Kong: Skull Island juntou-se à lista dos meus filmes favoritos da vida. 
O filme acompanha Bill Rana (John Goodman), um cientista que passou os últimos 30 anos a tentar provar que realmente existem monstros e que, numa última tentativa antes da sua empresa falir, consegue escolta militar para explorar a Ilha da Caveira: uma ilha misteriosa cuja existência era mantida em segredo. Junto com ele vai Houston Brooks (Corey Hawkins), um cientista contratado por Randa e que sofreu muitas críticas e troça por parte da comunidade científica por um artigo publicado mas que Randa acredita estar correto, James Conrad (Tom Hiddleston), um famoso batedor que Randa contrata para garantir que eles sobrevivem na floresta, a fantástica Mason Weaver (Brie Larson), uma fotógrafa que pede para ir na expedição por acreditar que há mais da história do que se quer admitir ao público, o fantástico e incrível Marlow (John C. Reilly) e o Preston Packard (Samuel L. Jackson) como comandante da escolta militar, entre várias outras pessoas que compõem um elenco fantástico e de peso. 
A própria história em si não é nada completamente novo nem nunca visto, mas foi, na minha opinião, muito bem explorada. E, para mim, este filme acertou no ponto em três coisas: os efeitos especiais que, apesar de eu não ter qualquer tipo de conhecimento na parte técnica parte técnica, achei que estavam muito realistas; a fantástica banda sonora que, meu Deus, é muito boa e encaixa perfeitamente com a história; e, acima de tudo, o elenco. Já esperava uma grande atuação por parte do Samuel L. Jackson e, realmente, não desiludiu. No entanto, fui muito surpreendida pelo Tom Hiddleston, de quem eu já muito ouvi falar mas nunca tive curiosidade de ver nada com a sua participação, sendo, por isso uma boa surpresa descobrir o seu grande talento. Depois temos Brie Larson, John Goodman, John C. Reilly, Corey Hawkins e Tian Jing que desempenharam papeis espectaculares e são todos atores dos quais eu nunca tinha ouvido falar, mas de quem, sem dúvida nenhuma, vou procurar mais trabalhos. Todo estes que acabei de referir, junto com os outros já referidos anteriormente e com aqueles que não referi por serem personagens com papeis menos importantes, protagonizaram não apenas momentos dramáticos mas também momentos muito engraçados que encontramos ao longo do filme.
A juntar ao fantástico elenco e aos efeitos especiais incríveis, temos paisagens maravilhosas. Todo o cenário do filme em si está incrível e muito bem construído.  

Vi várias críticas ao filme, algumas relativamente a áreas mais técnica como a dos efeitos especiais e do casting mas, como não tenho qualquer experiência nesse tipo de áreas, não consigo apontar qualquer crítica, e a mim todas essas áreas que vejo serem criticadas, estavam muito boas. Outra crítica que vejo muito é o facto de que o Kong mostra uma personalidade complicada mas considero esta crítica simplesmente desnecessária tendo em conta toda a história do filme em si e, como o próprio Marlow diz, "This is his home, we're just guests. But you don't go into someone's house and start dropping bombs, unless you're picking a fight", e eu não podia concordar mais.

Entretanto, depois de ver várias opiniões negativas, tive durante bastante tempo a tentar associar essas opiniões ao que senti a ver o filme (por vezes quando refletimos depois de o ver encontramos problemas que não vimos antes) e realmente não consegui, não consigo encontrar um motivo para baixar o número de estrelas que dei ao filme e, honestamente, não quero: enquanto o assistia diverti-me, muito, assustei-me, em mais do que um momento fiquei muito empolgada para saber o que ia acontecer a seguir, preocupei-me com as personagens surpreendi-me e, acima de tudo, gostei bastante. Realmente não consigo apontar criticas ao filme nem vou inventá-las só para não dar as 10 estrelas quando acho que ele realmente as merece.
As palavras anteriores reflectem a minha honesta opinião e essa é a de que adorou o filme, percebo quem não gostou, mas não é o meu caso e, se houver sequela, vou ver sem sombra de duvidas. Recomendo muito.

Quotes:
  • This world never belonged to us. It belonged to them. The question is, how long before they take it back. Kong is not the only king.
  • Kong's a pretty good king. Keeps to himself, mostly. This is his home, we're just guests. But you don't go into someone's house and start dropping bombs, unless you're picking a fight.
  • I guess no man comes home from war, not really.
  • Sometime's there's no enemy until you look for one.